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Nações Unidas pedem reforço de protecção para águas internacionais

O Navio Santa Cristina, de Portugal, utiliza o arrasto de profundidade para pescar peixes vermelhos (Sebastes marinus) no Norte do Oceano Atlântico. (2005)



Nações Unidas pedem reforço de protecção para águas internacionais
4 de Dezembro de 2009

A Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) adoptou hoje formalmente novas medidas para proteger os últimos refúgios da vida marinha no planeta: os oceanos profundos. Em Novembro, os países presentes na reunião aguçaram as medidas de protecção e relembraram às nações de pesca que é fundamental cumprir os compromissos assumidos.

A Greenpeace folga em saber que a ONU continua a reconhecer a necessidade de agir e proteger o que resta dos ecossistemas frágeis nas águas internacionais. No entanto, reforça que é fundamental que desta vez as palavras sejam traduzidas para acções concretas para cessar a destruição desperdiçadora e muitas vezes irreversível da vida no mar profundo.

É fundamental que a comunidade internacional mostre firmeza com todos os que continuam sem implementar as medidas inequívocas acordadas, reconhecendo que a pesca nestas condições é ilegal, não documentada e não regulamentada.

Resolução para proteger oceanos profundos

Em 2006, os governos presentes na Assembleia Geral das Nações Unidas adoptaram uma resolução desenhada para proteger os ecossistemas profundos em águas internacionais de práticas de pesca destrutivas. No entanto, três anos depois, poucas ou nenhumas das medidas previstas no acordo, conhecido como Resolução 61/105, foram efectivamente implementadas.

A resolução deste ano afirma com clareza que só podem existir actividades de pesca de profundidade nas zonas onde foram efectuadas avaliações de impacto ambiental e onde exista a garantia de que a pesca de profundidade não terá efeitos adversos significativos nos ecossistemas vulneráveis do mar profundo ou onde existam medidas para impedir tais impactos.

O acordo deixa ainda claro que os signatários têm o dever de proteger a sustentabilidade dos stocks de peixe de profundidade, com ciclos de vida lentos e maturidade reprodutiva tardia.

Apelo ao governo Português

Em Outubro, a Greenpeace e outras dez organizações não governamentais de ambiente com presença em Portugal, enviaram um apelo conjunto ao Governo a pedir para apoiar o fim à pesca destrutiva nas zonas desprotegidas do alto mar.

A pesca em alto mar representa apenas cerca de 0,0001% do valor da pesca global - em Portugal tratava-se de 0,12% dos navios em 2006 - e segundo um estudo recente, se não fosse pesadamente subsidiada, operaria com prejuízo.

Salvar os oceanos profundos

Para mobilizar a comunidade antes da nova discussão sobre pesca sustentável, a Greenpeace realizou uma campanha de sensibilização europeia em defesa do alto mar, a Roadtour “Oceanos em Perigo”. Durante esta campanha, foi lançado o apelo aos grandes retalhistas, que vendem 70% do peixe no mercado, para assumirem um papel na preservação da vida no mar profundo e retirarem as espécies de profundidade mais vulneráveis das suas prateleiras.

Graças ao apoio de milhares de portugueses, dos quais mais de 5.000 assinaram a petição para os retalhistas, a Greenpeace obteve resposta de três dos 5 maiores retalhistas. O LIDL afirmou já não comercializar espécies de profundidade na sua marca própria e o grupo Auchan vai retirar todas as espécies de tubarão ameaçadas das suas prateleiras a partir de 1 de Janeiro de 2010. O Grupo Jerónimo Martins também respondeu, mas não pretende agir para além das leis e regulamentações existentes, apesar de estas estarem claramente a prejudicar a sustentabilidade dos recursos marinhos (como exemplo, as quotas estabelecidas pela União Europeia estão sistematicamente 48% acima das recomendações dos cientistas para a preservação dos stocks).

Com os políticos mais uma vez a progredir a um ritmo muito inferior ao da destruição em alto mar, só a voz dos consumidores e dos retalhistas pode forçar as mudanças necessárias. A Greenpeace vai continuar a fazer campanha para eliminar a procura de pescado proveniente de pescas de profundidade destrutivas.

Entra em acção
Ajuda-nos a proteger um dos últimos refúgios da vida marinha do planeta!
Vê o vídeo
O Fundo da Linha


in http://www.greenpeace.org/portugal/noticias/nacoes-unidas-aguas-internacionais?mode=send



Greenpeace faz futurologia com líderes mundiais


Painéis colocados no aeroporto de Copenhaga mostram os líderes mundiais daqui a dez anos, pedindo desculpas por não terem agido enquanto podiam deter as alterações climáticas. A campanha de sensibilização é da autoria da Greenpeace e da 'tcktcktck.org', uma aliança de organizações ambientalistas.
A partir de hoje, os passageiros que transitarem no aeroporto de Copenhaga serão recebidos com painéis que apresentam os rostos de vários líderes mundiais, envelhecidos através de ferramentas de manipulação de imagem, colocando-os daqui a dez anos a desculpar-se pelo seu fracasso na hora em que podiam ter detido as alterações climáticas.
Este apelo à acção chega poucos dias antes do início da Cimeira de Copenhaga e tem, segundo o site da Greenpeace, o objectivo de "assegurar um acordo justo, ambicioso e vinculativo" entre os dirigentes das principais potências, incentivando-os a assumir as suas responsabilidades para com o meio ambiente numa altura em que ainda é possível atenuar o impacto da mudança do clima.
José Luis Rodríguez Zapatero, Nicolas Sarkozy, Barack Obama, Angela Merkel, Gordon Brown e Lula Da Silva são alguns dos rostos envelhecidos, surgindo ao lado da legenda que, em português, significará algo semelhante a: "Lamento. Podíamos ter detido uma alteração climática catastrófica... não o fizemos." Nos painéis consta ainda o repto à acção:"Age agora - muda o futuro".

Our Ocean Wonderland - Vaccuship and aerial trawler




How will we fish in the future? Find out about the revolutionary ways we can deal with empty oceans... or not.

Take Action now:
http://www.greenpeace.org/international/campaigns/oceans/marine-reserves/roadmap-to-recovery


Em português:
http://www.greenpeace.org/portugal

Gulbenkian antecipa Cimeira de Copenhaga com conferência sobre ambiente

in http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1405007

Pode haver prosperidade sem crescimento económico? Podemos ser mais felizes se consumirmos menos? Ou se vivermos de forma diferente? A urgência de reagir às alterações climáticas não estará a criar uma oportunidade para uma mudança global favorável a toda a humanidade?

Estes serão alguns dos temas da conferência “O ambiente na encruzilhada” que decorrerá a 27 e 28 de Novembro na Fundação Gulbenkian. Temas “interpelantes”, como os definiu Rui Vilar, presidente da instituição, temas que “apelam à inteligência e contrariam a preguiça”.

Numa altura em que se aproxima a decisiva Cimeira de Copenhaga para as Alterações Climáticas, onde se tentará chegar a um protocolo que substitua o de Quioto, a conferência da Gulbenkian poderia centrar-se no tema que hoje concentra as atenções, mas a Fundação, que desde 2007 conta o Programa Gulbenkian Ambiente, sob a direcção de Viriato Soromenho-Marques, preferiu um modelo mais abrangente.

"O sentimento de urgência que as questões ambientais colocam impõem uma intervenção serena e uma dimensão racional", explicou este responsável. Isto porque é necessário “encontrar vias de saída”, não apenas repetir diagnósticos.

Organizada em três painéis – “O estado do ambiente e as duas dimensões sociais”, “O estado do ambiente e as dimensões económicas” e “Governança para a sustentabilidade” – e quatro conferências principais, o encontro permitirá reunir especialistas como David King, ex-conselheiro científicos dos governos de Tony Blair e Gordan Brown, Gilles Lipovetsky, filósofo que falará sobre a felicidade no tempo do hiperconsumo, Julie Packard, directora do Oceanário de Monterey e uma das grandes especialistas mundiais em oceanos, e Jonathon Porritt, do Forum for the Future, uma das vozes mais iconoclastas do ambientalismo britânico.

No encontro que ontem teve com vários jornalistas, o presidente da Fundação, Rui Vilar, referiu o seu desejo de, com esta e outras iniciativas, quebrar o tabu que rodeia a procura individual da felicidade. “Por pudor nunca falamos de se somos felizes”, referiu, mas um futuro sustentável também passará por olhar para vida para além dos índices económicos com que habitualmente se mede a “riqueza” de cada país. “Nas nossas diferentes áreas vamos querer reflectir sobre a felicidade de uma forma séria”, acrescentou. O que, na área do ambiente, passa por discutir a arte de viver ou pensar que mais crescimento e mais riqueza nem sempre se traduzem em mais prosperidade – hoje ou no futuro.

in http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1405007

Limpeza geral voluntária



No dia 03 de Maio de 2008, 50.000 voluntários limparam mais de 10 mil toneladas de lixo deixando a Estônia totalmente limpa!!!

Exposição "Remade in Portugal" mostra a partir de hoje peças ecológicas no Museu da Electricidade

29.07.2009
Lusa

A exposição "Remade in Portugal" é inaugurada hoje à noite com peças de design ecológico de cerca de três dezenas de criadores portugueses no Museu da Electricidade, sob o título "A um Passo do Sonho".

Pela terceira vez consecutiva em Lisboa, a exposição surge este ano em contexto de crise global, e pretende chamar a atenção para a importância de hábitos de consumo responsáveis, o impacto do desperdício na sociedade e na natureza, além da criação de soluções sustentáveis para o futuro.

O director artístico do projecto "Remade in Portugal", Roberto Cremascoli, disse à Agência Lusa que, desde o início, em 2007, a iniciativa conseguiu que fossem desenvolvidos 105 peças de design ecológico e colocar metade em produção e comercialização.

A iniciativa conta este ano com a participação exclusiva de artistas portugueses de várias áreas, desde as artes plásticas, design, arquitectura e moda como Rita Garizo, Joana Vasconcelos, Nuno Cera, Ana Salazar, Maria Gambina, Alda Tomás, Carlos Aguiar, Ricardo Dourado, João Mendes Ribeiro, entre outros.

"Remade in Portugal" divide-se em seis núcleos, começando por uma chamada de atenção para os problemas ambientais que assolam o país - a seca, as inundações e os incêndios - através de um "Alerta" em vídeo concebido pelo artista Nuno Cera.

Segue-se o "Labirinto Remade", com obras feitas em materiais reciclados por profissionais das áreas do design, arquitectura e moda, depois surge o núcelo "Novos Talentos", com obras também recicladas criadas por finalistas universitários.

O quarto núcleo chama-se "Arco do Triunfo", criado pelo artista plástico Xana, e o seguinte é a instalação "The order of today is the disorder of tomorrow" de Pedro Valdez Cardoso.

O "Jardim do Éden", criado pela artista Joana Vasconcelos, fecha a exposição, com uma imagem do paraíso que remete para o tema do sonho do "Remade in Portugal", projecto que conta com o apoio institucional da Agência Portuguesa do Ambiente e Direcção Geral das Artes do Ministério da Cultura.

Criado originalmente em 2004 pela Regione Lombardia, em Itália, o projecto obteve a adesão do Ministério do Ambiente italiano e de vários consórcios ligados à reciclagem, passando a "Remade in Italy", com a finalidade de difundir a cultura do eco-design e do desenvolvimento sustentável.

A partir do projecto "Remade in Italy" foi criada uma rede da qual já fazem parte, Portugal, Chile, Brasil e Argentina. Espanha e França vão ser os próximos países a aderir a esta iniciativa.

A exposição "Remade in Portugal" estará patente ao público até 13 de Setembro.


in http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1393761

Criatividade e Inovação - Ano Europeu 2009

O concurso proposto em http://criar2009.gov.pt/ já acabou mas vale a pena ver bem este site para "absorver" bem a ideia. Afinal, trata-se de ideias e criatividade.
Obviamente, estes conceitos não se podem ficar apenas pelo ano de 2009. Cada vez mais, somos levados a sobreviver, no mundo actual, dando uso à nossa imaginação, inovação, criatividade, reciclagem, ......
O mundo nos últimos séculos, com início na Revolução Industrial, foi rodando sempre no sentido do "prêt-a-porter", do "usar-e-deitar-fora", desvalorizando tantos materiais, técnicas, bens.....
Por exemplo, ou contra-exemplo, em Cuba, uma simples esferográfica BIC (passando a publicidade), ou um sabonete fabricado industrialmente, são objectos de extremo e raro valor.
No mundo dito "civilizado" que, por acaso, é o nosso, as coisas, os bens, os afectos, os sentimentos têm sido demasiadamente desvalorizados.
Como resultado de tudo isto, vê-se por toda a parte, actualmente, um retorno. Mas não um retorno simples e directo mas sim um retorno através da utilização da imaginação, criatividade e inovação. Assim, tomam-se conceitos do passado e torna-se a produzir de forma personalizada, artesanal, única, re-aproveitando, muitas vezes, tudo o que até agora se tem "deitado fora".
Cada vez mais, características como, imaginação, criatividade e inovação, nunca pondo de lado os afectos, a amizade, amor e respeito pelo próximo e as suas diferenças, pelos animais e pelo ambiente, são o "motor" da nossa sustentabilidade como mundo "civilizado" e planeta saudável.
Urge, portanto, ter estes conceitos em mente!

Maria

HOME Project: ainda temos 10 anos para poder salvar o nosso planeta

Embora esta informação esteja atrasada, vamos sempre a tempo!!!



In 200,000 years on Earth, humanity has upset the balance of the planet, established by nearly four billion years of evolution. The price to pay is high, but it's too late to be a pessimist: humanity has barely ten years to reverse the trend, become aware of the full extent of its spoliation of the Earth's riches and change its patterns of consumption.

More than a movie, HOME will be a major event all over the globe : for the first time ever, a film will be released on the same day in over 50 countries and on every format : movie theatres, TV, DVD and Internet.

On June 5th we all have a date with the planet !


http://www.home-2009.com/us/index.html



Alterações climáticas reflectem-se no impacto espacial das secas

Alentejo é uma das regiões mais afectadas pelas secas


Nos últimos 30 anos as secas têm-se tornado geograficamente mais extensas em Portugal, revela estudo do Instituto Superior Técnico- 2009-07-07



Investigadores do Instituto Superior Técnico (IST) constataram que em Portugal, desde os anos 70, os fenómenos meteorológicos extremos têm gradualmente uma extensão espacial cada vez maior. Cada nova seca ou cheia tende a abranger mais território do que as anteriores.


Este estudo é parte integrante do projecto Europeu SADMO – Sistema para Avaliação de Desertificação no Mediterrâneo Ocidental e de um outro financiado pela FCT, CIDMEG – Sistema de Informação da Desertificação para a Margem Esquerda do Guadiana.


Os investigadores do CERENA (Centro de Recursos Naturais e Ambiente do IST) e do ICAAM - Instituto Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas (U. Évora) estudaram a variabilidade espacial de indicadores de secas, moderadas e extremas, e concluíram que, quando ocorrem, são cada vez mais extensas geograficamente.

Espanha já constatou este fenómeno de maior homogeneidade espacial das precipitações extremas, com a grande seca de 2007/2008 que teve particular incidência na Catalunha. Quando ocorre uma seca já não há regiões com excesso de água.



Secas têm-se tornado mais intensas no Sul de Portugal



Nos referidos projectos os resultados mostram também que a intensidade das secas aumentou significativamente desde 1940. As zonas costeiras do Algarve e os conselhos de Castro-Verde, Aljustrel, Mértola, Beja e Odemira são os que apresentam uma maior tendência para o aumento da intensidade das secas.



Estas conclusões sobre impactos locais de curto e médio prazo das alterações climáticas estão em consonância com estudos recentes de outros países. Um relatório do governo dos Estados Unidos (do «U.S. Global Change Research Programme») lançado em Junho faz uma avaliação local, ao nível do país, do impacto das alterações climáticas e salienta as secas como um dos efeitos mais violentos que se vão sentir a curto prazo.



É com esta nova realidade, constatada por estes projectos, que Portugal tem de conviver particularmente na gestão da água e gestão das bacias hidrográficas.



Artigo: Indices of precipitation extremes in Southern Portugal – a geostatistical approach, in «Natural Hazards and Earth System Sciences»R. Durão, M. J. Pereira, A. Soares (CERENA, Instituto Superior Técnico, Lisboa), A. C. Costa (ISEGI, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa), J. M. Côrte-Real (ICAAM, Universidade de Évora, Évora) http://www.nat-hazards-earth-syst-sci.net/9/241/2009/nhess-9-241-2009.html


in http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=33105&op=all

Greenpeace International na cimeira do G8 em Itália: Acção para salvar o clima do nosso planeta

( in http://www.greenpeace.org/international/campaigns/climate-change/you-turn-the-earth)


Acção para salvar o nosso clima está a acontecer agora na Itália:
Enquanto lê, este nossos activistas são escalando chaminés, encadeando-se em correias transportadoras e bloqueando o transporte de carvão em vários locais em Itália.
Eles vão ocupar Centrais térmicas a carvão durante a Cimeira do G8 que começa hoje em Itália e exigem que os dirigentes mundiais que se reunem para a cimeira, façam sérios compromissos para reduzir as emissões mundiais de gases.
Podemos agir com eles. Podemos exigir que os líderes mundiais assumam a responsabilidade pessoal para evitar uma mudança climática catastrófica. Podemos "virar" a Terra!!!



Siga os nossos activistas aqui: www.greenpeace.org/g8action


Obrigado por seu apoio.


Todos nós,



Greenpeace International http://www.greenpeace.org/climate

Crimes Ecológicos são crimes contra a Humanidade

Os crimes ecológicos são crimes contra a Humanidade. Disso todos nós sabemos, a "Humanidade". Mas a Ganância e quem a pratica de forma "legal" mas IMORAL, não!!!

HORA DO PLANETA




HORA DO PLANETA

Hora do Planeta é uma iniciativa da rede WWF que envolve Cidadãos Comuns, Governos e Empresas numa acção conjunta que pretende sensibilizar os menos atentos para os efeitos nefastos do aquecimento global.

Até ao momento, mais de 900 cidades em 80 países já se comprometeram a apagar as luzes dos seus edifícios mais emblemáticos.


Às 20h30 do dia 28 de Março de 2009 apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento global.

Adira à HORA DO PLANETA!

A Hora do Planeta começou em 2007, por iniciativa da WWF-Austrália, que envolveu apenas a cidade de Sidney , onde 2 milhões de pessoas desligaram a s s uas luzes. A expectativa inicial era de reduzir 5% do consumo de energia eléctrica da cidade durante os 60 minutos do evento. O resultado, porém, foi o dobro do esperado: 10,2% de redução no consumo.

Em 2008 mais de 50 milhões de pessoas em todo o mundo participaram na Hora do Planeta.

Em 2009, a Hora do Planeta espera envolver os mil milhões de pessoas em 1000 cidades.


Para mais informações contacte, por favor:

Angela Morgado

WWF Mediterrâneo Portugal

amorgado@wwfmedpo.org

www.wwf.pt

Queiriam mudar o Mundo? Pois conseguiram!!! :-(((

Amazon Place - Greenpeace




Vocês queriam mudar o mundo? Vocês conseguiram




Video Chocante - Desmatamento




Amazónia - Greenpeace

Arquitectos e Urbanistas debatem o papel das cidades no século XXI

14.11.2008

Organizadas pela Parque EXPO, aqueles que foram os primeiros debates sobre o papel das cidades no século XXI, abordaram temas tão importantes como as ecocidades e as crescentes necessidades em reabilitar não só a vertente urbanísticas mas também a vertentes humana das cidades.

O futuro está nas ecocidades, diz urbanista britânico
Para o urbanista Peter Hall, responsável pela primeira conferência do ciclo “A Cidade no Século XXI: Reflexões, Desafios e Estratégias”, a cidade de Lisboa é uma “cidade maravilhosa”, pela forma como combina o velho e o novo, e aposta nas ecocidades como as metrópoles do futuro. Na sua opinião, o Parque das Nações, resultou de “uma das maiores intervenções do género na Europa”.

Para este urbanista e geógrafo, que entre 1991 e 94 foi conselheiro do governo britânico para a área do planeamento estratégico, a intervenção urbana no Parque das Nações deve ser elogiada, sobretudo porque “foi muito bem programada”.

Sobre as cidades do futuro, Peter Hall referiu que “as ecocidades são as cidades do futuro, mas nós ainda não sabemos bem o que é uma ecocidade”. A propósito do plano do Governo britânico para construir ecocidades no Reino Unido, Hall lembrou as principais dificuldades apontadas no último relatório que analisou o processo: os locais para instalar estas cidades. “É melhor construi-las como satélites, quase como subúrbios/extensões das cidades existentes, do que enquanto lugares isolados, no campo, longe de tudo, sobretudo das oportunidades de emprego e do comércio, o que obrigaria ao uso do transporte individual”.

Reabilitação urbana... e humana
Luís Vassalo Rosa esteve responsável pela segunda conferência do ciclo de conferências e, o arquitecto, expôs o que a sua reflexão sobre um percurso europeu desde os primórdios da humanidade para perspectivar o que deverá ser feito no futuro.

Para este arquitecto, as cidades ocidentais do século XXI são influenciadas por diversos factores que estão a causar o seu declínio. Luís Vassalo Rosa sustentou que as metrópoles são marcadas por ciclos de dois mil anos, que proporcionam o seu crescimento ou declínio. Actualmente, a evolução das cidades está a ser condicionada por situações como o decréscimo da população, o desemprego, problemas ambientais ou pobreza.tem vindo a acontecer é o “mau”. É a “cidade genérica” a “cidade difusa”», são as “megalópoles”; em suma, “é a cidade de hoje”. Cidades onde a ocupação do espaço é ignorada, onde o espaço público é deixado em função de blocos que se enchem de pessoas nas periferias do centro.

Apesar de defender que o Programa Polis transformou o panorama urbano português para melhor, o arquitecto considera que ainda há falta de cultura no ordenamento do território.

Na opinião de Luís Vassalo Rosa o “bom” deverá ser a “idoneidade urbana”, o «”construir integrado com a natureza, com a sustentabilidade no horizonte tendo consciência do recurso escasso que é a cidade”. Vassalo Rosa indica o caminho de “contrariar a periferia com cidades compactas e polarizadas levando o homem para o centro da cidade”, uma “cidade composta, inclusiva, sustentável e criativa”.



Calendário das próximas conferências do ciclo “A Cidade no século XXI”, sempre às 18h00, no Pavilhão de Portugal:
O ciclo de conferências, organizado pela Parque EXPO, prolonga-se pelo mês de Novembro e integra-se nas celebrações do 10.º aniversário da EXPO'98. Os debates incidem sobre a requalificação urbana e ambiental, o planeamento e ordenamento do território e a qualidade de vida urbana.

Manuel Graça Dias: “Da Cidade que deixará de ser viária”, dia 18

Christian Wichmann Matthiessen: “The European Metropolitan Competition Perspective: Challenges and

Strategies in a cross-border region: Copenhagen – Malmö”, dia 20

António Mega Ferreira: “A Condição Urbana”, dia 25

Outras notícias sobre o tema:
Ciclo de Conferências " A Cidade no Século XXI"

in http://www.forumdourbanismo.info

GoogleNight - A Força do Google com Inteligência

G. Night (www.googlenight.com) é o site de buscas que apresenta os mesmos resultados do Google (por usar seu motor de buscas) porém com design diferenciado predominando a cor preta.

E por que usar? Como fazer a minha parte?
Além do visual elegante e ao mesmo tempo despojado, o ecrã preto com letras contrastantes provoca muito menor cansaço visual, e ainda mais importante: a exibição de um ecrã preto consome cerca de 20% menos energia eléctrica se comparada ao ecrã branco o que, além de resultar em economia de energia, economiza também no bolso e na bateria. Calcula-se que se as pesquisas feitas hoje em fundo branco fossem feitas numa página preta seria preservado anualmente 750 megawatt/hora!

Lembre-se: economizar energia é também uma atitude ecologicamente correcta pois a geração de energia provoca alagamento de grandes áreas (hidrolétricas), poluição do ar com queima de combustíveis (termoelétricas), produção de lixo atómico (centrais nucleares), além de outras agressões à natureza.

in Gotcha IT Blog

Os ursos são dos primeiros a desaparecer.... :-(

Esta imagem bem poderia parecer uma montagem fotográfica de um urso polar em cima de um pedacinho de gelo mas, infelizmente, não é. Trata-se de uma imagem real que serve para chamar a atenção de todos para o que está, neste preciso momento, a acontecer ao nosso planeta.
Este animal, por exemplo, já só tem este pedaço de gelo para continuar a poder existir.....ele sabe nadar, ...mas pode-se facilmente imaginar o que lhe irá acontecer mais cedo ou mais tarde....
Pense-se nisso e, por favor, faça-se com que outras pessoas tomem consciência deste tipo de factos.
É certo que são sempre os políticos, os economistas, etc, etc,......e "não nós" que temos a culpa... Mas será isso realmente verdade? Se cada um fizer alguma coisa por este planeta, talvez ainda o consigamos salvar, mesmo que a nossa contribuição para tal se venha apenas a manifestar daqui a algumas gerações em que nós já cá não estamos.

Urso Polar em extinção

O urso polar é uma das primeiras vítimas da actual degradação do nosso planeta. A zona em que eles vivem, os glaciares, está rapidamente a desaparecer e, com isso, eles, infelizmente, também.
Temos de pensar muito a sério no que estamos a fazer ao lugar onde vivemos.