Léo Ferré - Le Chien (live)




Léo Ferré, até sempre!!

Les amours d'antan: Paroles et Musique: Georges Brassens 1962




Les amours d'antan


Paroles et Musique: Georges Brassens 1962

Moi, mes amours d'antan c'était de la grisette
Margot, la blanche caille, et Fanchon, la cousette...
Pas la moindre noblesse, excusez-moi du peu,
C'étaient, me direz-vous, des grâces roturières,
Des nymphes de ruisseau, des Vénus de barrière...
Mon prince, on a les dam's du temps jadis - qu'on peut...

Car le cœur à vingt ans se pose où l'œil se pose,
Le premier cotillon venu vous en impose,
La plus humble bergère est un morceau de roi.
Ça manquait de marquise, on connut la soubrette,
Faute de fleur de lys on eut la pâquerette,
Au printemps Cupidon fait flèche de tout bois...

On rencontrait la belle aux Puces, le dimanche :
"Je te plais, tu me plais..." et c'était dans la manche,
Et les grands sentiments n'étaient pas de rigueur.
"Je te plais, tu me plais. Viens donc beau militaire"
Dans un train de banlieue on partait pour Cythère,
On n'était pas tenu même d'apporter son cœur...

Mimi, de prime abord, payait guère de mine,
Chez son fourreur sans doute on ignorait l'hermine,
Son habit sortait point de l'atelier d'un dieu...
Mais quand, par-dessus le moulin de la Galette,
Elle jetait pour vous sa parure simplette,
C'est Psyché tout entier' qui vous sautait aux yeux.

Au second rendez-vous y' avait parfois personne,
Elle avait fait faux bond, la petite amazone,
Mais l'on ne courait pas se pendre pour autant...
La marguerite commence avec Suzette,
On finissait de l'effeuiller avec Lisette
Et l'amour y trouvait quand même son content.

C'étaient, me direz-vous, des grâces roturières,
Des nymphes de ruisseau, des Vénus de barrière,
Mais c'étaient mes amours, excusez-moi du peu,
Des Manon, des Mimi, des Suzon, des Musette,
Margot la blanche caille, et Fanchon, la cousette,
Mon prince, on a les dam's du temps jadis - qu'on peut...

George Brassens e Paco Ibañez: a mesma canção, duas versões


La mala reputación -Paco Ibañez


George Brassens-La mauvaise reputation

Juliette Gréco - Déshabillez-moi



"Déshabillez-moi?"...com este frio outonal?...hummm.... ;-))))))...porquoi pas?... ;-)))

Yves Montand - A Paris

XP Antivirus 2008 - Embuste em forma de anti-vírus

XP Antivirus 2008 - porque é importante prevenir antes de remediar

Nas últimas semanas temos assistido a um tipo de ataque cibernético ao comum utilizador, que se distingue dos restantes pela sua forma estruturada, bem pensada e que, infelizmente, tem afectado muitos, em especial os utilizadores domésticos.

Este vírus tem como objectivo, literalmente, roubar os utilizadores. Por isso, vale a pena perceber um pouco mais como funciona e, acima de tudo, como nos podemos proteger deste e de outros vírus que tenham esta forma de actuação.

A técnica de propagação é baseada na navegação em sites infectados. A conjugação deste comportamento com uma protecção ineficiente no PC que está a ser utilizado, faz com que apareça uma mensagem como a que abaixo se encontra:

É interessante a perversidade por detrás deste tipo de ataque. O próprio vírus passa por um anti-vírus! Esta mensagem, a indicar que o PC está infectado, vai assustar o utilizador e a probabilidade de este escolher a opção Remove All é elevada. Mas, neste caso, é irrelevante porque toda a página é apenas uma imagem que tem uma hiperligação que vai despoletar um download. Quando o aviso aparece, a parte de trás fica a cinzento, como se fosse o Vista User Account Control (UAC). E nem todos os ecrãs que apareçam com o fundo a cinzento são sinónimo de que podemos confiar no que lá se encontra!

Como seria de esperar, o utilizador fica alertado que o seu PC está infectado. A forma como essa informação aparece é bastante credível porque se trata do resultado de um GIF animado. O passo seguinte é enviar o utilizador a um site - na altura em que este teste foi efectuado o site era vírus-securityscanner.com (neste momento este site já está inactivo). Não nos podemos esquecer que os criminosos mudam muito facilmente de domínios e de provedores, por isso, a nossa principal preocupação deverá ser nunca baixar as guardas. Na fase seguinte, o pretenso anti-vírus oferece um scan gratuito ao PC, no entanto, para tal é necessário instalar algo no PC:

Estamos perante profissionais! Eles sabem que quantos mais avisos o utilizador recebe, menos atenção presta aos mesmos e quer, acima de tudo, resolver aquela situação o mais rapidamente possível. Para tal, acabam por clicar em tudo o que parece ajudar nesse sentido.

O passo seguinte leva à instalação, mostrando mesmo o Windows compatibility logo e, inclusivamente, uma hiperligação para os termos e condições.

Se seguirmos os termos e condições aparece um texto bastante bem escrito, tal como seria de esperar de uma entidade idónea, ao ponto de ter um site de suporte online!

Chegando a este ponto, a dúvida está criada: se o anti-vírus instalado no PC não detectou estes vírus, então vale a pena comprar este anti-vírus. E é exactamente este o objectivo, levar os utilizadores à compra.

Seguindo a opção Buy Now o sistema irá pedir $49,95. Se o utilizador não tomar qualquer iniciativa, será bombardeado com mensagens do género:

Este tipo de malware é deveras perturbador. Por isso chamamos à atenção, uma vez mais, para pontos que são críticos na protecção do seu PC, especialmente o seu PC de casa:

* Tenha um anti-vírus actualizado, de um fabricante conhecido. Ter um anti-vírus só não chega, o mesmo deverá estar actualizado pois uma ferramenta destas desactualizada transmite a falsa sensação de estar tudo sob controlo;

* Não navegue em sites de origem duvidosa; deverá ter o mesmo nível de preocupação no mundo digital que tem no mundo físico. Tenha atenção quando navega pela Internet;

* Não aceite como de confiança tudo o que lhe oferecem, infelizmente existem muitas pessoas que querem tirar partido da ingenuidade dos outros e não olham a meios para o conseguirem.

Como em tudo na vida, mais vale prevenir do que remediar, este é apenas mais um caso onde esta velha máxima continua muito actualizada.

Fonte: Microsoft

A "Engenharia Social"

O que é a Engenharia Social?

Através das chamadas acções de phishing, são solicitadas informações de carácter pessoal e confidencial, fazendo-se os phishers passar por empresas ou organizações com as quais o receptor das mensagens terá, provavelmente, algum tipo de relação.

É o caso das mensagens enviadas aos clientes de bancos, solicitando a actualização de dados relativos às suas contas bancárias, através da introdução de informação privada/confidencial, com o objectivo de obterem essa informação para uma eventual utilização maliciosa. Estas mensagens contêm, na sua maioria, avisos de consequências negativas caso não haja resposta às mesmas. A estas técnicas de ameaça e persuasão, dá-se o nome de "Engenharia Social".

Inseridas nas diversas formas que a "Engenharia Social" pode assumir, estão as "ofertas" de dinheiro ou comissões em troca da realização de determinadas operações por internet.

São vários os casos publicitados em que são propostas comissões por movimento da conta pessoal (ex: transferências) mas com propósitos fraudulentos.

Que cuidados deverá ter?

Para evitar este tipo de fraudes, deverá ter em conta as seguintes precauções:

* Caso receba um e-mail a pedir informação pessoal ou financeira, não responda nem clique no link da mensagem. Por norma, empresas credenciadas nunca solicitam este tipo de informação por correio electrónico;

* Seja cuidadoso a aceitar qualquer tipo de negócio que lhe seja proposto por email, independentemente do remetente, certificando-se da proveniência desse email. Caso tenha dúvidas, contacte as autoridades;

* Verifique regularmente os movimentos das suas contas bancárias.

Billie Holiday - Lady Sings the Blues

Bessie Smith - St. Louis Blues

John Coltrane "Giant Steps" e Cinema de Animação


John Coltrane "Giant Steps" com uma fabulosa animação de Michael Levy.
Podemos ver a mesma animação com melhor resolução em
http://www.michalevy.com/gs_download....

Queen - Who Wants To Live Forever (Live At Wembley 1986)




"My apologies but I say what I want
You know what I mean
So forget those rumours, we're gonna stay together until we f***ing well die I'm sure.}

Who wants to live forever
Who wants to live forever
Forever is our today
Who waits forever anyway?"

Freddie Mercury: o TUDO ou NADA! Viveu como quis. O excesso foi a sua forma de viver.

Os 100 anos de Cartola

Angenor de Oliveira, o Cartola, (1908 — 1980), não comemorou os seu recente (11 de Outubro) centenário com muito samba, mas os seus geniais sambas permanecerão por muitos séculos. Em vida fez mais de 500 musicas regravadas centenas de vezes: "As Rosas Não Falam", "Alvorada", "O Mundo é um Moinho" e "O Sol Nascerá", "As Rosas Não Falam", "Alvorada", "O Mundo é um Moinho", "O Sol Nascerá", são algumas mais recordadas.

Apenas em 1974, já com 65 anos, grava o primeiro de 4 discos. Morre pobre, mas não mais será esquecido pelos músicos que o admiram e pelo povo que adora sua música.



Cartola - Alvorada



Chico Buarque - Alvorada

Nos 90 anos de André Bazin

"A Função do Critico não é trazer numa bandeja de prata uma verdade que não existe, mas prolongar o máximo possível, na inteligência e na sensibilidade dos que o lêem, o impacto da obra de arte"
André Bazin

André Bazin (1918 – 1958) crítico e teórico de cinema desde 1943, em 1951 a sua contribuição foi decisiva na fundação da revista Cahiers du cinéma. Os Cahiers são ainda hoje uma revista de referencia na compreensão do cinema como arte, pela escrita dos conceituados críticos que compõem a sua redacção Lançou a nova vaga de cineastas/críticos que deram impulso à cinematografia francesa e mundial e mostraram a importância de grandes cineastas "mal amados" pelos críticos da época, como o americano de ascendência Irlandesa John Ford (1894 – 1973) e o britânico Alfred Hitchcock (1899 — 1980).

A ler e reler os seus escritos para entender melhor o cinema, a arte do Século XX.

Os ursos são dos primeiros a desaparecer.... :-(

Esta imagem bem poderia parecer uma montagem fotográfica de um urso polar em cima de um pedacinho de gelo mas, infelizmente, não é. Trata-se de uma imagem real que serve para chamar a atenção de todos para o que está, neste preciso momento, a acontecer ao nosso planeta.
Este animal, por exemplo, já só tem este pedaço de gelo para continuar a poder existir.....ele sabe nadar, ...mas pode-se facilmente imaginar o que lhe irá acontecer mais cedo ou mais tarde....
Pense-se nisso e, por favor, faça-se com que outras pessoas tomem consciência deste tipo de factos.
É certo que são sempre os políticos, os economistas, etc, etc,......e "não nós" que temos a culpa... Mas será isso realmente verdade? Se cada um fizer alguma coisa por este planeta, talvez ainda o consigamos salvar, mesmo que a nossa contribuição para tal se venha apenas a manifestar daqui a algumas gerações em que nós já cá não estamos.

Vuelven los 80 al mundo del arte


Vuelven los 80 al mundo del arte


in http://www.artelista.com/articulos/news1131/vuelven-los-80-al-mundo-del-arte.html

El arte responde a ciclos pendulares, de extremos, donde una corriente por lo general sustituye a otra opuesta por completo. Y, en esta época de adopción artística de cualquier corriente previa, poco a poco va abriéndose paso a paso la influencia de una forma de hacer que marcó la cultura durante años y que hoy día la moda, el cine y la televisión han recuperado para los más nostálgicos: los años 80. Tan sólo hay que acercarse a galerías y retrospectivas de museos para comprobar que son informalistas y artistas pop quienes copan buena parte de un recuerdo plagado de grandes nombres.


Aquellos maravillosos años...

Los 80 asistirán al apogeo de Warhol y a su conversión en icono, a la difusión de nombres como el Equipo Crónica o Tàpies en España; de todo un sistema informalista -entendido como un conjunto- que supondrá la "culminación" histórica de la ambigüedad de la experimentación abstracta, de la no-lógica y del objeto de arte como un elemento pensado para generar una reflexión sobre sí mismo. Es el momento de las postvanguardias, cuando el neodadaísmo y la provocación en el arte causen furor. Un periodo de la Historia del arte donde el carácter de acción (la ejecución antes que la obra en sí misma) prime, abarcando a todas aquellas corrientes gestadas al calor de la experimentación y la búsqueda, fuertemente arraigadas en la sociedad de consumo.

A vueltas con el "revival"

Y, en arte, las tendencias, como en la moda, son precarias: todo movimiento pasado está condenado a ser repetido a través de la lente de la reinterpretación para, después, ser abandonado de nuevo. Así, en la actualidad, y tras recuperar en los últimos años la asunción de nuestra conciencia egoísta de pirámide capitalista, el mercado del arte ha vuelto a llenarse de obras donde es la materia la que prima, la que domina la obra: la gestualidad, la energía, son preponderantes, junto con un cierto aire naïf -engañoso siempre- que no puede evitar recordarnos al arte popular. Y es que el revival ochentero iniciado por el márketing ha acabado alcanzando al mundo del arte, quizá sin intención y sólo como causa última de una tendencia que se venía respirando en los últimos años y que, ahora, se ha concretado en un estilo muy particular. Atrás quedaron los tiempos de vanguardias neoplásticas y pintura-pinturas y vuelve a hacer furor un tipo de arte que obtiene sus temas de la sociedad de masas y sus formas de medios de expresión que perfectamente podrían entroncar con el cómic. Y si alguien no está de acuerdo tan sólo ha de echar la vuelta atrás y comparar a Warhol y sus latas de sopa Campbell con Hirst y las famosas y recientemente carísimas Lullaby Spring y For the love of God, o con las peculiares piezas -puppies y demás- de Jeff Koons; recordar que nombres como el de Luis Feito y el ya citado Tàpies son habituales en las casas de subastas; analizar la conversión en icono de una figura como Banksy, o pensar en el éxito del arte de procedencia oriental y sus características (Takashi Murakami, por ejemplo, es una buena muestra de ello...).

in http://www.artelista.com/articulos/news1131/vuelven-los-80-al-mundo-del-arte.html

Diego el Cigala & Bebo Valdés - Lágrimas Negras



Directo en Santiago de Compostela

Diego Ramon Jimenez Salazar, Diego el Cigala
(Madrid, 1968). Cantaor

A Diego Jimenez Salazar fue Camaron de la Isla quien un buen dia lo rebautizo como Dieguito el Cigala. Proviene de una familia de artistas; es sobrino de Rafael Farina. Y se crio en el madrilenho barrio de El Rastro, donde empezo a hacer sus pinitos como cantaor. Con apenas doce anhos, gana el primer premio del Certamen Flamenco Joven de Getafe y un premio en el concurso de TVE 'Gente Joven'.

Pronto empieza a cantar para el baile, solicitado por bailaores de la talla de Cristobal Reyes, Mario Maya, Manolete, Farruco o Manuel Camacho, entre otros. Musicos como Camaron, Tomatito, Gerardo Nunhez o Vicente Amigo van reclamando la colaboracion del cantaor en los estudios de grabacion.

En 1994 inicio su carrera en solitario con el disco 'Undebel', producido por David Amaya. Para ello, cuenta con las guitarras de Anton Jimenez, David Amaya, Paquete y Tomatito.

En el anho 2000, a rai­z de la publicacion del segundo album 'Entre vareta y canasta', el cantaor Juanito Valderrama anuncia a Dieguito como una de las voces con mas futuro. Y no se equivoco. Un anho despues vuelve a grabar y lanza el disco 'Corren tiempos de alegria', en el que colabora un artista que va a marcar su carrera a partir de entonces: Bebo Valdes. Con el veterano pianista cubano graba en 2003 el disco 'Lagrimas Negras', un encuentro del flamenco con el bolero que triunfa en el mundo entero con premios y menciones de todo tipo.

Un anho antes, el cantaor tambien saco al mercado 'Directo en el Teatro Real', un disco grabado en julio de 2002 en el palacio de la opera madrilenho, con el unico acompanhamiento de la guitarra de Ninho Josele. Ya en 2004 rinde homenaje a su mentor participando en el disco colectivo 'Tributo a don Juan Valderrama' con las bulerias 'Madre hermosa'. Junto a Guadiana, Pepe Habichuela y Carmen Linares, entre otros muchos artistas, presento este tema en febrero de 2004 en Madrid ante el homenajeado, dias antes de que falleciera.

Entre los proximos proyectos de Diego el Cigala esta un disco que le elaborara a su medida Paco de Lucia, que ya conto con su colaboracion en el album 'Cositas buenas' (2004).

La Bien Pagá numa versão de Bebo El Cigala

A tradição em novas e esplendorosas versões!



Diana Navarro - "Sola"

¡Que hasta pone los pelos de punta!....;-)))

A tradição espanhola revitalizada. Pasion Vega.



Pasion Vega em "Malagueña Salerosa"

A tradição espanhola revitalizada.

Que bonitos ojos tienes
Debajo de esas dos cejas
Debajo de esas dos cejas
Que bonitos ojos tienes

Ellos me quieren mirar
Pero si tú no los dejas
Pero si tú no los dejas
Ni siquiera parpadear

Música:
Malagueña salerosa
Besar tus labios quisiera
Besar tus
Labios quisiera
Y decirte niña hermosa
Que eres linda y hechicera

Si por pobre me desprecias
Yo te concedo razón
Yo te concedo razón
Si por pobre me desprecias
Yo no te ofrezco riquezas
Te ofrezco mi corazón
Te ofrezco mi corazón
A cambio de mi pobreza

Música:
Malagueña salerosa
Besar tus labios quisiera
Besar tus
Labios quisiera
Y decirte niña hermosa

Que eres linda y hechicera
Que eres linda y hechicera
Que eres linda y hechicera
Como el candor de una rosa
Y decirte niña hermosa

Relíquias da Música Espanhola!



Lola Flores, Paquita Rico, Carmen Sevilla en el Balcon de la Luna

Paris Photo 2008

Yuki Tawada, White Night, 2008© Yuki Tawada 2008
courtesy of TARO NASU, Tokyo

© Asako Narahashi - Kawagushiko, 2003 -
From the series "half awake and half asleep in the water"Courtesy Galerie Priska Pasquer

Paris Photo 2008
Japan Guest of Honour
November 13 - 16, 2008
At the Carrousel du Louvre
http://www.parisphoto.fr/
Dates: Thursday, 13 November– Sunday, 16 November, 2008Opening by invitation only: Wednesday, 12 November, 7:00 pm – 10:00 pm
Venue: Carrousel du Louvre, 99 rue de Rivoli, 75001 Paris, France
Opening hours: Thursday, 13 November from 11:00 am to 8:00 pm, Friday, 14 November from 11:00 am to 9:00 pm, Saturday, 15 November from 11:00 am to 8:00 pm, Sunday, 16 November from 11:00 am to 7:00 pm
General admission: 15 €, 7.50 € for students and groups
Catalogue: 20 €
Paris Photo 2008: an exceptional panorama of Japanese photography
From November 12th to 16th 2008, Paris Photo will bring together at the Carrousel du Louvre, 107 exhibitors from 19 countries. With 78% of participants from abroad and 37 newcomers, the selection for 2008 has favoured a greater focus on personal exhibitions and thematic projects, presenting the best photographic expressions from the earliest time to the present day. But one of the important aspects of this 12th edition is the invitation of Japan as country of honour: with the work by more than 130 artists on show, Paris Photo will offer an exceptional overview of a unique site of practice, from the Meiji era to the most contemporary production. To date, no exhibition in Europe has broadly brought together such a number of Japan's modern, contemporary and emerging photographers.

"Spotlight on Japan" is curated by Mariko Takeuchi, independent curator and photography critic.

The 5th edition of the BMW - Paris Photo Prize
Launched in 2004 in support of contemporary photography, the BMW -Paris Photo Prize celebrates its fifth anniversary. Awarded by a prestigious jury, the prize has become an international reference in recognition of the work of a contemporary artist on a theme related to the world of BMW. The work of 20 artists short listed for the prize is exhibited during Paris Photo. The winner will be awarded the 12,000 euro prize on Thursday, November 13.

Theme for 2008: Never Stand Still
Jury : Marta Gili, director, Jeu de Paume, Vicki Goldberg, art critic and photography author, Stephen Shore, photographer, Anne Wilkes Tucker, photography curator, Houston Museum of Fine Arts, Michael Wilson, collector, Nicolas Wertans, Chairman of BMW Group France and Eric de Riedmatten, director of communication, BMW France.
Short-listed artists : Jeff Brouws (Robert Klein Gallery), Andrew Bush (Rose Gallery), Clark & Pougnaud (Galerie Baudoin Lebon),Gerardo Custance (Polaris), J.H. Engström (VU' la Galerie), Martine Fougeron (Esther Woerdehoff Galerie), Nobuhiro Fukui (Tomio Koyama Gallery), Jim Goldberg (Magnum Gallery), Dionisio Gonzalez (Max Estrella), Miyako Ishiuchi (Zeit-Foto Salon, Tokyo), Syoin Kajii (Foil Gallery), Atta Kim (Keumsan Gallery), Ken Kitano (MEM Gallery), Janne Lehtinen (Taik Gallery), Yao Lu (798 Photo Gallery), Akira Mitamura (The Third Gallery Aya), Keisuke Shirota (Base Gallery), Yuki Tawada, (Taro Nasu), Nao Tsuda (Hiromi Yoshii), Ofer Wolberger (Michael Hoppen Gallery)

Paris, the international epicentre of art photography in November
The 12th Paris Photo edition coincides with the "Photo Month" whose theme is "European Photography: between tradition and change". VIPs and collectors invited at Paris Photo in the framework of "Close-Up" VIP programme will get privileged access to what's happening in photography in Paris, including among others the "Lee Miller" exhibition at Jeu de Paume, "The School of Dusseldorf" at the Mam Ville de Paris, "Henri Cartier Bresson and Walker Evans" at the Henri Cartier-Bresson Foundation, "Sabine Weiss" at the Maison Européenne de la photographie, or "Tokyo Stories" at Artcurial.

Urso Polar em extinção

O urso polar é uma das primeiras vítimas da actual degradação do nosso planeta. A zona em que eles vivem, os glaciares, está rapidamente a desaparecer e, com isso, eles, infelizmente, também.
Temos de pensar muito a sério no que estamos a fazer ao lugar onde vivemos.

O Outono chegou (II)

The lacy leaves and wandering branches of a Japanese maple lend drama to the grounds of the Biltmore Estate near Asheville, North Carolina. Built in 1985 by George Washington Vanderbilt, the Biltmore is the largest private residence in the United States and includes more than 75 acres (30 hectares) of manicured gardens.
Photo: Melissa Farlow

Red maple leaves and gold on a cottonwood announce the arrival of fall in the pink sandstone canyons of Zion National Park in Utah. Both tree species hug water sources in this arid land of high plateaus and rock towers.
Photo: Tim Fitzharris/Minden Pictures

in http://travel.nationalgeographic.com

Acabaram as calças da nossa juventude...


A liquidação do grupo têxtil deixa 435 pessoas desempregadas
Lois: acabaram as calças de ganga do touro
08.10.2008 - 18h24 Inês Subtil

O grupo Sáez Merino, do qual faz parte a Lois e outras empresas têxteis, anunciou a sua liquidação, noticia hoje a imprensa espanhola. Com este encerramento 435 pessoas perdem o seu emprego e desaparece uma das marcas mais famosas de calças de ganga, reconhecidas pelo símbolo de um touro.Por explicar ficam os motivos que levaram o grupo a tomar esta decisão. Fontes sindicais, citadas pelo “El Mundo”, contam que os trabalhadores também não sabem exactamente o que aconteceu. Parece claro, no entanto, que chegou o fim de uma marca conhecida, que a partir de hoje deixa de ser produzida nas duas fábricas operacionais do grupo em Espanha, uma em Valência e outra em Cidade Real. Antes de 2004, o grupo chegou a ter mais de mil trabalhadores. Nessa altura começou o declínio, encerrou quatro fábricas e deslocou parte da produção para Marrocos numa tentativa de tentar fazer baixar os custos de produção. O grupo têxtil começava então a sentir os efeitos da concorrência vinda dos países asiáticos.
Situação atípica de fecho. Depois de tempos conturbados, o fim da Sáez Merino agora anunciado deixa muitas questões em aberto. A imprensa espanhola explica que o grupo tinha estabelecido um acordo entre credores de quatro das suas empresas (a General Garments SA, a Sáez Merino SAU, a Sáez Merino Sewing SAU e a Sáez Merino Textile SAU), que continua por cumprir. Segundo os jornais espanhóis, está tudo em suspenso devido a um recurso apresentado pelo grupo por causa da sua dívida com a Tesouraria Geral da Segurança Social (TGSS). Por sua vez, a TGSS recorreu desta decisão. Como este último recurso ainda não foi solucionado o acordo está “aprovado mas paralisado”, explicou a confederação sindical espanhola, Comissões Obreiras, citada pelo “El País”. O mesmo sindicato destacou que o grupo, em fase de liquidação, se encontra numa situação atípica porque fica por esclarecer se a dívida dos credores foi resultado do acordo estabelecido entre eles ou se é anterior a isso.Entre os credores estão trabalhadores, aos quais a empresa deve um salário, e também ex-empregados que aproveitaram há pouco tempo para conseguir a pré-reforma.A famosa marca de calças de ganga nasceu em 1962 e ganhou o nome Lois, uma versão de Luís, o nome de um dos membros da família Sáez Merino. Na década de 70, as primeiras campanhas de publicidade com a participação de Rod Stewart e dos Abba deram à marca fama internacional.

Divas: Caricaturas e Mascaras de Billy Wilder

A Caricatura

O cinema tem destas ironias: uma diva dos anos vinte torna-se, trinta anos depois, um mito ao interpretar uma caricatura de si própria. Esta é a história de “O Crepúsculo dos Deuses”, da personagem Norma Desmond, de Gloria Swanson (1899-1983), a actriz que a interpreta e Billy Wilder, o realizador.
O perfil anguloso de Gloria contrasta c
om a doçura de Mary Pickford ou a fragilidade Lillian Gish, outras divas da altura. Quando chegou a Hollywood, aos 17 anos, poucos acreditavam que iria ter algum sucesso. "O perfil demasiado cinzelado, o nariz uma rampa de esqui, os dentes demasiado grandes e as maçãs do rosto demasiado saliente", assim a descrevia um critico da altura. No entanto Cecil B. DeMille descobriu nela o ideal para os sensuais melodramas de infidelidades na alta sociedade. A sua presença era fascinante em qualquer local do cenário e o publico adorava-a. A luxuria e a elegância vestida com os modelos mais caros deslumbravam e ela adorava. Mary Pickford era a actriz mais bem paga na década de 20, contudo, como dizia a publicidade: Gloria Swanson é “a segunda mulher a ganhar um milhão de dólares e a primeira a gasta-los”.
Quando Billy Wilder (1906-2002) preparava um filme sobre a decadência de uma estrela do cinema mudo Swanson foi a escolha perfeita. Ao ser convidada para o casting ainda questionou: "Queres saber se continuo viva ou duvidas consiga actuar?". Foi o papel da sua vida. Gloria e Norma Desmond de "O Crepúsculo dos Deuses" permaneceram, para o bem e para o mal, fundidas para sempre.
Estrela cadente, por não resistir ao sonoro, retorno em grande e retirada por se recusar a ser a eterna Norma, após 6 casamentos, morre aos 84 anos.


O Crepúsculo dos Deuses

A mascara
Em 1978 Billy Wilder retoma o tema através de uma estrela de cinema que vive em reclusão para manter a sua juventude eterna. A sua "mascara" torna-se a sua prisioneira. Um filme admiravel de um grande mestre a redescobrir. Talvez o realizador que melhor compreendeu as mulheres. Marilyn Monroe (1926-1962) foi estela maior nos seus filmes.
O Segredo de Fedora

Dinis Machado (1930-2008)

Dinis Machado foi jornalista desportivo, crítico de cinema e editor da revista de banda desenhada Tintin.
Nascido a 21 de Março de 1930, em Lisboa, Dinis Machado cresceu no quotidiano enriquecedor do Bairro Alto.
O maior seu êxito editorial foi o livro "O Que Diz Molero", em 1977 adaptado ao teatro, em 2007, por José Pedro Gomes e António Feio.
Sob o pseudónimo Dennis McShade, escreveu (1967 / 68) os romances policiais "Mão direita do Diabo", "Requiem para D. Quixote" e "Mulher e Arma com Guitarra Espanhola".
Escreveu ainda "Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel Garcia Marques" (1984), "Reduto Quase Final" (1989) e "Gráfico de Vendas com Orquídea" (1999).

Destruir depois de ler


George Clooney, Brad Pitt, John Malkovich, Tilda Swinton e Frances McDormand protagonizam "Burn After Reading", comédia de espionagem escrita e realizada por Joel e Ethan Coen. Abriu a 65ª edição do Festival de Cinema de Veneza e é estreia recente em Portugal. A nossa chamada de atenção para o trio masculino e para mais um filme dos geniais irmãos Cohen.



Destruir depois de ler

LAS ROSAS DE PIEDRAS I

LAS ROSAS DE PIEDRAS I
de LLAMAZARES, JULIO

EDICIONES ALFAGUARA, S.A. - GRUPO SANTILLANA
Lengua: CASTELLANO
Encuadernación: Linotex
ISBN: 9788420473826
Nº Edición:1ª
Año de edición:2008
Plaza edición: MADRID

«Éste es un viaje en el tiempo y en la geografía. En el tiempo, hacia la época en la que se construyeron esos maravillosos edificios que conocemos como catedrales; y, en la geografía, a través de un país que es un mosaico de regiones tan diferentes como sus paisajes. La razón de que haya elegido las catedrales para este viaje es muy transparente: la atracción que me han producido siempre esos fantásticos edificios que constituyen las cajas negras de nuestra historia. Conocerlas de verdad y no de paso, vivir dentro de ellas un día para sentir toda su belleza, al tiempo que se descubren sus secretos y leyendas, es lo que he hecho desde hace años para contárselo a mis lectores. A deshojarlas como si fueran rosas de piedra, enormes rosas arquitectónicas surgidas hace cientos de años, he dedicado este libro. Y todo ello sin otra voluntad que la viajera y sin otra intención que la literaria. Esa que sigue la estela de los antiguos viajeros. Los viajeros, en suma, que iban buscando la magia que el mundo ofrece a los que lo andan».

Julio Llamazares

The Getty Museum

Obra gráfica de PAULA REGO no Centro Português de Serigrafia

Shakespeare’s Room, tríptico, litografia, 89 x 65 cm (cada), 2006.




Uma admirável selecção de recentes litografias e gravuras

Centro Português de Serigrafia no CCB e Galerias Twin Towers ///// Até 2 de Novembro de 2008

“Os meus quadros são fábulas com um lado cómico e outro trágico”

Paula Rego

É já a partir do próximo dia 6 de Outubro que estarão patentes no CPS - Centro Português de Serigrafia no CCB e nas Galerias Twin Towers, duas mostras em simultâneo, de gravuras e litografias de Paula Rego. Com a colaboração da Galeria de São Bento, esta é uma oportunidade para coleccionadores ou para quem simplesmente deseje obter um trabalho da artista plástica portuguesa que, a par de Vieira da Silva, é a mais aclamada mundialmente.

Paula Rego, nascida em Portugal em 1935, mas que desde cedo se fixou em Inglaterra, é apontada como uma contadora de histórias. De facto, uma das características mais visíveis do seu trabalho é a utilização de grandes romances literários narrados em séries temáticas. Esta utilização não deixa, contudo, de ser autobiográfica, no sentido de se relacionar de várias formas com a própria vida da artista. Também por isso, estes temas gerais são tratados de uma forma pessoal que transcende a questão técnica do desenho e da pintura – excelente – para se integrar num percurso auto-reflexivo sobre si e sobre o mundo. Assim, características como a ironia, a crítica, a actualidade temática ou a subversão dos próprios temas, são uma presença constante nas suas obras.

Paula Rego tem um extenso trabalho em litografia e gravura, técnicas que utiliza pelas suas especificidades visuais e não apenas pela multiplicidade que permitem.

Em exposição no CPS no CCB, encontra-se o tríptico Shakespeare’s Room (em cima), realizado em 2006, que conta a história de uma rapariga que disparou contra macacos por eles não conseguirem escrever Shakespeare e parte do conjunto agrupado como Jane Eyre, impresso entre o final de 2001 e o início de 2002 no Curwen Studio, em Cambridge. Este conjunto, constituído por 25 litografias, tem como tema central uma interpretação livre do romance Jane Eyre (1847) de Charlotte Brontë, que levanta questões sociais como a emancipação da mulher e que narra a história de uma mulher com um percurso de vida especialmente atormentado mas ao qual se sobrepõe um carácter forte e determinado.

No espaço do CPS nas Galerias Twin Towers encontramos parte da série The Pig King, impressa em 2006 e baseada num conto italiano de Giovanni Francesco Straparola, publicado em The Facetiuos Nights of Straparola, que conta a história de uma rainha e um rei que não conseguiam ter filhos mas que com o auxílio de fadas, viram o sonho realizado, apesar do filho ser um porco; Girl with basin e Girl with Foetus, de 2006, que retomam a questão do aborto já anteriormente tratado pela artista em 1999 e Camouflaged hands, também de 2006.


Centro Português de Serigrafia

Centro Cultural de Belém, Loja 7

1449-003 Lisboa

T. 213 162 175

E-mail: cpsccb@cps.pt

Horário: todos os dias das 10h00 às 21h00.

Galerias Twin Towers, Loja 1.44

Rua de Campolide, 351C

1070-034 Lisboa

T. 217 220 484

E-mail: cpstwintowers@cps.pt

Horário: todos os dias das 10h00 às 23h00.

Entrada gratuita.

O sentido da cidadania

Atentos às novas tecnologias, chamando a atenção para um interessante artigo publicado na revista "Exame Informática" de Outubro, com a devida vénia, transcrevemos a apresentação da tecnologia do Cartão de Cidadão.

Como usar o Cartão de Cidadão no PC (VIDEO)
Saiba como pode ligar o seu novo documento de identificação digital ao computador usando os dados contidos no chip para se autenticar perante os serviços da Administração Pública ou para assinar documentos com valor legal.

A Exame Informática falou com a equipa portuguesa de Identificação de Pessoas da Zetes Burótica que desenvolveu todo o middleware que permite estabelecer comunicação com o conteúdo do chip a partir de leitores de smartcards.





50 anos sobre um trabalho genial: "KIND OF BLUE"

50 anos passaram sobre a primeira edição do melhor disco de JAZZ de todos os tempos, "Kind of Blue" onde participaram Miles Davis, John Coltrane, Cannonball Adderley, Bill Evans, Wynton Kelly, Paul Chambers, and Jimmy Cobb.
A
Legacy Recordings decidiu comemorar este aniversário com uma edição de luxo que inclui 2 CD's, 1 DVD, 1 livro de 60 páginas, totalmente a cores com a história do nascimento deste disco perfeitamente genial, bem como de muitas fotos alusivas, o disco em vinil com uma reprodução da embalagem original, 1 poster com Miles no Columbia 30th Street Studio, uma reprodução do rascunho original de Bill Evans e uma reprodução da brochura promocional original da Columbia Records de 1959.

Um luxo para oferecer a quem se ama!... ;-))) (obviamente se gostar de Jazz, senão "amar" neste caso, está fora de questão.....)
No meu caso, fico à espera que me ofereçam esta edição para juntar ao CD do "Kind of Blue" que comprei quando este formato apareceu....e tive de esperar ainda algum tempo até que o passassem de vinil a CD.