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Louise Brooks - A Diva a cores

Possivelmente a diva mais fotogénica do cinema! A cores, a beleza e sensualidade que estimula os nossos sentidos...

"A Caixa de Pandora"

G. W. Pabst, com Die Büchse der Pandora, filma o carácter subversivo do amor louco, explorando o potencial erótico de Louise Brooks, transformando-a num mito e na eterna diva da historia do cinema.

Depois deste filme o expressionismo alemão deixará de ser mudo e a Alemanha, numa situação de miséria extrema e de desemprego, é campo fértil para discursos messiânicos que o inconsciente dos alemães desesperados amplifica. Rapidamente o nazismo impõe a sua força bruta.

A Boceta de Pandora (Die Büchse der Pandora)

Realização: Georg Wilhelm Pabst
Ano: 1929
Pais: Alemanha
Duração: 181 minutos

Ficha Artistica
Louise Brooks - Lulu
Fritz Kortner - Dr. Peter Schön
Francis Lederer - Alwa Schön
Carl Goetz - Schigolch
Krafft-Raschig - Rodrigo Quast
Alice Roberts - Countess Anna Geschwitz
Gustav Diessl - Jack the
Ripper

Os Sentidos do Cinema: o Debate!

O cinema é uma Arte/Indústria tão enraizada nos nossos sentidos que raras vezes escutamos os nossos sentidos para a sua importância na nossa existência e da forma como nos relacionamos com o mundo. O cinema alimenta os nossos sentidos conforme sentimos a necessidade de os estimular. Por vezes apenas queremos disfrutar a recreação desta indústria que deslumbra, assusta, seduz e comove. Outras, porém, optamos por sentir a arte que o cinema de autor nos dá, fazendo-nos pensar e sentir o prazer de analisar a obra que irrompe nos nossos sentidos. Mas fará sentido esta distinção? A agenda dos Sentidos quer participar neste debate recheado de polémica. Para isso apelamos a todos os cinéfilos que fomentem o debate para que cada vez mais as dúvidas continuem, saudavelmente, a alimentar os nossos sentidos!

Sentidos Cinéfilos: Uma Singular Beleza

Não existe Garbo. Não existe Dietrich. Existe apenas Louise Brooks.
Henri Langlois
"Monsieur Cinéma" fundou a Cinemateca Francesa e teve uma acção decisiva na preservação da memória fílmica durante o século XX.

Helder Monteiro