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Gatil Municipal de Sintra na Quinta da Regaleira






Afinal neste país ainda há gente civilizada. Vejam a sorte destes amigos:

"O Canil/ Gatil Municipal de Sintra vai entrar em obras de remodelação e os gatinhos vieram passar uma temporada à Quinta da Regaleira!

Foi criada uma estrutura que vai albergar durante 8 a 10 meses os gatos que estavam no Gatil Municipal de Sintra. Ontem já eram 50 e todos estão a ambientar-se muito bem ao espaço criado para eles.

Tal como no Gatil Municipal, quem quiser pode adoptar um destes gatinhos!!!!

Eles estão todos de óptima saúde, esterilizados, vacinados, etc. Se quiserem ajudar o Gatil Municipal de Sintra (durante a sua estadia na Regaleira e não só), podem doar comida, detergentes para limpeza da "residência" dos gatos, etc.

Desejamos uma óptima estadia a estes novos residentes da Quinta da Regaleira! Quem sabe não iniciarão aqui um novo ciclo das suas vidas...afinal é essa uma das ideias inerentes à Regaleira:)"

Fonte: Fundação Cultursintra

Disposições normativas para construção de rotundas

Construção de rotundas regidas por regras gerais e específicas



Documento da autoria de investigadores da FCTUC entrará brevemente em vigor- 2009-07-07


Construção de rotundas regidas por regras gerais e específicasVerifica-se um número crescente de rotundas por todo país. Esta é uma solução que aparece para aumentar a segurança rodoviária, mas que não dispõe de regras formais de apoio ao seu dimensionamento, segundo asseguram investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).



Com a entrada em vigor do Projecto – Disposições Normativas para Dimensionamento de Rotundas (concepção geométrica e cálculo de capacidades) prevê-se que esta situação mude.



Um documento técnico – da autoria de uma equipa de investigação da FCTUC, elaborado por solicitação da EP - Estradas de Portugal –, e vai ser editado pelo Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias (InIR), passará a obrigar o cumprimento de um conjunto de requisitos na concepção de rotundas.



O dispositivo normativo foi concluído no final de 2006, e sujeito, posteriormente, a pareceres técnicos de diversas entidades nacionais da área da segurança rodoviária. “As rotundas pululam por todo o país, mas têm sido construídas à margem de qualquer norma ou disposição técnica, sendo comum a sua aplicação em locais inadequados e o desenvolvimento de soluções pouco legíveis, sem cumprimento das regras básicas de segurança”, explica Ana Bastos, autora principal do manual.



A investigadora continua: “Ao contrário do que se possa pensar, a construção de uma rotunda não passa só por desenhar a correspondente ilha central, havendo um conjunto de regras gerais e específicas de avaliação da qualidade global da solução que é necessário ter em atenção. Só assim é possível contribuir para a redução da sinistralidade em rotundas”.



Rotundas podem reduzir 40 a 60 por cento dos acidentes



Por vezes contestada a eficácia destas construções, a Ana Bastos defende que “é uma óptima solução, desde que concebidas correctamente. O investimento inicial é extremamente reduzido e são de fácil manutenção”.



Redução de acidentes



Em países como “Inglaterra ou Austrália, a transformação de um cruzamento prioritário numa rotunda, traduz-se numa redução de 40 a 60 por cento na frequência dos acidentes e em mais de 95 por cento nos com vítimas mortais. Também o aumento de capacidade ultrapassa os 40 por cento”, observa ainda a investigadora.



Questionada sobre boas práticas, esta autora do documento considera que “por vezes se valoriza a estética em detrimento da segurança dos utilizadores, o que é errado". Refere, entre outros parâmetros, a dimensão da rotunda, o número de vias de circulação e o ordenamento paisagístico da ilha central são aspectos a que se deve dar a máxima atenção: as soluções compactas e que condicionem o comportamento do condutor, são as mais seguras.



Conclui a investigadora: “A colocação de obstáculos físicos rígidos (por exemplo, estátuas, observadas em muitas rotundas) é um erro técnico”. A rotunda tem como função “regular o trânsito automóvel, mas assume igualmente um contributo válido na segurança dos peões e na requalificação do meio envolvente”.



As disposições técnicas para Dimensionamento de Rotundas foram concebidas para aplicação quer a espaços interurbanos quer urbanos, respondendo assim não só às necessidades das diferentes concessionárias, mas também das autarquia.