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Catedral de Beauvais

Corria o ano de 1284, em Beauvais, norte de França e um enorme desafio ao conhecimento medieval estava prestes a ser conseguido na criação da catedral. Contudo, ao ser construída a nave principal com cerca de 50 metros de altura, dá-se uma enorme derrocada. Mas a fé e a perseverança dos homens não os faz desistir e duplicam os pilares para garantirem maior estabilidade. Meio século depois, um dos mais belos monumentos, estava concluído. A Europa conhecia um novo estilo luminoso que se impunha às sólidas e austeras igrejas românicas baseadas no recolhimento e no temor a Deus. As catedrais transmitem agora toda a glória divina, cultivando a luz, a cor e a grandiosidade. Foi o triunfo do estilo Gótico.

Beauvais (Norte de França)



Catedral de Beauvais
Catedral de Beauvais (interior)

Jean Nouvel

La Torre Agbar en Barcelona, una de las últimas obras de Nouvel.
Edificio Gasometer en Viena, de Nouvel.
Hotel Puerta América en Madrid. Obra arquitectónica de Nouvel hecha entre 2003-2005.
Jean Nouvel



Pritzker es el nombre que recibe el premio de concesión anual considerado como el “Nobel de la Arquitectura” por su importancia y relevancia internacional. Y este año la mención ha ido a parar a un representante galo de la mejor arquitectura contemporánea: Jean Nouvel, un nombre que arrastra tras de sí una fuerte polémica desde el nacimiento de la Torre Agbar en Barcelona ( España ), pero que posee una clara conciencia de la responsabilidad social de la arquitectura.

Un premio con valores
Capacidad como arquitecto, un aporte a la Humanidad, y creatividad son los tres parámetros que se valoran a la hora de otorgar el Premio Pritzker. Este galardón, dotado con cien mil dólares, que concede la Fundación Hyatt ( Estados Unidos ) desde 1979 a un arquitecto en vida, busca promover valores de efectividad, talento y filantropía, o lo que vendrían a ser las traducciones contemporáneas de los dictados vitrubianos del buen hacer constructivo: “firmeza, comodidad y belleza”. Tanto su concesión, que suele levantar curiosidad por el nomadismo de las ceremonias de entrega, como su repercusión alcanzan un nivel mundial, multiplicando el prestigio del ganador y, por lo general, levantando alguna que otra ampolla, como sucede siempre con los grandes certámenes.

Y el ganador es…
“Un edificio, una idea” parece ser el mantra ideológico de Jean Nouvel, acérrimo defensor de los juegos lumínicos y los espacios integrados y de líneas puras, y último galardonado con el Premio Pritzker de Arquitectura 2008. Nouvel concibe cada proyecto de una manera diferente, sin patrones previos, radicando lo novedoso de su estilo precisamente en dicha característica: la ausencia de una “marca de la casa”.

Una torre “modelo”
Jean Nouvel es un arquitecto que arrastra polémicas y detractores, pero integrante a pesar de todo del top ten de los más reconocidos creadores del mundo. Uno de sus últimos escándalos tiene relación directa con un edificio de Norman Foster, curiosamente otro ganador del Pritzker: el 30 St Mary Axe ( 2001-04 ). La edificación de una torre de características similares en la ciudad de Barcelona ( la Torre Agbar ) en el 2005 desató fuertes comentarios en oposición a Nouvel, con la consiguiente sorpresa al ser conocida su mención como premiado.
in http://www.artelista.com/

OBRA GRÁFICA DE LE CORBUSIER NO CPS

Um soberbo conjunto de litografias realizado nos últimos dez anos de vida do arquitecto

Nas novas instalações do Centro Português de Serigrafia no Centro Cultural de Belém está patente até 31 de Agosto, uma exposição da Obra Gráfica do arquitecto e artista Le Corbusier (1887-1965), um dos grandes expoentes da arquitectura e da cultura do século XX.
A actual mostra dá-nos a conhecer mais um aspecto do versátil talento do arquitecto-artista. Desta mostra faz parte a litografia de 1963,“A mão aberta", considerada uma sua obra-prima, síntese da mensagem plástica que algumas palavras esclarecem: "Reconhece esta mão aberta/ a mão aberta/ levantada como/ um sinal de reconciliação/ aberta para receber/ aberta para dar".
Um soberbo conjunto de litografias realizado nos últimos dez anos da sua vida conjuga a depuração linear, o movimento e as sobreposições influenciadas pela colagem e pelo cubismo.
As obras apresentadas resultam da colaboração do artista-arquitecto com Heidi Weber e foram impressas pelo conceituado mestre francês, Fernand Mourlot. Heidi Weber, amiga e galerista de Le Corbusier, foi quem primeiro produziu o seu famoso mobiliário e tem sido a grande responsável pela divulgação da sua Obra Gráfica, quer no Museu Heidi Weber - Suiça, concebido pelo arquitecto, quer organizando exposições em mais de 45 países.
Esta mostra foi realizada em colaboração com a Galeria Aureus Fine Art – Suíça e é valorizada na sua exibição com uma moldura também criada por Le Corbusier.
Cada obra é ainda acompanhada de um certificado assinado por Heidi Weber.
A presente exposição da Obra Gráfica de Le Corbusier, corresponde a uma oportunidade única de ver ou rever aspectos menos divulgados da sua obra, um conjunto plástico de raro valor, onde estão presentes as grandes coordenadas que o celebrizaram, quer como arquitecto, quer como pintor.
Centro Português de Serigrafia
Centro Cultural de Belém,
Loja 7
1449-003 Lisboa
T. 213 162 175
Horário: todos os dias das 10h00 às 21h00.
Entrada gratuita.