Mostrar mensagens com a etiqueta José Mário Branco. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta José Mário Branco. Mostrar todas as mensagens

NA RESSACA DE ABRIL I

Afinal os cravos também ganham espinhos e a esperança dá lugar à desilusão. Afinal tanto caminho percorrido para dar em quase nada. A felicidade e as "Conquistas de Abril" foram afinal só para alguns.


RESISTIR É VENCER AO VIVO NO COLISEU

Uma obra ímpar na música portuguesa, o maior cantor/compositor português de todos os tempos esta é a minha sentida e humilde homenagem ao homem de Ser Solidário/Ser Solitário. tão esquecido neste país que gosta de esquecer os seus génios. Não esquecemos que para editar a obra prima que é o álbum Ser Solidário, boicotado por todas as editoras, recorreu à solidariedade dos seus inúmeros amigos que compraram o álbum antecipadamente para que, com o dinheiro da venda, o autor o pudesse editar. Resistir é Vencer aqui no espectáculo gravado no Coliseu dos Recreios em Lisboa.


"Ser Solidário" - José Mário Branco, do álbum com o mesmo nome



Neste Domingo de Páscoa em que se celebra a "Ressureição", o "Renascimento", o "Começar de novo", que a Solidariedade seja tida em conta no novo "Planeamento de Vida".

Queixa das Almas Jovens Censuradas



Música de José Mário Branco e letra de Natália Correia, retirado do youtube.
Obrigada ao "luishgr" que fez esta bela interpretação neste filme.

É só Inquietação, tanta Inquietação..........

José Mário Branco



JP Simões



Original: José Mario Branco

A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes

São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Ensinas-me a fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas

Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho

Cá dentro inquietação, inquietação,
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Cá dentro inquietação, inquietação,
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que devia perceber
Porquê, não sei
Mas sei
Que não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda