Por favor, façamos alguma coisa, mesmo!!
Pobreza Zero: A cada três minutos morre uma criança devido à fome
Clara Ferreira Alves - crónica no Expresso
Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a"prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODERmas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinitae pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem oque verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é umacoisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número denotícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica,da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecidas antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão decrianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
Clara Ferreira Alves - "Expresso"
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a"prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODERmas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinitae pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem oque verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é umacoisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número denotícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica,da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecidas antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão decrianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
Clara Ferreira Alves - "Expresso"
Vinicius de Moraes - A um passarinho
A um passarinho
Para que vieste
Na minha janela
Meter o nariz?
Se foi por um verso
Não sou mais poeta
Ando tão feliz!
Se é para uma prosa
Não sou Anchieta
Nem venho de Assis.
Deixa-te de histórias
Some-te daqui!
Para que vieste
Na minha janela
Meter o nariz?
Se foi por um verso
Não sou mais poeta
Ando tão feliz!
Se é para uma prosa
Não sou Anchieta
Nem venho de Assis.
Deixa-te de histórias
Some-te daqui!
Vinicius de Moraes
Cannonball Adderley feat. Miles Davis " Autumn Leaves"
Nostalgia de adolescente no regresso às aulas?
Adoro estes dias de Setembro com sabor a outono. Arrastar os pés pelas folhas caidas das árvores, no reencontro com os companheiros de ingénuas brincadeiras...
Everything but the girl......quem se lembra? ;-))
Everything but the girl - Missing (original+lyrics)
Everything But The Girl - I Didn't Know I Was Looking For Love
Prefab Sprout ......quem se lembra??? ;-)))
Prefab Sprout - Cars & Girls
Prefab Sprout - The King Of Rock 'N' Roll
Prefab Sprout - The King Of Rock 'N' Roll
"Lendas indígenas e músicas afrobrasileiras para canto e piano" no Armazém das Artes
(pf, cliquem para ampliar a imagem)3/10 às 18 horas
Armazém das Artes, Alcobaça
Rua Eng. Duarte Pacheco, 38
www.armazemdasartes.pt
" Autumn Leaves " Chet Baker - Paul Desmond
Agora, ainda o mesmo tema mas numa versão muito mais cool. Podem utilizar todos os sentidos para ouvir e ainda estalar os dedos com o swing..... ;-))))
A beautiful song performed by Chet Baker (trumpet), Paul Desmond (alto sax), Hubert Laws (flute), Bob James (keyboard), Ron Carter (contrabass) and Steve Gadd (drums). - Una hermosa canción interpretada por Chet Baker (trompeta), Paul Desmond( saxo alto), Hubert Laws (flauta), Bob James (teclado), Ron Carter (contrabajo) y Steve Gadd (batería).
A beautiful song performed by Chet Baker (trumpet), Paul Desmond (alto sax), Hubert Laws (flute), Bob James (keyboard), Ron Carter (contrabass) and Steve Gadd (drums). - Una hermosa canción interpretada por Chet Baker (trompeta), Paul Desmond( saxo alto), Hubert Laws (flauta), Bob James (teclado), Ron Carter (contrabajo) y Steve Gadd (batería).
Stan Getz-Autumn Leaves
O mesmo tema, numa versão de Stan Getz. Para ouvir com os sentidos!
This song is originaly composed by Joseph Kosma. The words came from Jacques Prevert. Yves Montand performed this bit in Marcel Carnes movie "Les Portes de la Nuit" in 1946. The first record came out on Capitol Records, sung by Jo Stafford.
This song is originaly composed by Joseph Kosma. The words came from Jacques Prevert. Yves Montand performed this bit in Marcel Carnes movie "Les Portes de la Nuit" in 1946. The first record came out on Capitol Records, sung by Jo Stafford.
Cannonball Adderley feat. Miles Davis " Autumn Leaves"
Somethin' Else is a 1958 album by jazz musician Julian "Cannonball" Adderley, regarded as a landmark album in the hard bop and cool styles. This critically-acclaimed album is notable for the presence and prominent contributions of Miles Davis, in one of his few recording dates for Blue Note Records. Many critics and jazz fans consider Somethin' Else to be among the greatest jazz albums of all time.
When alto saxophonist Cannonball Adderley culled together this quartet, he grabbed three champions from seemingly disparate schools to complement his flinty solos: Miles Davis, the king of cool; Art Blakey, the thundering force of hard bop; Hank Jones, a veteran of swing; and Sam Jones, a versatile bassist adaptable to nearly any setting. The results are one of Blue Note's most beloved albums. The open-ended beauty of "Autumn Leaves," which features Davis beautifully stating the melody on muted trumpet, sounds like it could easily be an outtake from Kind of Blue (which it isn't). The midtempo title track provides the centerpiece of this classic as Adderley echoes Miles's swaggering melody before both unravel wonderful solos.
Cannonball Adderley...Sax, Miles Davis...Trumpet, Sam Jones...Double Bass, Hank Jones...Piano...Art Blakey...Drums. From the 1958 album Somethin' Else.
Yellow Submarine - When I'm 64
Hoje o grande dia para todos quantos podiam viver sem a música dos beatles, mas não era a mesma coisa
Chavela Vargas - En el último trago
Gran canción en la inimitable voz sentimental de esta impresionante
cantante nacida en Costa Rica y criada en Mexico.
"Peticiones del oyente"
Chavela Vargas - La Llorona
Video de la Llorona extraído de la película FRIDA, donde Chavela hace una participación como "La Muerte".
TODOS - Caminhada de Culturas no Martim Moniz (Lisboa)
Mais do que um Festival, que promete cruzar fotografia, música, cinema, dança, gastronomia e muito mais.
TODOS será uma grande Festa que, ao longo de quatro dias, irá dar voz às diversas culturas que habitam Lisboa ou por aqui passam.
De fotografia podemos destacar os fotógrafos:
Georges Dussaud, Luís Pavão, Luisa Ferreira, Camilla Watson e Carlos Morgalho
Martim Moniz
dias 10,11,12 e 13 Setembro
info: www.todoscaminhadadeculturas.blogspot.com
TODOS será uma grande Festa que, ao longo de quatro dias, irá dar voz às diversas culturas que habitam Lisboa ou por aqui passam.
De fotografia podemos destacar os fotógrafos:
Georges Dussaud, Luís Pavão, Luisa Ferreira, Camilla Watson e Carlos Morgalho
Martim Moniz
dias 10,11,12 e 13 Setembro
info: www.todoscaminhadadeculturas.blogspot.com
"All Depends on You" - OSHO
"The energy is continuously flowing, the river is continuously flowing – it depends on your sensitivity how much you will be able to feel it in a certain moment. It is not that sometimes the energy is here and sometimes it disappears, it is here twenty-four hours. It is going to be here as long as I am here, or, for those who are sensitive enough, it will be available after I am gone. It depends on you"
OshoVieira da Silva - Documentário
O documentário de Maria Helena Vieira da Silva ( 1908-1992) compõe a série Masterwods transmitida pelo canal TVA de assinaturas no Brasil. Tem a duração de 9 minutos e analisa especialmente o quadro O Desastre, produzido em 1942, pela artista portuguesa, e Tragédia no Mar, de 1944. Ambos foram produzidos no período em que a artista morou no Brasil ( de 1940-1947). O primeiro expressa os horrores da guerra e o segundo, homens e mulheres sendo tragados pelos naufrágios, numa clara referência ao período das descobertas marítimas.
O documentário, dirigido por Reiner Moritz, deixa claro que as principais obras da artista portuguesa foram produzidas durante a sua permanência no Brasil.
O Desastre pertence ao Centro de Arte Moderna de Lisboa.
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