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Vila Verde - Antiga escola primária recebe Museu do Linho


Vila Verde - Antiga escola primária recebe Museu do Linho

Vila Verde - Antiga escola primária recebe Museu do Linho

Revelar a tradição agrícola de cultivar o linho até à sua transformação em bordados é a missão do Museu do Linho que vai nascer na freguesia de Marrancos, Vila Verde. Além de preservar memórias, o projecto prevê ainda a recuperação da desactivada escola primária.

sábado, 11 de Setembro de 2010

«Vamos criar um espaço de interpretação, acrescentando mais-valia à freguesia de Marrancos que tem tradição no cultivo e preparação do linho, aliás a matéria-prima nobre que dá suporte aos tradicionais Lenços de Namorados», afirmou o presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela.

A ideia foi discutida durante uma «espadelada de linho» integrada na iniciativa «Na Rota das colheitas».

A Associação Cultural e Recreativa de Marrancos e a Junta de Freguesia local acolheram de imediato a ideia e estão associados ao projecto, acrescentou o autarca.

António Vilela acrescentou que o novo museu, será «um repositório e centro de interpretação do linho, do cultivo à preparação artesanal até à confecção dos ricos panos que daí resultam».

Referiu ainda que o projecto conta com o apoio de Abílio Ferreira «um conhecedor profundo das tradições rurais/agrícolas do concelho».

«Não podemos deixar cair este importante património da nossa cultura e das nossas tradições, que, em Marrancos, se mantém com a genuidade dos primeiros tempos», frisou o autarca.

O projecto, que entrou na fase de estudo, passa pela adaptação da desactivada escola primária local e a sua transformação num museu que retrate as fases de transformação do linho, onde não faltarão os engenhos e peças usadas no ciclo de produção.

Em complemento, o espaço englobará uma área interpretativa com suporte informático e multimédia, com vídeos e registos fotográficos do cultivo, da recolha no campo, da espadelada de linho tradicional, e da fase de fabrico do tear ao pano.

Integrará, ainda, os trajes típicos e os gestos de cada fase, com exemplos dos diferentes tipos de linho, tipos de peças de vestuário, sem esquecer os lenços de namorados.

Museu da Cortiça em Silves corre o risco de fechar ao público


Em causa está o valor histórico, museológico e identitário deste museu integrado no complexo Fábrica do Inglês. Enquanto a Câmara de Silves aguarda pelo parecer jurídico face à proposta da sociedade proprietária do Museu, afiançam-se soluções para salvar o espaço: a opção por uma parceria público/privada pode bem ser uma delas.
Café Portugal segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

O
Museu da Cortiça em Silves, instalado no complexo Fábrica do Inglês, corre o risco de fechar ao público devido à falta de recursos financeiros. Recorde-se que em causa estão as dificuldades que enfrenta a sociedade proprietária da Fabrica do Inglês devendo à banca 6,5 milhões de euros.
Neste momento a autarquia algarvia ainda não recebeu o parecer jurídico relativo à proposta da sociedade proprietária da Fábrica do Inglês, apresentada no passado mês de Dezembro.
A hipótese sobre a mesa e que pode solucionar o problema do Museu é o protocolo que estipula que a Fábrica do Inglês transfira para o município de Silves a gestão e o funcionamento do Museu, sendo que seria da responsabilidade da autarquia a contratação e gestão de pessoal habilitado na utilização, vigilância e manutenção do espaço exterior e interior.
A administração da Fábrica teria a seu cargo os restantes espaços e equipamentos do complexo (restaurantes, cafés, auditórios).
A única contrapartida passa pelo facto da autarquia ficar com as receitas do Museu, assumindo por sua vez os custos de água e luz no empreendimento (cerca de 11 mil euros por mês).O director do Museu da Cortiça, Manuel Castelo Ramos, considera que uma das hipóteses para salvar o complexo «poderia ser a constituição de uma parceria público-privada. Mas há várias soluções».
Entre as propostas que foram surgindo ao longo dos últimos meses esteve a do presidente da Comissão Nacional do Conselho Internacional de Museus (ICOM) Luís Raposo, que propôs «separar o Museu do projecto comercial no seu todo», dotando-o de entrada autónoma e de regulamento interno de funcionamento.
O Museu da Cortiça da Fábrica do Inglês foi inaugurado em 1999, após a recuperação e transformação da antiga fábrica Avern, Sons & Barris num parque de cultura, animação e lazer.
Empresários locais investiram cerca de 12,5 milhões de euros no projecto, que beneficiou de apoios comunitários na ordem dos 500 mil euros.Recorde-se que o Museu da Cortiça foi galardoado, em 2001, pelo Fórum Museológico Europeu, com o Prémio Micheletti para Melhor Museu Industrial da Europa.

Mostra na França reúne obras do Grupo de Bloomsbury

O museu "La Piscine", na cidade de Roubaix, norte da França, apresenta até 23 de fevereiro de 2010 a exposição "Le groupe de Bloomsbury", com quadros, manuscritos, cartas, livros e fotografias do movimento artístico inglês do início do século 20.


Fundado em 2001, o "La Piscine" - um antigo espaço de piscina municipal - refaz a trajetória do grupo que se inspirou nos modernistas franceses e tinha como figura central a escritora Virginia Woolf. Integravam o círculo do bairro londrino de Bloomsbury: Roger Fry, Clive Bell, Duncan Grant, Vanessa Bell e o economista John Maynard Keynes, este último atualmente na roda dos debates sobre a crise financeira mundial.

"Nascido no início do século passado no bairro londrino que lhe deu nome, o grupo se torna um fenômeno cultural único", diz a curadoria. As obras literárias de Virginia Woolf e as exposições organizadas por Roger Fry, que abriram a Grã Bretanha para a arte moderna, nasciam de um cruzamento de disciplinas.

A exposição reúne ainda quadros de Cézanne, Picasso, Matisse, Van Gogh e Gauguin, os mestres franceses. Parte do acervo veio de arquivos públicos e privados da Grã Bretanha, França e Alemanha. São mais de 150 obras: quadros, cerâmica, mobiliário e têxtil. A regra do grupo era exercer a crítica interna sem as barreiras do comodismo.

Terra Magazine (http://terramagazine.terra.com.br/ Terça, 29 de dezembro de 2009)

«Rios Douro» - As muitas faces do grande rio do Norte

«Rios Douro», a exposição que fará mostra das várias faces do grande rio do Norte, actor principal do Património Cultural da UNESCO, inaugura a 14 de Dezembro.

O evento está integrado num ciclo de actividades culturais que o Museu do Douro promove até 2011.

Café Portugal sexta-feira, 20 de Novembro de 2009


No dia em que se assinalam os oito anos sobre a classificação do Douro como Património Mundial da Humanidade, a 14 de Dezembro, o Museu do Douro, em Peso da Régua, inaugura a exposição «Rios Douro». Uma mostra que presta homenagem ao grande rio do Norte, actor principal de toda uma região. Assim o vê o director do museu, Fernando Maia Pinto.

A paisagem natural, agrícola e construída, os costumes, trajes, os rostos das populações são elementos do Douro presentes numa exposição que percorre diferentes olhares e abordagens da pintura, à etnografia, documentos escritos e fotografias.

Fernando Maia Pinto, descrevendo a exposição que decorre até Abril de 2011, refere-se a uma mostra que começa com um Douro de «estética» mas que depois evolui para caminhos mais tecnológicos.


Contribuem para a exposição «Rios Douro» Joaquim Lopes, Manuel Casal Aguiar, Lixa Felgueiras, entre outros. A mostra inclui uma instalação na qual um barco rabelo (apto ao transporte de Vinho do Porto no rio Douro) será recuperado ao vivo.

O Museu do Douro vai investir 2,4 milhões de euros em 2010 numa programação que inclui a realização de várias exposições, 41 concertos e o reforço da rede com mais cinco núcleos museológicos espalhados pelo território duriense.

Exposição "Remade in Portugal" mostra a partir de hoje peças ecológicas no Museu da Electricidade

29.07.2009
Lusa

A exposição "Remade in Portugal" é inaugurada hoje à noite com peças de design ecológico de cerca de três dezenas de criadores portugueses no Museu da Electricidade, sob o título "A um Passo do Sonho".

Pela terceira vez consecutiva em Lisboa, a exposição surge este ano em contexto de crise global, e pretende chamar a atenção para a importância de hábitos de consumo responsáveis, o impacto do desperdício na sociedade e na natureza, além da criação de soluções sustentáveis para o futuro.

O director artístico do projecto "Remade in Portugal", Roberto Cremascoli, disse à Agência Lusa que, desde o início, em 2007, a iniciativa conseguiu que fossem desenvolvidos 105 peças de design ecológico e colocar metade em produção e comercialização.

A iniciativa conta este ano com a participação exclusiva de artistas portugueses de várias áreas, desde as artes plásticas, design, arquitectura e moda como Rita Garizo, Joana Vasconcelos, Nuno Cera, Ana Salazar, Maria Gambina, Alda Tomás, Carlos Aguiar, Ricardo Dourado, João Mendes Ribeiro, entre outros.

"Remade in Portugal" divide-se em seis núcleos, começando por uma chamada de atenção para os problemas ambientais que assolam o país - a seca, as inundações e os incêndios - através de um "Alerta" em vídeo concebido pelo artista Nuno Cera.

Segue-se o "Labirinto Remade", com obras feitas em materiais reciclados por profissionais das áreas do design, arquitectura e moda, depois surge o núcelo "Novos Talentos", com obras também recicladas criadas por finalistas universitários.

O quarto núcleo chama-se "Arco do Triunfo", criado pelo artista plástico Xana, e o seguinte é a instalação "The order of today is the disorder of tomorrow" de Pedro Valdez Cardoso.

O "Jardim do Éden", criado pela artista Joana Vasconcelos, fecha a exposição, com uma imagem do paraíso que remete para o tema do sonho do "Remade in Portugal", projecto que conta com o apoio institucional da Agência Portuguesa do Ambiente e Direcção Geral das Artes do Ministério da Cultura.

Criado originalmente em 2004 pela Regione Lombardia, em Itália, o projecto obteve a adesão do Ministério do Ambiente italiano e de vários consórcios ligados à reciclagem, passando a "Remade in Italy", com a finalidade de difundir a cultura do eco-design e do desenvolvimento sustentável.

A partir do projecto "Remade in Italy" foi criada uma rede da qual já fazem parte, Portugal, Chile, Brasil e Argentina. Espanha e França vão ser os próximos países a aderir a esta iniciativa.

A exposição "Remade in Portugal" estará patente ao público até 13 de Setembro.


in http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1393761

Museu do Design e da Moda (MUDE) - no edifício do BNU, na Rua Augusta, em Lisboa.



Texto e imagem adaptados da revista
Máxima.

"As colecções de Design e de Moda reunidas por Francisco Capelo estão a partir de agora no mesmo Museu, em plena Baixa lisboeta.
Bárbara Coutinho, directora do MUDE, explica-nos as opções tomadas.

Por Anabela Mota Ribeiro
Fotografia de Pedro Bettencourt





Bárbara Coutinho considera 2009 o ano de abertura do Museu do Design e da Moda, que dirige, porque o MUDE passará agora a oferecer uma programação contínua. O novo Museu ocupa o antigo edifício do BNU, na Rua Augusta, em Lisboa.

Duas exposições estão calendarizadas: Antestreia, de 21 de Maio a Outubro, e logo depois É proibido proibir.

Somam-se ainda uma Sala de Ensaio para residências de designers e o projecto Combo, em 13 lojas tradicionais da Baixa.

Antestreia é a primeira exposição do Museu do Design e da Moda. O que é que propõe?
É um preview do que o museu é, ou pode vir a ser. A exposição tem 15 núcleos, 15 momentos importantes na história do design e da moda. São peças que foram ícones de uma época, que alteraram hábitos, mentalidades, o modo de viver, a relação com o corpo. Existe uma linha cronológica subjacente, mas ela não é fechada em si mesma. O trabalho que tenho desenvolvido com os arquitectos do atelier do Ricardo Carvalho e da Joana Vilhena sublinha a transversalidade das peças, a proximidade entre elas.

Como é que são dispostas no espaço?
O espaço não vai ter divisórias. A pessoa entra e tem uma perspectiva de conjunto. Que vai manter-se sempre. Aproxima-se do núcleo onde pode ver as peças do Corbusier ou do núcleo Galliano, ou do grupo Memphis, ou da peça A, B ou C. As ligações e os diálogos entre formas, técnicas e influências estão sempre lá.

O edifício é tido como uma personagem da exposição?
É uma personagem como são as peças. Este edifício, antiga sede do BNU, é o último do Cristiano da Silva. O que respiramos ali é uma espacialidade de um luxo já decadente: as colunas descarnadas, o estuque meio partido, os tectos e as paredes no estado em que estão... Essa ambiência, vamos manter.

Do vasto espólio do museu, seleccionou para esta exposição 175 peças. Quer destacar duas e fazer o seu enquadramento?
Uma cadeira do Hans Wegner, do final dos anos 40, tipicamente do design escandinavo. Foram escolhidas para o cenário do debate Kennedy-Nixon. (Kennedy decidiu que o debate iria ser de pé e ficaram as duas cadeiras vazias…) Vamos ter as imagens do debate junto com a peça. Outra peça: um vestido que recupera todo o glamour dos anos 50, com uma cauda de seis metros, desenhado por Galliano quando foi director artístico da Givenchy. O vestido vai surgir como protagonista, sozinho no espaço, mas em relação com o filme A Dama de Shangai, do Orson Welles, com a Rita Hayworth no meio dos espelhos. Esse filme permite ao visitante ter uma noção mais teatral, múltipla da realidade da moda. E Galliano tem esse sentido da teatralidade."




Texto e imagem adaptados da revista Máxima.


DAMA DE ELCHE - UM BELO ENIGMA IBÉRICO


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A Dama de Elche - Busto de mulher, encontrado, por acaso, em Elche, província de Alicante (Espanha), perto do mar. No local têm aparecido objectos de quase todas as épocas.
Com 56 cm. de altura, lavrado em calcáreo, é um dos monumentos escultóricos mais notáveis de origem peninsular.
Deverá datar do século IV ou V a.C.
Está presentemente no Museu Arqueológico de Espanha, em Madrid.
O busto foi originalmente colorido (ver, abaixo, um desenho de Francisco Vives com uma hipótese das cores iniciais).
Acha-se em bom estado de conservação.
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O seu significado e origem permanecem misteriosos.
Não há dúvida ter sido o seu autor ou grego ou indígena helenizado, tal a perfeição das feições e dos ornatos que exibe, não só no alto da cabeça (tiara) como aos lados, onde aparecem umas caixas circulares para nelas serem metidos os cabelos, depois de enrolados.
Apresenta ainda um diadema na fronte, colares ao pescoço e uma mantilha nos ombros.
A peça tem um largo orifício atrás, onde, de resto, a escultura é menos cuidada.
Seria, talvez, uma peça funerária, modelada sobre a face da defunta - e que guardaria na cavidade praticada no busto a sua urna cinerária ou objectos sagrados? Seria uma divindade? Jamais haverá uma resposta definitiva.
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(Texto adaptado de Verbo - Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura e de Wikipédia).

Restauro da pintura "Inmaculada de Los Venerables", de Murillo, Museu do Prado

Murillo, Bartolomé Esteban. La Inmaculada Concepción de los Venerables o de ''Soult'',
Hacia 1678. óleo sobre lienzo.
Antes y después de la restauración.



Entre las vírgenes pintadas por Murillo, la Inmaculada de Los Venerables que conserva el Museo del Prado es sin duda una de las más bellas y emblemáticas. El proceso de restauración llevado a cabo en el Area de conservación del Museo del Prado por María Álvarez-Garcillán ha sido capaz de devolver a la pintura el esplendor estético original.


Veja-se todo o processo em
http://www.museodelprado.es/investigacion/restauraciones/restauracion-de-la-eminmaculada-de-los-venerablesem-de-murillo/

"La deuda de Picasso"


Aún a pesar de su fama de megalómano, resulta que Picasso sintió a lo largo de su vida una profunda admiración por otro pintor que no fue él mismo: Paul Cézanne. No es para menos si se tiene en cuenta todo lo que el genio malagueño debe al francés; para empezar, el origen del cubismo. Sin Cézanne, Picasso no hubiera existido como tal y ahora, una exposición en el Museo Granet en Aix-en-Provence, al sur de Francia, nos habla de la admiración sentida hacia el que Picasso consideró su "único y singular maestro".



La simultaneidad de puntos de vista, junto con la fragmentación de la realidad en volúmenes geométricos, son los fundamentos básicos en los que se sustenta el cubismo inicial: el denominado cubismo cezaniano. Si bien es verdad que Picasso es el artista estandarte de la corriente, Cezanne -"catalogado" por la historiografía artística como el padre del arte moderno- está considerado el iniciador de la misma. En su famosa Montana de Santa Victoria podemos encontrar el primitivo manifiesto del movimiento que más tarde desarrollarán artistas como Braque, Juan Gris o el propio Picasso, quien además sentía una profunda admiración y respecto por el maestro provenzal.

Las similitudes entre la producción de ambos es clara, como pone de manifiesto la exposición propuesta por el Museo Granet, aunque Picasso siempre se mantuvo a una respetuosa distancia del francés no incurriendo en la imitación, como sí hizo con artistas como Delacroix, Manet o Ingres. Picasso lo que hará es tomar los descubrimientos de Cézanne en materia de composición y aprehensión de la percepción visual; dos temas en los que Cézanne demostró un profundo interés y cuya investigación le permitió desarrollar una evolución propia sorprendente, una vez al margen del impresionismo pero a partir del bagaje adquirido durante el ejercicio del mismo.


La muestra "Picasso-Cézanne" establece un hilo conductor a través de la relación de ambos maestros y sus semejanzas formales mediante la muestra de algo más de un centenar de obras, donde puede apreciarse la fuente de inspiración que Cézanne constituyó para el español y el sentido deseo de homenaje de éste hacia el que consideraba su maestro. La exposición, que estará abierta hasta el 27 de septiembre, cuenta con el aliciente de poder disfrutar de algunas de las grandes obras del cubismo y la apertura al público, por primera vez, del Castillo de Vauvenargues.

Más información: Musée Granet in http://www.museegranet-aixenprovence.fr/www/index3.html

in http://www.artelista.com

Joaquín Sorolla (1863- 1923)




Llega la guinda a la cadena de exposiciones dedicadas a Sorolla que se han ido enlazando a lo largo de los meses en España: el Museo del Prado (Madrid) acaba de inaugurar una impresionante retrospectiva dedicada al maestro valenciano, con aportaciones del Museo Sorolla de Madrid, la Hispanic Society of America y obras provenientes de diversas instituciones y particulares. Un monográfico, cuya inauguración estuvo a cargo de la Reina Doña Sofía, que permite realizar un completo recorrido por todas las etapas estilísticas del autor, conformando una visión global de una obra que tiene mucho más que ofrecer de lo que parece.

"Luz"
, "color" y "valenciano" son los adjetivos más corrientes a la hora de hacer referencia a la producción de Sorolla; pero este pintor es mucho más: es también denuncia social y documento histórico, al tiempo que belleza, alegría y pintura sin pretensiones. Una combinación extraña de encontrar en la temática de un mismo autor, hija del binomio italo-parisién de sus años de formación. Sorolla fluctúa entre sus temas burgueses, luminosos y desenfadados, donde la gran protagonista es la infancia, y los lienzos costumbristas y de temática social. Ahora, más de un centenar de pinturas recogen las diversas etapas de este pintor, uno de los más destacados representantes del impresionismo español, dando forma a un excepcional fresco que ofrece, por primera vez, a Sorolla al completo.

Una
reunión de obras maestras -como !Aún dicen que el pescado es caro!, Paseo a la orilla del mar, o Trata de blancas, entre otras- que pone el punto final con la mayor grandeza a toda la serie de exposiciones celebradas en los últimos meses sobre el autor, y que vendría a sumarse a la línea de antológicas de destacados maestros de la pintura española que en los últimos tiempos ha llevado a cabo el Museo del Prado. Una muestra que invita además a todos los amantes del arte a realizar un acercamiento a la casa-museo de Sorolla, en Madrid, y probablemente será el punto de partida para la recuperación de la memoria de otro buen número de artistas de la transición del s.XIX al XX, como Agustín Riancho, Beruete, Zuloaga o Regoyos (hoy día, por desagracia, escasamente "de moda")
in http://www.artelista.com


Museo Nacional del Prado

Joaquín Sorolla (1863- 1923)

Fechas Del 26 de mayo al 6 de septiembre de 2009

Salas Edificio Jerónimos A, B, C y D

Con el patrocinio deLogotipo de Bancaja
Venta y reserva anticipada de entradas
A través del Centro de Atención al Visitante (CAV)
Tl. 902 10 70 77 - Compra online
Individual: 9 €
Reducida: 4.50€


Venta de entradas en taquilla
General: 10 €
Reducida: 5 €
Esta tarifa será de aplicación durante todo el horario y días de apertura.

Reducciones y exenciones según normativa vigente.
Ventas de entradas en las taquillas 3, 4, 5 y 6 de Goya Baja.
Su adquisición da derecho de acceso a las exposiciones temporales coetáneas y a la Colección Permanente del Museo.

No está permitido el acceso de grupos en esta exposición.

Accesos
Puerta de los Jerónimos
Puerta de Velázquez (Acceso directo con venta anticipada)

in http://www.museodelprado.es

18 de Maio - Dia Internacional dos Museus


MUSEUS EM FESTA


O Dia Internacional dos Museus, uma iniciativa do ICOM (Conselho Internacional de Museus da UNESCO), celebra-se em todo o mundo no dia 18 de Maio, este ano sob o tema “Museus e Turismo”.

Em Portugal, nos últimos anos, o mês de Maio tem vindo a associar-se na opinião pública aos museus devido a esta importante celebração, a que acresce a Noite dos Museus, que se comemorou este ano no dia 16 de Maio, no Sábado anterior ao Dia Internacional dos Museus.

Com estas celebrações, os Museus e Palácios do IMC assim como os Museus da Rede Portuguesa de Museus proporcionam aos visitantes actividades de dinamização cultural criativas, pluridisciplinares e transversais, que estimulem o conhecimento e a aproximação dos diferentes públicos aos patrimónios e regiões dos Museus e Palácios, com vista ao desenvolvimento sustentável do turismo nestes locais.

O conjunto de iniciativas previsto para este período de Maio é abrangente e sugestivo sendo de destacar: visitas orientadas às exposições, inaugurações de novas exposições, conferências, palestras e debates, concursos, oficinas pedagógicas, jogos, projecção de filmes, espectáculos de teatro, concertos, animações de rua e desfiles.

Veja-se a programação completa ou a programação relativa Lisboa e Vale do Tejo onde pertencem os Museus mais perto de todos nós.

in http://www.imc-ip.pt/diadosmuseus

PINTURAS CANTADAS




Imagem da Exposição Pinturas Cantadas
Exposição Pinturas Cantadas
PINTURAS CANTADAS
Arte e performance das mulheres de Naya


A exposição Pinturas cantadas: arte e performance das mulheres de Naya, mostra as obras realizadas pelas mulheres das comunidades Patua do Estado de Bengala na Índia que cantam as histórias que pintam em extensas tiras de papel. Os temas tanto retomam o reportório das tradições orais da comunidade como falam de mudanças sociais e políticas e acontecimentos que marcam a vida da aldeia, do país ou do mundo.

Apresentação do catálogo
Joaquim Pais de Brito
Director do Museu Nacional de Etnologia

As exposições nascem muitas vezes por acaso. Assim foi com as Pinturas cantadas que este catálogo dá a conhecer. No seu começo está o encontro com Lina Fruzzetti e Ákos Östör que, numa visita a Portugal em Maio de 2006 para apresentar o filme com o mesmo nome, traziam com eles algumas das pinturas feitas pelas mulheres de Naya, aldeia do Estado de Bengala por eles estudada ao longo de muitos anos.

Abrir aqueles rolos foi para nós uma revelação e um encantamento. São pinturas em folhas de papel justapostas, coladas em tecido, muitas vezes reaproveitadas de outros usos, que as torna mais flexíveis e resistentes à sua continuada manipulação. Ali se encontram representados os mais variados temas, uns retomados da tradição oral, onde divindades e personagens de toda a índole são protagonistas de histórias inúmeras vezes repetidas, outros abordam assuntos da mais próxima actualidade. Pode tratar-se da narração de acontecimentos de grande ressonância mediática e planetária, como o ataque ao World Trade Center de Nova Iorque em 11 de Setembro de 2001, ou o tsunami de Dezembro de 2004. Mas podem também ter o alcance de uma campanha informativa e cívica, como ocorre com a luta contra a Sida ou contra a discriminação de género, que no infanticídio de bebés do sexo feminino encontra uma das suas mais radicais e violentas manifestações.

Como se percebe pelo texto de introdução e pelas biografias destas mulheres, estamos perante uma forma de expressão e prática cultural de grande profundidade temporal, antes desempenhada por homens, mas que as mulheres foram aprendendo e utilizando como instrumento da sua afirmação e promoção económica. Para tal, tiveram de conjugar a competência técnica do desenho e da pintura com a capacidade performativa da narrativa que se consubstancia nas canções que dão corpo à pintura.

Através do simples contacto com os rolos pintados percebem-se estilos pessoais, variações de linguagem e a profusa diversidade dos temas. Mas é o filme que há um ano teve a sua estreia europeia em Lisboa, e que agora faz parte integrante da exposição, que nos permite mergulhar num universo expressivo, tecido pelas relações sociais que revelam os quotidianos de uma aldeia e dos seus habitantes, as inquietações, as dificuldades, a capacidade de construção do futuro e de se projectar nele enquanto parte de um mundo mais vasto. E é também com o filme que ouvimos o canto das pinturas pelas vozes destas mulheres, que com entusiasmo viveram a preparação desta exposição em frequente contacto com os investigadores que a tornaram possível, e que não pudemos ter connosco para com o seu canto ouvir a sua pintura, como chegou a estar programado.

Museu Nacional de Etnologia
Avenida Ilha da Madeira
1400-203 Lisboa

Francis Bacon no Museu do Prado até 19 de Abril

Francis Bacon

Detalle Tríptico en memoria de George Dyer, Óleo sobre lienzo, 198 x 147.5 cm. 1971.Riehen, Basilea, Fondation Beyeler

Con motivo del centenario del nacimiento de Francis Bacon (1909-1992) se celebra esta gran retrospectiva organizada por la Tate Britain de Londres y el Metropolitan Museum of Art de Nueva York, en colaboración con el Museo del Prado. La exposición, que cuenta con un conjunto de 78 obras, recorre las etapas clave de uno de los artistas más brillantes del siglo XX.

El Área de Educación del Museo del Prado ha organizado un programa de actividades con la intención de acercar al público la vida y la obra del artista dublinés, a través de itinerarios didácticos, proyecciones, un ciclo de conferencias y un ciclo de cine.

Casa-Museu José Anastácio Gonçalves


Objectos da Rainha D. Amélia expostos pela primeira vez


Os anos de exílio da Rainha D. Amélia

Colecção Rémi Fénérol

20.Nov.08 a 30.Abr.09



Objectos que pertenceram à Rainha D. Amélia, mulher de D. Carlos, vão ser expostos pela primeira vez ao público, em Lisboa, a partir de quinta-feira, na Casa-Museu José Anastácio Gonçalves. LUSA

"Cerca de 90% dos objectos são expostos pela primeira vez, apenas dois vestidos já estiveram numa exposição em Versalhes, localidade onde a Rainha era muito querida pelo seu apoio à população e obras de caridade", disse à Lusa o director da Casa-Museu, José Alberto Ribeiro.

Além de vestidos, na exposição, que estará patente até Abril, poderão ver-se jóias, papéis diversos como anotações das suas visitas, esculturas, pinturas, objectos de culto, cardápios e dois diários.

"Os diários referem-se ao tempo em que D. Amélia foi voluntária da Cruz Vermelha, durante a I Grande Guerra (1914-1918)", indicou José Alberto Ribeiro.

Uma outra curiosidade é o último menu da Família Real em Portugal, relativo ao almoço de 5 de Outubro de 1910, além de muitas outras ementas pintadas por Enrique Casanova.

Esta exposição, explicou o director da Casa-Museu, "insere-se no conceito de uma colecção na casa de um coleccionador, na medida em que os objectos expostos são parte da colecção de Rémi Fénérol sobre objectos da realeza".

O médico José Anastácio Gonçalves, falecido em 1965 em Leninegrado (actual São Petersburgo), foi um coleccionador de arte portuguesa, tendo sido amigo, entre outros, de José Malhoa.*)

Referindo-se a Fénérol, José Alberto Gonçalves esclareceu que o coleccionador seguiu os passos dos herdeiros dos antigos empregados da Rainha a quem esta, ao longo da vida, ofereceu jóias e objectos pessoais, e que "só se desfizeram desses bens na década de 1980".
Última francesa coroada

Para os franceses, D Amélia "tem um destaque especial, na medida em que foi a última francesa coroada Rainha", assinalou.

Bisneta do rei Luís Filipe de Orléans, D. Amélia casou-se com D. Carlos na Igreja de S. Domingos, em Lisboa, em 1886.

A exposição mostra, não só objectos que saíram de Portugal há cerca de um século, como outros que a Rainha foi adquirindo durante as suas estadas em Inglaterra e em França, onde faleceu, em Chesnay, em 1951.

Fazem parte da mostra, entre outros, quadros pintados por D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe e aguarelas pintadas pela própria Rainha, bem como objectos de culto como crucifixos e jóias pessoais que a república restituiu em 1911 a D. Manuel II e a D. Amélia.

José Alberto Ribeiro, a este propósito, citou uma frase de D. Amélia, que, referindo-se á jóias devolvidas, escreveu: "Nem um alfinete faltou".

Esta exposição visa atrair mais público à Casa-Museu, que este ano recebeu já 10.000 visitantes.

O historiador Pedro Tavares, em declarações à Lusa, louvou a iniciativa, afirmando que "é através destes eventos que se dinamiza um espaço museológico como a Casa-Museu Anastácio Gonçalves, que tem óptimas características".

Localizada na zona de Picoas, a Casa-Museu reúne essencialmente objectos de uso quotidiano de finais do século XIX e da primeira metade do seguinte e uma colecção de arte portuguesa.

"O facto de Anastácio Gonçalves ser um convicto republicano não choca de forma alguma com a sua casa receber agora objectos da Rainha", observou o historiador.

_________
* (Este, foi o primeiro dono da casa, tendo feito de um salão envidraçado de alto-abaixo, no primeiro piso, o seu atelier- Maria Celeste Monteiro)

Ode ao Flamenco

A derradeira síntese da tradição com a modernidade é o Museo del Baile Flamenco (o primeiro do género no mundo), no coração de Santa Cruz (Sevilha), fruto da perseverança da decana bailarina e coreógrafa Cristina Hoyos em devolver o Flamenco à cidade.

A técnica nunca fez os bailarinos de Flamenco, assim como não há escolas para formar poetas, contudo, este é o lugar mais próximo da sua alma. Se a origem territorial do Flamenco é impossível de apurar (da Andaluzia ao Rajastão, do Cairo ao Peloponeso, tudo é possível), no museu de Hoyos há todas as noites uma reencarnação genuína do seu canto e dança orquestrados por ciganos veros num tablao criado a rigor. Nos bastidores, dominados pela imagem e pela tecnologia, houve mão do cineasta Carlos Saura – autor da trilogia Tango, Flamenco e Fado.

Salas amplas e largos corredores de painéis recebem visionamentos (muitos deles filmes raros e inéditos) com os jogos de ancas dos mestres do ofício e testemunhos das diferentes escolas de Flamenco: madrilena, sevilhana, de Jerez e Granada.

Das academias aos cafés, da Cuenca de Paris à Macarrona de Berlim, da Majerona de Cádis às memórias de Fanny Essler em Havana (entre 1840-1900). Seguem-se as bifurcações entre o Flamenco e o Bolero, os estilos distintos de Antónia Mercê “La Argentina” e Encarnación Lopez “La Argentinita”, ou Pastora Império (de 1901 a 1940).

O jogo repete-se de 1941 a 1975. Os nomes dos bailarinos então em voga, António Ruiz Soler António”, Rosario, Carmen Ayala, Pilar López, Matilde Coral… rivalizam na fama mundial com os de outros tablados como Nureyev ou Nijinsky.

A consagração da estética do Flamenco dá-se a partir de 1976 e os seus autores são a própria Cristina Hoyos, Guito, Antonio Gades e Farruco. No tablao, diante de plateia estarrecida, um homem e uma mulher dançam Seguirillas e Soleás com o compasso de uma mera guitarra, o eco de palmas e o canto pungente do romanceiro cigano.

Museo del Baile Flamenco – C/ Manuel Rojas Marcos, 3, Sevilha, tel. 0034 954 340311,

www.museoflamenco.com

Rembrandt. Pintor de historias - Museu do Prado, Madrid

Rembrandt. Pintor de historias - Museu do Prado, Madrid
15 octubre 2008 - 6 enero 2009


De entre los grandes maestros de la pintura europea, Rembrandt es uno de los menos representados en el Museo del Prado, que cuenta sólo con una única obra del maestro holandés, Artemisia (1634). Por esta razón, el Museo ha decidido organizar una exposición que permita a su público acercarse a la obra de este artista extraordinario. Con alrededor de 35 pinturas y 5 estampas procedentes de los principales museos de Europa y Estados Unidos, la exposición, patrocinada por BBVA, se centrará en torno al tema de Rembrandt como pintor narrador: aunque el maestro de Leiden fue también un gran pintor de retratos y de paisajes, su faceta como pintor de historia muestra con especial claridad la forma en la que su arte emana de la tradición de la pintura renacentista europea y, al mismo tiempo, permite comprobar su originalidad. Es precisamente este aspecto del arte de Rembrandt el que mejor conecta, y al mismo tiempo el que mejor contrasta, con la tradición pictórica que representa el Prado. Así, será fascinante tener la oportunidad de observar sus obras junto a las de algunos artistas que fueron sus principales fuentes de inspiración, especialmente Tiziano y Rubens, y poder comparar su respuesta a esas fuentes en el mismo escenario donde se ve a Velázquez, también heredero de esa misma tradición, respondiendo a ellas.

En la exposición estarán representadas todas las fases de la carrera del artista. De sus obras de juventud cabe destacar la presencia del cuadro San Pedro y San Pablo, que prestará al Prado la National Gallery of Victoria de Melbourne. También estarán presentes varias obras maestras de la fase de madurez del pintor, entre 1631 y 1651 aproximadamente, como el monumental Sansón y Dalila del Stádel Museum de Frankfurt. Asimismo de la fase más personal de la carrera de Rembrandt, sus últimos años hasta su muerte en 1669, se mostrarán varias obras características de este periodo incluida una de las obras más importantes pintadas por el artista en estos años, la Betsabe del Museo del Louvre.
in http://www.museodelprado.es



El jardín de las Delicias, o La pintura del madroño

Autor: Hieronymus Bosch (El Bosco)
Título: El jardín de las Delicias, o La pintura del madroño
Cronología: 1500 - 1505
Técnica: Óleo
Soporte: Madera de roble; tabla
Medidas: 220 cm x 389 cm
Escuela: Flamenca


En el tríptico abierto se incluyen tres escenas. La tabla izquierda está dedicada al Paraíso, con la creación de Eva y la Fuente de la Vida, mientras la derecha muestra el Infierno. La tabla central da nombre al conjunto, al representarse en un jardín las delicias o placeres de la vida. Entre Paraíso e Infierno, estas delicias no son sino alusiones al Pecado, que muestran a la humanidad entregada a los diversos placeres mundanos. Son evidentes las representaciones de la Lujuria, de fuerte carga erótica, junto a otras de significado más enigmático. A través de la fugaz belleza de las flores o de la dulzura de las frutas, se transmite un mensaje de fragilidad, del carácter efímero de la felicidad y del goce del placer. Así parecen corroborarlo ciertos grupos, como la pareja encerrada en un globo de cristal en el lado izquierdo, en probable alusión al refrán flamenco: “La felicidad es como el vidrio, se rompe pronto”.

El tríptico cerrado representa en grisalla el tercer día de la creación del Mundo, con Dios Padre como Creador, según sendas inscripciones en cada tabla: “Él mismo lo dijo y todo fue hecho” y “Él mismo lo ordenó y todo fue creadoGénesis (1:9-13).

Obra de carácter moralizante, es una de las creaciones más enigmáticas, complejas y bellas de El Bosco, realizada en la última etapa de su vida. Adquirida en la almoneda del prior don Fernando, hijo natural del gran duque de Alba, Felipe II la llevó a El Escorial en 1593.

Es depósito de Patrimonio Nacional en el Museo del Prado desde 1939.
in http://www.museodelprado.es


Uma das minhas pinturas favoritas!! Sempre que tenho a possibilidade de ir a Madrid, nunca, mas nunca, deixo de ir ao Museu do Prado para a ver. Considero-a absolutamente fabulosa e fantástica, ainda mais, atendendo à época em que foi feita ou, então, por isso mesmo, assim foi feita, tem representada todos os "medos" da época e todo o "fantástico" de sempre. Esta é a minha modesta opinião.- MM