Queiriam mudar o Mundo? Pois conseguiram!!! :-(((
Vocês queriam mudar o mundo? Vocês conseguiram
Video Chocante - Desmatamento
Amazónia - Greenpeace
Cavalo à Solta - Fernando Tordo e Ary dos Santos
Para mim, que na época em que esta canção foi feita não tinha nem 10 anos de idade, talvez, 8, ou 9, não sei ... Desde que me tornei uma pessoa com consciência da minha existência, que é uma das melhores canções de sempre feitas em Portugal!
"Tabacaria" de Álvaro de Campos dito por João Villaret
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
...
Domingo....de um povo, o português, escrito por Almada Negreiros
Barack Pop - Barack HOPE


Un golpe de Pop Art en la casablanca
La reciente elección de Barack Obama como nuevo presidente de los Estados Unidos ha roto muchos tabúes. Y no sólo políticos. Su imagen abierta al cambio ha tenido una réplica en el mundo del arte, que se enfrenta a la influencia de un nuevo icono de masas. Así, junto con las múltiples versiones que se han hecho de su imagen, es posible encontrar por primera vez un retrato surgido de forma espontánea de la mano de un artista, Shepard Fairey, engrosando el tradicional elenco de presidentes de la National Portrait Gallery (Washington). A medio camino entre el cartel de propaganda política y los retratos de Warhol, esta obra ejemplifica en clave pop algo que ya es indiscutible: el nacimiento de un mito.
Desde Jefferson hasta George Bush el repertorio de imágenes que conforman la galería de retratos de Washington es terrorífico, por lo adusto y aburrido. Algo normal, por una parte, si se tiene en cuenta que la intención del retrato de corte institucional, en todas las épocas y países hacia los que se mire, ha sido siempre la de inspirar respeto y distancia en el espectador/votante/súbdito. Pero Obama ha roto moldes, de nuevo: el retrato realizado por Shepard Fairey muestra a un presidente de colorista inspiración; el Pop Art ha hecho su aparición en la National Portrait Gallery, marcando un nuevo hito en los anales de la Historia del Arte.
No todo son diferencias sin embargo: a pesar de que Fairey ha confesado su escasa inclinación hacia la denuncia política, y en menor medida social (algo extraño en un graffitero), las reminiscencias del arte propagandístico de corte militar son claras en esta obra. El antecedente más directo lo encontramos en los carteles empleados como medios para avivar las conciencias dormidas durante la Revolución Rusa (véase Guerra civil en España, o I Guerra Mundial en Alemania). Una influencia a la que le han sido añadidos los tonos poppies de una bandera americana que vincula directamente el retrato en la mente del espectador con la idea del patriotismo americano, junto con la modernidad y el optimismo de rompedores de normas del calibre de Warhol o Linchestein.
Lo urbano, la cultura de masas, los iconos populares; cada uno de estos elementos, que podemos encontrar en la gestación del "Obama" de Fairey, entroncan además con la idea buscada por la campaña del recién electo presidente, algo que supieron aprovechar en su momento constituyendo este cartel, surgido de forma independiente, en imagen electoral. Y, en un paso más en el camino "de lo popular a la fama", el artista que lo ideó ha podido ver como su obra ha pasado a formar parte de un patrimonio formado por un género tan tradicional como es el de los retratos de líderes políticos. Shepard Fairey concluye así una trayectoria en continua inestabilidad entre la responsabilidad y la comercialización, el arte revulsivo y el mercado, y la imagen de Obama se suma a la lista de grandes iconos americanos, en una réplica irónica del muy conocido y nacional Tío Sam de J. M. Flagg.
in http://www.artelista.com/articulos/news1261/un-golpe-de-pop-art-en-la-casablanca.htmlDiscurso de Obama: a América escolheu "a esperança em vez do medo"
in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356872&idCanal=11#Commente
Porquê? "Porque escolhemos a esperança em vez do medo", disse o novo Presidente dos Estados Unidos.
No início do discurso, Obama tinha agradecido ao Presidente cessante, Geoge W. Bush, "pelo serviço à nossa nação, pela sua generosidade e cooperação perante a transição". Mas agora falou da política americana como tem sido até agora. "Chegou a altura do fim das falsas promessas que durante demasiado tempo dominaram a nossa política."
Obama referiu-se aos "44 homens" que falaram antes dele, alguns em tempos de paz e prosperidade, outros de guerra e crises. Mas uma coisa sempre foi certa: "A América continuou não só pela visão daqueles neste posto" - mas sim pela integridade do povo americano e da sua grandeza, disse Obama, perante uma multidão que se estimava ser de mais de dois milhões de pessoas, quebrando o recorde de 1,2 milhões que estiveram em Washington para ver o discurso de Lyndon Johnson em 1965.
Aos inimigos da América, Obama deixou uma mensagem dura: "não vão mudar a nossa maneira de ser. E nós vamos derrotar-vos", afirmou o primeiro negro a ocupar o mais alto cargo do país mais poderoso do mundo, lembrando de seguida a nação "patchwork" que é a América.
Obama falou depois de Aretha Franklin cantar o hino patriótico "My Country 'Tis of Thee" e dos violinistas Yo-Yo Ma, Itzhak Perlman e outros terem tocado um tema do compositor John Williams (mais conhecido pelas composições para bandas sonoras, fez muitas das de filmes de Spielberg). Foi durante esta performance que Obama se tornou oficialmente o Presidente dos EUA - algo que acontece ao meio dia certo em D.C., mesmo que o juramento tenha sido prestado poucos minutos depois.
A História em directo! "Yes, we can!"


Tomada de posse do Presidente eleito dos EUA, Barack Obama, em directo no site do jornal Público:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356415&idCanal=11
Hoje, dia 20 de Janeiro, dia histórico em que o Mundo pode pensar outra vez que "vale a pena"!!!!!
Hoje, dia de Esperança não só para o povo americano mas sim para o Mundo inteiro.
A partir de hoje, o Mundo será necessariamente diferente. É uma lufada de ar fresco e saudável que hoje começa.
Vamos ter fé e esperança que este Mundo, actualmente sofrendo uma das maiores crises, virá a recuperar e vamos todos, pelo Mundo fora, fazer o que nos compete: fazer com que as atrocidades cometidas, principalmente nos últimos 8 anos, deixem de existir. Como diz Obama, "todos somos livres" o que implica que temos, todos nós, o nosso dever de fazer um Mundo novo e melhor.
"Yes, we can!" Repitam isto sempre, em todas as ocasiões da vossa vida e actuem com o melhor que existe em cada um de vós!!!
Isto não diz respeito apenas aos cidadãos americanos, mas sim a todos nós, cidadãos do Mundo!!!
Surrealismo Português em Tomar

Posted: 19 Jan 2009 12:06 AM PST
Precisamente 60 anos depois, é hoje evocada a primeira exposição do Grupo Surrealista de Lisboa, com uma Mesa Redonda em Tomar, numa organização dos Serviços de Museologia da Câmara Municipal de Tomar.
A 19 de Janeiro de 1949, um grupo de jovens artistas – Alexandre O’Neill, António Dacosta, António Pedro, Fernando de Azevedo, João Moniz Pereira, José-Augusto França e Marcelino Vespeira – inauguraram a primeira (e única) exposição do Grupo Surrealista de Lisboa.
A Mesa Redonda de hoje (às 18 horas, com entrada livre, no Clube Thomarense - Rua de Serpa Pinto), que contará - para além do próprio José-Augusto França - também com a presença de Rui Mário Gonçalves, Raquel Henriques da Silva e Cristina de Azevedo Tavares, assinala o arranque de um programa que o Núcleo de Arte Contemporânea (cujo acervo compreende diversas obras de artistas daquele Grupo) dedicará, durante este ano de 2009, à comemoração deste acontecimento.
in http://tomar-actual.net/
Win 7, o melhor de todos os Windows
Anunciado como “o melhor de todos os Windows” pelo CEO da MS, Steve Ballmer, o Windows 7 aposta na conectividade com dispositivos como a televisão, o telefone e o computador através da internet. O sistema ainda permitirá uma movimentação ágil entre as diferentes telas, além de trazer uma configuração mais simples para estabelecer redes de trabalho. Nós, aqui do Olhar Digital, testamos o novo sistema operacional e dividimos a experiência com vocês. Confira!
Quer baixar a versão de testes do Windows 7? Então acesse este link. Mas não demore! O download gratuito só será permitido até o dia 24 de janeiro e a cópia tem validade até agosto de 2009.
Configurações mínimas para que o sistema funcione corretamente:
Processador 1 GHz 32-bit ou 64-bit
1 GB de memória
16 GB de disco disponível
DirectX 9 com 128 MB de memória (para visualizar o Aero theme)
DVD-R/W Drive
Tamanho do arquivo: 2,5 GIGA
in http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=7207
A Internet ainda não é para todos...
Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009
A censura rola solta na China
A China fechou 91 sites acusados de exibirem conteúdo pornográfico e "vulgar".
Um portal de blogs políticos também foi suspenso depois que o governo anunciou campanha para assegurar moralidade na Internet, informou a mídia estatal.
"Noventa e um sites que incluíram pornografia e conteúdo vulgar foram fechados entre 8 e 10 de janeiro", afirmou o portal estatal www.china.com.cn.
O Bullog.cn, um portal de blogs com muitos autores famosos, incluindo simpatizantes de movimentos pró-democracia, está inacessível desde sexta-feira. Luo Yonghao, fundador do portal, confirmou em seu próprio blog que o site saiu do ar por causa do "volume de informações politicamente prejudiciais" e citou um aviso do governo.
Sites que reúnem assinaturas online a favor da liberdade de expressão no país também estão fora. O curioso disso tudo é que até agora nenhum grande site foi banido. Também não sei até onde toda esta censura chegará.
A única certeza que se tem e a história de muitos países provaram é a de que um governo muito rígido gera rebelião e isso pode acontecer na China num futuro não tão distante.
[via Reuters]
in http://www.gotchait.com/2009/01/censura-rola-solta-na-china.html
“La web 3.0 transformará la sociedad y su pensamiento”
Es uno de los pensadores sociales más importantes de Japón. Hiroshi Tasaka ha dedicado parte de su vida profesional a investigar sobre la gestión del trabajo, estrategias de negocio, la revolución de Internet y los modelos de cambio social. Tasaka es un gurú al que se le escucha cuando habla de éstos temas y muchos otros, como la sociedad del conocimiento y el concepto de innovación, que ha pasado de tener un significado individual a ser el resultado de la participación de muchas personas. En un mundo que está en constante cambio, Tasaka tiene claro lo que hay que trasmitir a los jóvenes en el mundo laboral. Su propia experiencia le ha enseñado que hay que aprovechar el momento y, tal y como nos cuenta, “¡Vive ahora y vive lo mejor posible!”.
Roser Vilar.- ¿Cree que el nueva estándar de web 3.0 significará una nueva manera de entender Internet?
Hiroshi Tasaka.- Nadie sabe exactamente, a día de hoy, qué será la web 3.0 de manera que antes de hablar de esta nueva web se tiene que entender bien la web 2.0. Dentro de la web 2.0 hay muchas revoluciones y una de ellas es la de la sabiduría colectiva, es decir, que muchas personas pueden aportar sus conocimientos dentro de la comunidad. La segunda revolución es que los productores y los consumidores pueden ir de la mano para crear los nuevos productos. La tercera, es la revolución de la comunicación no escrita, es decir, de la imagen. Ahora hay una manera más fácil y rápida de comunicar sin texto escrito e incluso sin palabra, únicamente con la imagen.
R.V.- ¿Las personas somos conscientes de la importancia de estas tres revoluciones?
Hiroshi Tasaka.- Actualmente no. Es más importante que sepamos explotar este potencial antes de hablar de lo que será la web 3.0. A veces me ha tocado hablar de la visión de esta web y me gustaría remarcar dos conceptos. Uno es el de Sociedad da Vinci: podemos desarrollar todos nuestros talentos en la nueva sociedad. Evidentemente no somos genios como Leonardo da Vinci pero podemos hacer que florezcan todos los talentos escondidos porque, gracias a Internet, durante el día puedo ser un director comercial de una empresa y por la noche me transformo en un blogger que escribe ensayos y se transforma en un emprendedor social. Esto es así porque a través de Internet y la web podemos usar el tiempo de una manera más eficiente. Y también es una manera más fácil de transformarnos en buenos profesionales. Si quisiera ser un buen fotógrafo, hace unos años tendría que haber estado mucho tiempo estudiando. Ahora se puede ser un buen fotógrafo utilizando las cámaras digitales, sin mucho esfuerzo. Este es únicamente el principio de una historia muy importante, porque si ahora lo que podemos hacer es mostrar nuestros talentos, más adelante nos podremos expresar y podremos llegar a toda la sociedad.
R.V.- ¿Por qué es importante esto?
Hiroshi Tasaka.- Expresarse uno mismo es una manera de sanarse. Hasta ahora tenías que acudir a un psicólogo y ahora muchas personas nos van a escuchar. Y esto es importante porque en esta comunicación hacia otros expresamos nuestro “yo” oculto. En la vida diaria sólo mostramos una o dos personalidades y tenemos muchas caras ocultas. De manera que reprimimos el resto de personalidades y esta es la causa de muchas enfermedades mentales. Tenemos que expresar estas personalidades ocultas para escucharnos a nosotros mismos. Internet y la web es una buena herramienta para expresar las personalidades ocultas sin que exista ninguna confusión. La parte importante de la web 3.0 no será el desarrollo tecnológico, sino que transformará la sociedad y su pensamiento.
R.V.- En un sistema jerárquico, según usted, el ego acaba matando a las ideas. ¿El buen líder es aquel que está dispuesto a escuchar a los demás?
Hiroshi Tasaka.- Sí. A partir de ahora, una de las habilidades que tiene que tener un buen gestor es ser un buen consejero. El papel de un consejero no es advertir o aconsejar sino el de escuchar la voz profunda de la persona que le habla. Si tú fueras mi cliente te tendría que escuchar desde el fondo de mi corazón. Pero en un sistema jerárquico, los gestores intentan manipular a sus equipos.
R.V.- En las empresas normalmente se tiene en cuenta las ideas de los trabajadores que lleva más años en la empresa y, en cambio, a los recién llegados no se les escucha tanto, por mucho talento que tengan. ¿Cómo podemos cambiar este sistema de gestión del talento?
Hiroshi Tasaka.- El problema es que los trabajadores veteranos son una barrera para los jóvenes. Lo primero que se tiene que intentar es cambiar la actitud de la gente veterana pero para eso se tiene que gestionar el ego de las personas. Los egos pequeños no quieren cambiarse a si mismos. Las personas veteranas piensan que no necesitan cambiar porque con los años han adquirido muchas habilidades en la empresa. Desde el punto de vista de los que son unos verdaderos profesionales, las habilidades de estas personas no son las correctas y todavía les falta un largo camino por recorrer.
R.V.- ¿Cómo se cambia la actitud de las personas más veteranas?
Hiroshi Tasaka.- Lo primero es hacerles entender que no son buenos profesionales, incluso la gente mayor tiene que crecer en su trabajo. Esta es la actitud que se tiene que cambiar. Mucha gente que está en la cima de su profesión, ven como los jóvenes están evolucionando y subiendo en las empresas y les indican como lo tienen que hacer. La actitud que tiene que cambiar es que tienen que ser conscientes que no han llegado a la cima de su carrera, sino que se encuentran a medio camino. Los más jóvenes tienen que transmitir el mensaje de unidad: vamos a subir juntos hasta la cima. Para que se pueda producir este cambio, yo he escrito más de 50 libros en Japón, por ejemplo, “¿Cuál es la recompensa para el trabajo?”. La respuesta es que no es el dinero, sino que hay cuatro recompensas invisibles muy importantes: la felicidad de hacer bien el trabajo, mejorar las técnicas y las habilidades, crecer como persona y el encuentro con otros seres humanos. Si logramos cambiar la mentalidad y dejar de pensar que la única recompensa que podemos tener en nuestro trabajo es un aumento salarial, podremos lograr que los trabajadores veteranos cambien su actitud. Y ésta es la educación que se les tiene que proporcionar a los jóvenes.
R.V.- ¿El acceso globalizado a la nuevas tecnologías está creando una nueva sociedad del conocimiento?
Hiroshi Tasaka.- Internet es un lugar en el que se pueden encontrar conocimientos de todo el mundo. La paradoja es que cuando la gente mayor usa Internet no hay nada que les diferencie de los jóvenes. Todo el mundo está al mismo nivel. Pero, en cambio, la gente mayor tendría que tener más habilidades que los jóvenes. Tenemos que diferenciar lo que es conocimiento y la sabiduría, que no puede escribirse. Lo más importante es que la gente joven aprenda los conocimientos y que la gente mayor aprenda esta sabiduría que para ellos es más accesible.
R.V.- ¿Esto quiere decir que Internet nos vuelve menos sabios?
Hiroshi Tasaka.- Correcto. Internet es muy bueno pero es más importante la experiencia. Si yo quiero evolucionar como profesional, el significado de Internet es ahorrar tiempo. El tiempo que he ahorrado lo debería usar para adquirir más experiencia, así que Internet es una herramienta para ahorrar tiempo. Este es el desarrollo que debería tener la sociedad actual.
R.V.- En la nueva sociedad del conocimiento, ¿qué papel desarrollarán los genios?
Hiroshi Tasaka.- ¿Cuál es el papel de un genio en la sociedad? Aportar innovación y creatividad. Pero realmente el significado de un genio en la sociedad es tener una visión de futuro. Mucha gente piensa que su existencia es muy distinta a la de un genio, y esto no es cierto. En realidad, sólo desarrollamos un 10% de nuestro potencial y los genios logran desarrollar el 60% o 70% de su talento. Lo que tenemos que entender es que los genios son un ejemplo de cómo podemos desarrollar nuestro talento y llegar a su nivel. No son tan distintos a nosotros como nos pensamos. Sólo nos muestran el camino que tenemos que seguir.
R.V.- ¿Y de qué manera puedo llegar a ser un genio?
Hiroshi Tasaka.- Esto es un tema muy profundo. Una parte importante en esta temática es el subconsciente. Por ejemplo, si dibujo dos líneas paralelas y te digo que corras por estas líneas, esto es fácil. Pero si ahora te digo que pases por un puente muy estrecho que está encima de un gran abismo, no lo harás porque el miedo te lo va a impedir. Tenemos la habilidad de andar por este puente pero el miedo no nos permite desarrollarla. Tú no te vas a creer nunca que eres un genio porque ya te han inculcado el miedo, en cambio, si los profesores enseñaran a los alumnos que las personas tenemos una gran capacidad para desarrollar nuestros talentos, esto cambiaría porque penetraría en el subconsciente de los niños. Además, a los jóvenes también se les tienen que inculcar ciertas ideas, como la que yo siempre les digo: ¡Vive ahora y vive lo mejor posible! Si vivimos el día a día y lo hacemos lo mejor posible, todos estos potenciales acabarán saliendo. Un ejemplo que no he escrito en el libro soy yo mismo. ¡Por supuesto que yo no soy un genio! Hace 25 años que tuve una experiencia cercana a la muerte y el médico me dijo que no viviría mucho más. Evidentemente, esto fue un infierno para mí. Pero después de un par de meses en este estado, tomé consciencia de que si tenía que morir pronto, lo que tenía que hacer era vivir cada día intensamente. Cuando me despertaba pensaba que Dios me había hecho un regalo y lo que quería era aprovecharlo al máximo. Y cada día cuando me acostaba, daba gracias por haber tenido un día fantástico y sólo pedía tener un día más. He pasado 25 años de esta manera. Vuelvo a repetir que no soy ningún genio pero he logrado que salga mi talento, sin ningún entrenamiento especial. Lo único que intento es hacerlo lo mejor posible.
R.V.- ¿Hacia dónde evoluciona el concepto de innovación?
Hiroshi Tasaka.- Hay un cambio de paradigma de la innovación. Hasta ahora, era una innovación de beneficencia. La gente recibía algo que había sido creado por el Gobierno o por las compañías. Pero a partir de ahora, se transforma en una innovación participativa en la que pueden contribuir muchas personas.
in http://www.noticias.com
Veja-se também "Saber Mais Informática" em http://sabermaisinformatica.blogspot.com
Revista Life disponibiliza arquivo fotográfico no Google
| Os internautas vão poder ver algumas das mais famosas fotografias do século 20, graças a uma parceria entre a revista Life e o Google. A Life vai disponibilizar no Google mais de 10 milhões das suas fotografias de arquivo, sendo que, destas, 97% nunca foram vistas pelo público. in http://ciberia.aeiou.pt |
SearchWiki do Google
| A Google lançou na quinta-feira uma nova ferramenta que permite aos utilizadores do motor de busca alterar a forma como os resultados das pesquisas são apresentados. Através da nova funcionalidade, denominada SearchWiki, os internautas podem reclassificar, apagar, adicionar e comentar os resultados das pesquisas efectuadas no motor de busca, informa o blog oficial da Google. in http://ciberia.aeiou.pt |
Médicos Sem Fronteiras divulga as dez maiores crises humanitárias
Vamos também desejar um bom ano de 2009 a todos os que se seguem?Médicos Sem Fronteiras (Brasil) divulga as dez maiores crises humanitárias
Organização lança sua 11ª lista anual sobre conflitos esquecidos pela mídia
Nova York, 22/12/08 - Grande número de civis forçados a se deslocar, violência, e necessidades médicas não supridas na República Democrática do Congo, Somália, Iraque, Sudão e Paquistão ao lado de emergências médicas negligenciadas em Mianmar e no Zimbábue são algumas das piores crises humanitárias do mundo, diz a organização médica humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) em seu relatório anual apresentado hoje "As dez crises humanitárias mais negligenciadas".
O relatório mostra as grandes dificuldades em levar assistência a pessoas afetadas por conflitos. A falta de atenção internacional à prevalecimento crescente da co-infecção HIV-tuberculose e a necessidade crítica de esforços globais para prevenir e tratar a desnutrição infantil, a causa da morte de quase cinco milhões de crianças ao ano, também estão incluídas na lista.
"Trabalhando nas frentes de batalha de zonas de crise no mundo, as equipes de saúde de MSF testemunham em primeira mão as conseqüências médicas e psicológicas da violência extrema, deslocamento, doenças negligenciadas - porém tratáveis - e das necessidades médicas", diz o Presidente do MSF International Council, Dr. Christophe Fournier. "Em alguns desses lugares, MSF é uma das únicas organizações independents que leva assistência huminatária, então temos uma responsabilidade enorme não só tratando os pacientes, mas tambpem como testemunhas e de falar sobre o sofrimento intolerável e as necessidades básicas dessas pessoas - necessidades que são freqüentemente ignoradas."
Muitos dos países na lista deste ano destacam-se por diminuir o espaço cada vez menor para a ação humanitaria, tornando extremamente difícil levar ajuda aos mais afetados e vulneráveis. MSF e outras organizações de ajuda operam agora em situações de maior insegurança e em ambientes geralmente mais ameaçadores. Em conflitos extremamente politicos e voláteis como os que acontecem na Somália, no Paquistão, no Sudão e no Iraque, MSF - apesar de sua neutralidade e independência - fica limitada em sua capacidade de suprir as necessidades médicas que crescem exponencialmente.
Na Somália, a intensa violência, incluindo ataques diretos e ameaças a funcionários de organizações de ajuda humanitária, obrigaram MSF a encurtar algumas de suas operações em 2008, o que incluiu a retirada de todo o staff internacional. No Paquistão, milhares de pessoas fogem de ataques aéreos e bombardeios de uma campanha insurgente no noroeste do país no início deste ano. Uma das únicas organizações de ajuda humanitária trabalhando na região, MSF foi forçada a restringir o número de pessoas em seu staff internacional nos projetos depois que trabalhadores humanitários foram ameaçados, atacados e seqüestrados.
Em lugares como Mianmar e Zimbábue - onde os governo não fazem do acesso à saúde uma prioridade ou vêem as intervenções das ONGs com suspeitas - MSF e outras organizações ficam limitadas no tipo de assistência que podem providenciar ou são deixadas sozinhas para lidar com crises de saúde muito grandes. Em Mianmar, onde MSF é o maior provedor de assistência contra o HIV, centenas de milhars de pessoas estão morrendo sem necessidade devido à extrema falta de tratamento contra HIV/Aids enquanto o governo faz muito pouco pela sua própria população.
Os governos estão ignorando a crise da desnutrição infantil. Este ano o governo do Níger forçou o cancelamento do programa de nutrição infantil de MSF na sofrida região de Maradi, onde dezenas de milhares de crianças sofrem de desnutrição aguda. Como resultado, elas não receberam o tratamento adequado e efetivo. Este caso acontece em uma época em que os esforços para progredir na luta contra a desnutrição no mundo são mais possíveis - e necessários - do que nunca.
"A realidade no campo é que MSF e comunidade humanitária são incapazes de fazer nem sequer o suficiente para as populações que precisam de ajuda médica vital", diz o Dr. Fournier. "Com a divulgação desta lista, nos esperamos chamar a atenção para essas pessoas que tanto precisa depois de ficar cercada entre conflitos e guerras, afetadas pelas crises de saúde, e que têm suas necessidades de saúde essesncias e imediatas negligencias, essas pessoas que não têm voz".
Este é o 11º ano que MSF produz a lista das 10 Crises Mais Negligencias. A primeira apareceu em 1998 quando uma grande crise de fome no sul do Sudão foi ignorada pela mídia norte-americana. Relacionada com as tarefas médicas de emergencia de MSF, a lista procura gerar mais conhecimento sobre a magnitude das crises que podem ou não aparecer nos jornais.
Saiba mais sobre as maiores crises humanitárias de 2008:
Somália (http://www.msf.org.br/noticia/topten08_somalia.htm)
Mianmar (http://www.msf.org.br/noticia/topten08_mianmar.htm)
Desnutrição infantil (http://www.msf.org.br/noticia/topten08_fome.htm)
Sudão (http://www.msf.org.br/noticia/topten08_sudao.htm)
República Democrática do Congo (http://www.msf.org.br/noticia/topten08_rdc.htm)
Região somali da Etiópia (http://www.msf.org.br/noticia/topten08_regiaosomali.htm)
Zimbábue (http://www.msf.org.br/noticia/topten08_zimbabue.htm)
Iraque (http://www.msf.org.br/noticia/topten08_iraque.htm)
Co-infecção de HIV/TB (http://www.msf.org.br/noticia/topten08_aidstb.htm)
Paquistão (http://www.msf.org.br/noticia/topten08_paquistao.htm)
Para saber mais sobre Médicos Sem Fronteiras, clique em http://www.msf.org.br/
Fred Astaire e Ginger Rogers: Night and Day
Cole Porter, ainda e sempre. Aqui na versão dançada por Fred Astaire e Ginger Rogers: "Night and Day".
Como parece lindo o mundo visto assim.
Continuamos a sonhar.....
Glen Miller - In The Mood
Independentemente do estado de espírito (The mood) esta música é imperdível!
Para que levem o ano de 2009 "ao de leve", assim como quando se dança.... ;-))

