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Onde moras... (por Miguel Esteves Cardoso)

Esta a caricatura deste Portugal dos Pequeninos com sede na Assembleia da República que ninguém elegeu. Esta é a imagem cruel, mas verdadeira deste país... MEC é dos poucos portugueses que ainda pensam PORTUGAL!


Este é o país onde pensar é proibido. PENSAR NEM PENSAR, é o mote destes políticos que temos e que nunca elegemos... apenas elegemos aqueles que os burocratas e caciques dos aparelhos partidários nos impõem nesta democracia a fingir e que todos os ("jornalistas e intelectuais") que vivem da gamela do poder defendem. Não é um perigo para a democracia atacar estes políticos, mas vital para todos nós que esta classe tenha o destinos que todos os verdadeiros democratas e patriotas desejam: daqui para fora e já!

Já Fernando Pessoa dizia: "A Monarquia Portuguesa caiu por nunca ter tido partidos, separados por ideologias diferentes, mas apenas grupos sem noção diferente das cousas e, portanto, como em todo o caso onde a inteligência não impera, governados apenas pelos instintos e pela politiquice de caciques."


"Um dos grandes problemas da sociedade portuguesa é o trauma da morada.
Por exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.
Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide.
Nunca mais ninguém o viu.
Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!
Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide,como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide.
Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.
Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora emMassamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alfornelos, Murtosa, Angeja, ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.
Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau.
Ao ler os nomes de alguns sítios - Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na Europa.
De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar?
Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses.
Imagine-se o impacto de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar.
Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho).
E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro?
Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda.
Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso ?
Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra".
Ninguém é do Porto ou de Lisboa.
Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir.
Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).
É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away...").
Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa.
Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!!
Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros. Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), eacabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).

(Miguel Esteves Cardoso)

Clara Ferreira Alves - crónica no Expresso

Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a"prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODERmas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinitae pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem oque verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é umacoisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número denotícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica,da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecidas antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão decrianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
Clara Ferreira Alves - "Expresso"

A Oeste Nada de Novo - Cultura e Cidadania à espera de serem reconhecidos

A Oeste deste país adiado tudo continua na mesma. A cultura proposta continua a ser de construções grandiosas sem ninguém lá dentro. Museus sem projecto museológico e Centros Culturais sem projectos culturais. Inaugura-se um Centro Cultural e Congressos, titulo que demonstra grande ignorância, pois o titulo nada significa e o correcto seria Centro Cultural e de Congressos, que se resume a uma sala de espectáculos com bar com actividades acessórias. Dificilmente poderíamos ter um centro cultural onde faltam os agentes culturais - não é com um conjunto reduzido de burocratas que se faz um centro cultural, como já se provou nas Caldas dos anos 80 quando Caldas da Rainha significava Cidade Cultural. As associações culturais desapareceram e actividade cívica inexistente, para desgraça da nossa cidade. Como promover o turismo, grande mais valia da região, sem Cultura e Património cuidados?

Os bons exemplos devem ser divulgados para acabar com a actual atitude castradora reinante na nossa cidade. Proponho um site para ver com muita atenção É da ALAGAMARES, uma associação cultural sem fins lucrativos, sediada em Galamares, na freguesia de S. Martinho, em área classificada de património mundial, fundada com o objectivo de promover o debate e a acção cultural nas áreas da história, património, artes e ambiente do concelho de Sintra. Fundada em Março de 2005, a ALAGAMARES-Associação Cultural é actualmente constituída por cerca de 280 associados.

http://www.alagamares.net/

Eleitor em reflexão...


Existe algo de estranho nas últimas campanhas eleitorais para o Parlamento Europeu. Há quatro anos foram os actos trágicos que todos gostaríamos que não tivessem existido. Custaram a vida de um homem, por acaso cabeça de lista, que a democracia portuguesa tão necessita. Quem causou aquela morte estúpida no mercado de Matosinhos passou impune e. ao que parece, até foi promovido a chefe de gabinete ministerial. Elementos dos próprio partido se encarregaram do acto vil que ficou esquecido com a promoção da viúva a primeira figura.
Este ano, elementos nefastos da nossa democracia agrediram, em Lisboa-Martim Moniz, outro cabeça de lista às eleições com o pronto apoio e aplauso aos agressores por parte da cúpula do partido a que pertencem. O sindicalismo e a luta de trabalhadores convertida em luta politica de oposição ao governo.
Apenas escaramuças, comparadas com a tragédia das eleições anteriores. Contudo está animada a campanha com discursos inéditos neste eterno pântano de cumplicidades do bloco central. Os casos fraudulentos e nefastos para economia do país e as finanças dos portugueses entremeados com suspeitas de irregularidades de um centro comercial, deram o mote. A Europa deixou de ser, como devia, o foco da campanha, para dar lugar às acusações mútuas sem justiça à vista. Os problemas dos portugueses e o desespero dos desempregados, mais uma vez são relegados para as calendas...
Está interessante o discurso livre de Vital Moreira e as denúncias oportunas de Marinho Pinto a apelar à abstenção, como fosse preciso com tão pouca confiança que os políticos conseguem granjear. Manuela Moura Guedes continua a conquistar prémios de incompetência e aquela cara já só serve para assustar as criancinhas e para as lembrar que os "Morangos Com Açúcar" já acabaram...

O SENTIDO DA IGNORÂNCIA

Todos nós somos ignorantes até entendermos o sentido das coisas que têm sentido. Aliás , temos sentido muitas dificuldades em entender o novo conceito de espaço de tempo... Qual o espaço de tempo entre Lisboa e Porto? E se optarmos pela auto estrada estaremos a entrar no novo conceito de espaço de tempo monetário? A confusão está instalada e o mundo entrou em crise por não ser possível avaliar o que quer que seja...

A verdade é que todo o ensino está em causa com toda esta confusão. Com explicar que espaço e tempo são coisas distintas? Ah! Falta avaliar! Mas como avaliar se não é possível? E também faltam alunos nas escolas, agora povoada de formandos nas novas oportunidades e em cursos EFA (Ensino e Formação de Adultos). Razão têm os professores em recusarem serem avaliados: para quê mudar a situação que lhes é confortável? Catorze meses de ordenado elevado para dez meses de trabalho. Vinte horas de aulas por semana e quinze horas pagas para as preparar. Fossem eles formadores pagos a recibo verde e receberiam apenas as horas de formação efectivamente dadas, avaliação permanente e sem qualquer direito nem segurança.

Só podemos gostar daquilo que conhecemos e para isso damos a nossa contribuição com o novo instrumento "TimeSpace" que tudo mede e avalia. Acabaram-se as confusões...

in lacto véritas ou A Guerra em Sentido Lácteo

Enquanto as vacas portuguesas sofrem pelo forma como o seu leite foi tratado pelos sindicatos galegos, que derramaram milhares de litros de leite por causa da sua luta com o governo espanhol, a Agenda dos Sentidos homenageia com as bucólicas criaturas. Para não chorar pelo leite derramado, cantamos em coro com a vaquinha da Rua Sésamo!

Solidarios com o sofrimento e o orgulho das vacas nacionais, prestamos esta singela homenagem. Não é em vão que o seu leite foi derramado nesta guerra láctea. Derrotados na guerra das laranjas (Olivença era nossa), proclamamos o nosso triunfo em sentido lácteo ou seja "in lacto véritas"

No momento em que na China milhares de crianças estão quase a morrer, e outras já morreram por leite adulterado, devido a esta guerra láctea, por exemplo, ou nos campos de rugiados deste planeta, em que ninguém tem com que se alimentar.........os galegos não pensaram nisto, certamente..............

O Sentido da Insegurança


Portugal é um país de medo instalado. Todos temos medo de alguma coisa! Já não apenas medo do dia de amanhã, mas medo do que nos pode estar a acontecer neste momento e ainda ignoramos. Sabemos que vamos ser vitimas de algo, sabemos que estamos em perigo. Esperamos pelo assalto onde podemos morrer por acção de qualquer bandido portador de armas ilegais entretanto libertado pela legislação portuguesa que protege os arguidos e despreza as vitimas. Se tivermos sorte de não sermos apanhados a meio de um assalto ou apenas pelo desvario de alguém armado, e ainda tivermos a sorte de ter emprego, corremos o risco de o perder sem qualquer tipo de protecção. Se nada disco acontecer podemos ainda ser surpreendidos por uma penhora sem sentido das finanças obcecados em diminuir o deficit pela via das receitas e nunca reduzindo as despesas - eles gostam de matar logo quem tem tem dificuldades não dando qualquer hipotese de alternativa!. Temos medo de perder a casa por não conseguir pagar a hipoteca pelo aumento brutal dos juros - a Economia e as Finanças estão sempre acima das pessoas. Temos medo de ser apelidados de alarmistas por dizer que temos medo. Temos medo de falar, temos medo de perder o pouco que ainda nos resta! Ah!!!!!!! temos ainda a liberdade de ver que não temos futuro! Liberdade de viver numa sociedade sem direitos nem deveres. Liberdade exultada por uma velha esquerda que esquece as pessoas em troca dos "ideais".


Eu posso pensar em trocar alguma liberdade pela segurança de uma vida confortável e segura! Que mal há nisso?