O Sentido da Insegurança


Portugal é um país de medo instalado. Todos temos medo de alguma coisa! Já não apenas medo do dia de amanhã, mas medo do que nos pode estar a acontecer neste momento e ainda ignoramos. Sabemos que vamos ser vitimas de algo, sabemos que estamos em perigo. Esperamos pelo assalto onde podemos morrer por acção de qualquer bandido portador de armas ilegais entretanto libertado pela legislação portuguesa que protege os arguidos e despreza as vitimas. Se tivermos sorte de não sermos apanhados a meio de um assalto ou apenas pelo desvario de alguém armado, e ainda tivermos a sorte de ter emprego, corremos o risco de o perder sem qualquer tipo de protecção. Se nada disco acontecer podemos ainda ser surpreendidos por uma penhora sem sentido das finanças obcecados em diminuir o deficit pela via das receitas e nunca reduzindo as despesas - eles gostam de matar logo quem tem tem dificuldades não dando qualquer hipotese de alternativa!. Temos medo de perder a casa por não conseguir pagar a hipoteca pelo aumento brutal dos juros - a Economia e as Finanças estão sempre acima das pessoas. Temos medo de ser apelidados de alarmistas por dizer que temos medo. Temos medo de falar, temos medo de perder o pouco que ainda nos resta! Ah!!!!!!! temos ainda a liberdade de ver que não temos futuro! Liberdade de viver numa sociedade sem direitos nem deveres. Liberdade exultada por uma velha esquerda que esquece as pessoas em troca dos "ideais".


Eu posso pensar em trocar alguma liberdade pela segurança de uma vida confortável e segura! Que mal há nisso?

Michelangelo Antonioni

Michelangelo Antonioni (Ferrara, 29 de setembro de 1912 — Roma, 30 de Julho de 2007)

Filmografia

Gente del Po (A gente do Pó, 1943)
Nettezza urbana (Limpeza urbana, 1948)
Oltre L'oblio (1948)
Roma-Montevideo (1948)
L'Amorosa menzogna (1949)
Sette cani e un vestito (1949)
Bomarzo (1949)
Ragazze in bianco (1949)
Superstizione (1949)
La villa dei mostri (The House of Monsters, 1950)
Cronaca di un amore (Crimes da alma, 1950)
La Funivia del Faloria (1950)
I vinti (The Vanquished, 1952)
La signora senza camelie (Camille Without Camellias, 1953)
Tentato Suicido (Tentativa de Suícidio) - episódio de Amore in Citta (O amor que se paga, 1953)
Le amiche (As amigas, 1955)
Il grido (O grito, 1957)
L'avventura (A aventura, 1960)
La notte (A noite, 1961)
L'eclisse (O eclipse, 1962)
Il deserto rosso (O Deserto Vermelho, 1964)
Prefazione - episode in I tre volti (The Three Faces of a Woman, 1965)
Blowup (Depois daquele beijo, 1966)
Zabriskie Point (1970)
Chung Kuo (1972)
Professione: reporter (Profissão: Reporter, 1975)
Il Mistero di Oberwald (O Mistério de Oberwald, 1980)
Identificazione di una donna (Identificação de uma Mulher, 1982)
Volcanoes and Carnival (1992)
Al di là delle nuvole,, distribuído nos EUA como Beyond the Clouds, em francês (produção) Par Dela Les Nuages, 1995) (Além das Nuvens) (co-dirigido por Wim Wenders)
Eros (2004) -- episódio de Il filo pericoloso delle cose (The Dangerous Thread of Things)
Lo sguardo di Michelangelo (2004)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ingmar Bergman


"Quando nasci, em Julho de 1918 (Uppsala, 14 de Julho de 1918), minha mãe estava com gripe, o meu estado como recém-nascido não era dos melhores, e por isso fui baptizado de emergência no próprio hospital". Assim começa Ernst Ingmar Bergman a sua autobiografia, "Lanterna Mágica", publicada em 1987 (com edição em português).

Sabemos que morreu «calma e pacificamente» em sua casa, na ilha sueca de Faarö (Gotland), a
30 de Julho de 2007. A sua obra marcou definitivamente a vida e o pensamento de milhares de amantes da arte em todo o mundo, nomeadamente os cinéfilos. Durante os seus 89 anos de vida foi um dramaturgo e cineasta sueco de dimensão mundial e um nome grande da história do teatro e do cinema.

Estudou na Universidade de Estocolmo, onde
se interessou por teatro, e mais tarde, por cinema. Como dramaturgo iniciou-se em 1941, cim a peça Morte de Kasper e, em 1944, escreveu o seu primeiro argumento para cinema: Hets. Como cineasta iniciou a sua carreira em 1945.

Os filmes abordam temas existenciais como a morte, a solidão, e a fé. Filho de um pastor luterano , numa importante paróquia de Estocolmo, de moral rígida e de uma mãe dominadora são razões decisivas para os temas que aborda nas suas obras. As suas influências literárias são os dramaturgos Henrik Ibsen e August Strindberg.

Filmografia

2003 - Saraband (Cinema Digital)
2002 - Anna (TV)
2000 - Bildmakarna (TV)
1997 - Larmar och gör sig till (TV)
1995 - Sista skriket (TV)
1993 - Backanterna (TV)
1992 - Markisinnan de Sade (TV)
1986 - Documentário sobre Fanny and Alexander
1984 - Efter repetitionen (Depois do ensaio)
1983 - Karins ansikte
1982 - Fanny och Alexander (Fanny e Alexander)
1980 - Aus dem Leben der Marionetten (Da vida das marionetes)
1979 - Farödokument 1979
1978 - Höstsonaten (Sonata de outono)
1977 - Das Schlangenei (O ovo da serpente)
1976 - Ansikte mot ansikte (Face a face)
1974 - Trollflöjten (A flauta mágica )
1973 - Scener ur ett Äktenskap (Cenas da vida conjugal)
1972 - Viskningar och rop (Lágrimas e Suspiros)
1971 - Beroringen (A hora do amor)
1969 - Farödokument
1969 - Ritten (O rito)
1969 - En passion (A paixão de Ana)
1968 - Skammen (Vergonha)
1968 - Vargtimmen (A hora do lobo )
1967 - Stimulantia
1966 - Persona (Quando duas mulheres pecam)
1964 - For att inte tala om alla dessa kvinnor (Para não falar de todas essas mulheres)
1963 - Tystnaden (O silêncio)
1962 - Nattvardsgästerna (Luz de inverno)
1961 - Sason I em spegel (Através de um espelho)
1960 - Djavulens oga (O olho do diabo)
1959 - Jungfrukällan (A fonte da virgem)
1958 - Ansiktet (O rosto)
1957 - Nära livet (No limiar da vida)
1957 - Smultronstallet (Morangos silvestres)
1956 - Det sjunde inseglet (O sétimo selo)
1955 - Sommarnattens leende (Sorrisos de uma noite de verão)
1955 - Kvinnodröm (Sonhos de mulheres)
1954 - En lektion I kärlek (Uma lição de amor)
1953 - Gycklarnas afton (Noites de circo)
1952 - Sommaren med Monika (Monika e o desejo)
1952 - Kvinnors väntan (Quando as mulheres esperam)
1951 - Sommarlek (Juventude, divino tesouro)
1950 - Sant händer inte här (Isto não aconteceria aqui)
1949 - Till glädje (Rumo à Felicidade)
1949 - Torst (Sede de paixões)
1949 - Fängelse (Prisão)
1948 - Hamnstad (Porto)
1948 - Musik I moker (Música na noite)
1947 - Skepp till India land (Um barco para a Índia)
1946 - Det regnar pa var kärlek (Chove no nosso amor)
1945 - Kris (Crise)

Ninho de Vicios - Tugas Sem Sentido

Estádio Olímpico de Pequim com capacidade para 91 mil espectadores
Portugal é um país diferente de todos os outros. Os portugueses são diferentes de todos os restantes povos. A principal característica que nos define é sermos implosivos, isto é, sofremos do síndroma da implosão. Gostamos de nos auto-destruir e culpar os outros por serem melhores que nós. Incapazes e pouco produtivos temos, e tivemos sempre, uma elite sugadora de recursos, vivendo à custa dos nossos parcos meios, para nos enterrarem cada vez mais nas estatísticas do mundo e enriquecerem o seu património.

Habituados a que nos resolvam os problemas que não sabemos resolver, recorremos sempre a esquemas de fuga para a frente, não resolvendo os problemas endógenos, mas "temos o resto do mundo para nos safar", quer para nos financiar os vícios e aí pode ser o ouro do Brasil ou os subsídios da União Europeia, quer para ser bode expiatório dos nossos fracassos. "A crise mundial e a globalização são a causa da nossa desgraça, pobres de nós, pequeninos calimeros, vitimas do mundo".

No ano em que a selecção nacional de futebol nos envergonhou, chegou a vez da selecção olímpica, com desculpas risíveis como "não estou preparada para isto", "a égua é histérica", "os árbitros não gostam de nós" ou "ao ver tanta gente a olhar para mim no estádio fiquei assustado", de reduzir a cinzas o nosso investimento de muitos milhões de euros. Já nem o desporto consegue esconder quão maus têm sido os nossos políticos que nos colocam na cauda do mundo por tantos insucessos sociais, económicos e competitivos. Triste é ouvir que o nosso modelo politico está esgotado. Mas afinal para que serviu a revolta militar no dia 25 de Abril de 1974?

Helder Monteiro


Poesia pictográfica (com)textual adicionada de aritmética

A SOMA DA INDIFERENÇA

{(+/-) x º/º + / 5 # !!!!!!!!!!!!!!!!!]
a soma de uma cruz
branca ou vermelha
tanto faz,
ao cinismo ou hipocrisia
de ser neutro indiferente
ao resultado da soma da injustiça
com o desprezo dos direitos do
HOMEM
escritos na areia
daquela praia mar
esquecida
onde desagua
o desespero de não saber existir
neste mar
onde naufraga
a nossa esperança
e onde navega
A NAU DOS INFELIZES

Helder Monteiro

Tex Avery


Fredrick Bean "Tex" Avery (1908 — 1980). Apenas para recordar este expoente máximo dos anos de ouro da animação de Hollywood. A ele voltaremos muitas mais veze...
Tex Avery - Uncle Tom's Cabana (1947) - For more funny movies, click here

A Critica de Cinema e o Público Cinéfilo

Muitas vezes nos interrogamos: MAS AFINAL PARA QUE SERVEM OS CRÍTICOS? Será a crítica informação ou manipulação? Será que não confundimos a informação preciosa de especialistas com a opinião de certas fraudes, promovidos a críticos que nos atiram estrelinhas e bolinhas para nos confundir?

Seja como for, há críticos e críticos. De uma coisa tenho a certeza: a crítica é efémera! Porque deram crédito aos escrevinhadores que tentaram menosprezar a obra de cineastas como John Ford e Alfred Hitchcok? E que pensar quando o kitch se torna moda?

Edward Davis Wood Jr. foi um cineasta norte-americano por muitos críticos considerado o pior cineasta de todos os tempos. Como não podia deixar de ser, é dele também o igualmente considerado pior filme da história do cinema. Passou no Fantasporto de 2002 e chama-se "Plan 9 from Outer Space". O tempo tornou-o um filme de culto.


Plan 9 From Outer Space extact Ed Wood worst movie ever!

Filmografia
The Streets of Laerdo (1948)
The Sun was Setting (1951)
The Lawless Rider (1952)
Glen or Glenda? (1953)
Crossroad Avenger: The Adventures of the Tucson Kid Boots (1953)
Jailbait (1954)
Bride of the Monster (1955)
The Violet Years (1956)
Plan 9 From Outer Space (1956)
The Final Curtain (1957)
The Night the Banshee Cried (1957)
The Bride and the Beast (1958)
Night of the Ghouls (1958)
The Sinister Urge (1959)
Shotgun Wedding (1963)
Orgy of the Dead (1965)
For Love of Money (1969)
One Million AC/DC (1969)
Operation Redlight (1969)
The Photografer (1969)
Take it Out Intrade (1970)
The Under House (1971)
Necromania (1971)
The Undergraduate (1971)
Class Reunion (1972)
The Coctail Hostess (1972)
Dropout Wife (1972)
Fugitive Girls (1974)
12 Films for the Sex Education Correspondende School (1975)
The Beach Bussiness (1976)

Cinema de Animação - Alexandre Alexeïeff


Vi este filme, pela primeira vez, numa projecção do Cineclube Caldense, integrado num ciclo dedicado ao Cinema de Animação, em meados dos anos 80. É um filme único! Baseado na música de Modeste Moussorgski com o mesmo nome. O efeito de movimento provocado pelas sombras de milhares de alfinetes espetados num ecran e manipulados individualmente é deslumbrante. Com todos vós quero partilhar a emoção que senti da primeira vez que vi esta obra prima do cinema.

Cineasta francês, nascido em Kazan, Russia, em 1901, desde 1921, em França, desenvolve obra relevante de ilustração e animação, nomeadamente como criador da gravura animada. Grande parte da sua obra é realizada em parceria com a sua mulher, Claire Parker. Morre em Paris em 1982.


Filmografia


Une nuit sur le mont chauve (Berlin 1933, Eine Nacht auf dem kahlen Berge)
La belle au bois dormant (1935)
Balatum (1938)
Huilor (1938)
Les oranges de Jaffa (1938)
Chants populaires nº 5 (1944)
En passant (1946)
Fumées (1951)
Masques (1952)
Nocturne (1954)
La sève de la terre (1955)
Cent pour cent (1957)
Anonyme (1958)
Divertissement (1960)
Le Procès (1963)
L'eau (1966)
Le nez (1963)
Tableaux d'une exposition (1972)
Trois thèmes (1980)

Cinema de Animação - DePatie-Freleng uma parceria animada

Propomos hoje uma revisita aos clássicos da animação para voltarmos a sentir o prazer e o fascínio pelos "desenhos animados". Que esta proposta nos anime e dê mais optimismo à vida.

O veterano Friz Freleng e David H. DePatie, com encerramento do departamento de animação da Warner Bros associaram-se. e fundam a DePatie-Freleng Enterprises com a participação de antigos colegas da Warner nos anos 1950 e 1960. Logo no inicio, em 1963, criam a Pantera-cor de-rosa, uma pantomina de enorme sucesso com a inesquecivel banda sonora de Henry Mancini.

A sociedade mantem-se até à reforma de Freleng, em 1981, quando é incorporada na Marvel Productions Ltd, mantendo-se DePartie na liderança.



O CINEMATÓGRAFO

O programa apresenta uma nova invenção: Le Cinematographe, e marca o início de uma indústria, de uma arte e de um entretenimento.

Muitos de nós já esquecemos a magia de uma sala escura onde um feixe de luz, surgida de um pequeno buraco na parede, se dirige à tela branca para aí se transformar em imagens em movimento. O cinema, termo popular para cinematógrafo, baseia o seu funcionamento num princípio há muito conhecido: a persistência das impressões luminosas na retina. Isto significa que um objecto, após deixar de ser iluminado bruscamente, a imagem retiniana apaga-se progressivamente, continuando o nervo óptico a ser impressionado: é como se o nosso orgão visual ficasse obstinado em ver o objecto como este permanecesse iluminado. Foi buscar o seu nome ao grego kinéma (movimento) e graphein (registar).

O primeiro filme projectado, de Luis Lumière, de 1895, "La Sortie des Usines Lumière", é quase publicitário e nele desfilam operárias de saias largas e chapéus de plumas e operários em bicicleta. Seguiam-se os patrões em carruagem puxada por cavalos e, no final, o porteiro fecha os portões.





El próximo best seller nacerá en Internet

España podría protagonizar la próxima revolución editorial en Internet gracias Bubok.com, un innovador servicio de auto publicación online que se presenta esta semana en Madrid. Igual que Youtube permitió a todo el mundo compartir sus videos caseros (y no tan caseros), Bubok nace con la intención de que cualquier persona pueda publicar sus textos en formato digital (e-book), o en formato papel gracias al servicio de impresión bajo demanda. Así que ha llegado el momento de desempolvar esa novela, cuento, o poesía que todos guardamos a medio escribir en el cajón: esta vez la publicamos seguro.
04/08 - Sara Aguareles
Internet ha dado lugar a multitud de negocios revolucionarios, y la tendencia apunta a que los que más triunfan son los que permiten una mayor participación de los usuarios. Las comunidades virtuales han dado un vuelco a la Red, pero también aquellos servicios que permiten a todo el mundo mostrar sus creaciones propias sin un coste añadido y de una manera instantánea.Esta semana se presenta en Madrid Bubok.com, un servicio de auto publicación que está pensado precisamente para que todo aquél que tenga un texto para publicar pueda hacerlo.Según uno de sus fundadores, José Luis Delgado, “los autores pueden decirle a cualquiera “mi libro está en bubok.com”, y esta persona decide si se lo descarga gratis o si se lo manda imprimir por un precio módico”. Las empresas que han invertido en la creación de este servicio son algunas veteranas de Internet, como Grupo Intercom, Evoluziona, o Secuoyas.El funcionamiento es sencillo. El autor “sube” a la web su obra en PDF o en formato texto sin ningún coste. Seguidamente decide si va a ser un texto público o privado, comprueba el coste de producción con la ayuda de una calculadora que le facilita el propio sistema, y en caso de querer venderlo elige a qué precio. A partir de aquí, el comprador puede descargar el libro en PDF o encargar que se lo impriman y le llegue directamente a su casa. Según Delgado, “el aspecto es el de un libro cualquiera, igual que otro que puedas comprar en una librería”.Los responsables de Bubok.com han llegado a varios acuerdos con distintas imprentas, que están preparadas para imprimir hasta 5.000 libros cada día. La tecnología Print on Demand (PoD) permite que se impriman los libros uno a uno según alguien los haya comprado, de manera que no hay que esperar a tener grandes volúmenes de reserva para iniciar la producción.Para todos los públicosEste servicio de auto publicación está abierto a todo el mundo, pero los responsables de Bubok se reservan un apartado donde se insertarán los textos más atractivos, más contrastados, e incluso habrá un apartado de tienda online.Las opciones de textos son tan variadas que todavía es difícil hacerse una idea de lo que podremos encontrar en esta enorme librería virtual. “Piense en todo lo que no se publica y que valdría la pena”, reflexiona Delgado. “Tesis doctorales, libros de empresa para regalar a los clientes, investigaciones, compendios de artículos, hemerotecas temáticas, etc…”.De cada venta, el autor se queda el 80% de las ganancias, y Bubok el 20%Más ganancias para los autoresA diferencia de lo que ocurre en las editoriales convencionales, en Bubok el autor decide el precio de venta y recibe el 80% de los beneficios del libro.Según Delgado, “con un libro que se vende a 12€ en el sistema editorial tradicional, el autor recibe 0,5€ por ejemplar vendido. Con Bubok, recibirá 4€”.Con estas cifras, no sería de extrañar que algunos autores de éxito decidieran publicar sus obras directamente en Bubok.com dentro de algún tiempo. En todo caso, la empresa ya ha previsto que algunas editoriales puedan acceder a su servicio para poner de nuevo en circulación las obras que han quedado descatalogadas y que, de este modo, todavía pueden tener algún recorrido. Si esto ocurre, aquella frase tan odiosa de “agotado hasta próxima edición” o directamente “lo sentimos pero este libro ya no se edita”, podría pasar a la historia.

in http://www.noticias.com/

The Song Remains the Same - o filme





The Song Remains the Same (Trailer)


The Song Remains the Same (1973) é um filme que vale pela excelência da banda sonora de uma banda magistral: Led Zeppelin.

The Last Waltz - O som dos sentidos






Theme From The Last Waltz


Martin Scorsese filmou o último concerto de umas das melhores bandas da história da música. O resultado é um filme admirável com uma banda sonora fantástica.


Ficha Técnica:


The Last Waltz (A última Valsa) - Estados Unidos, 1978, Cor, 117 min
Realização: Martin Scorsese
Elenco: Grupo The Band (Rick Danko, Levon Helm, Garth Hudson, Richard Manuel, Robbie Robertson)

Um Leopardo na globalização

È preciso que algo mude para que tudo fique na mesma
Citado de memória do filme Leopardo de Luchino Visconti


Il Gattopardo, realizado em 1963 por Luchino Visconti, baseado no romance homónimao de Tomasi di Lmpedusa,, é um dos filmes mais amados pelos cinéfilos. Obra de arte de enorme valor estético e artístico formal, é a saga da decadência da nobreza rural siciliana na época do Risorgimento. Em 1860, enquanto Garibaldi e os seus “camisas vermelhas” invadem a Sicília, o Príncipe Don Fabrizio Salina refugia-se com a família em Donnafugata, num ambiente mundano, longe da guerra civil, que varre o país…
Visconti afirmava, após a queda de Mussolini: “Fui atraído pelo cinema, sobretudo pela necessidade de contar histórias de homens vivos, homens vivendo nas coisas e não coisas em si mesmas (…) Os mais humildes gestos do homem, o seu andar, as suas sensações, os seus instintos, bastam para dar poesia e vibração aos objectos que o rodeiam. O peso do ser humano, a sua presença, é a única coisa que deve inundar as imagens”.
O cinema revela-nos realidades submersas na rotina diária e fúteis interesses pessoais imediatos. Por contar histórias de homens dá ao homem a dimensão que a actual sociedade não lhe dá. Quais ratos perdidos num laboratório controlado mo maléficos cientistas somos cada um por si sem qualquer sentido à espera de quem será a próxima cobaia. Realidades incontornáveis permanecem escondidas daqueles que se recusam encontrar os fundamentos da existência.
É preciso evoluir para que a nossa realidade permaneça inalterada. Paradas estão as estátuas e é ver o que os pombos lhes fazem…Portugal é uma estátua cravejada de pérolas expelidas pelas partes traseiras dos pombos que povoam as nossas praças. Portugal desliza desamparado para a desgraça da gente que ainda resiste neste canto chamado pátria, mátria (como preferia Natália Correria) ou terra madrasta que nega oportunidades aos seus filhos e enteados. E que faz o cinema português actual para refectir estas questões? O cinema poruguês é subsidiado com os nossos impostos e nem sequer vemos os resultados, quanto mais nos vemos refectidos no cinema.
Uma nova praga de parasitas assalta-nos pela televisão, rádio e jornais. São os académicos perfilados nos ecrãs, viajando nas ondas hertzianas e embrulhados em papel de jornal. Dizem coisas sem sentido a que chamam proféticas ou, mais prosaicamente, de previsões que desdizem logo no dia seguinte para alinharem uma nova teoria que irão contradizer no dia seguinte. O futuro será completamente diverso daquele que foi profetizado, seja o aumento exponencial do petróleo ou dos dias gloriosos que se avizinham resultado do bem amado Mercado e das suas leis selvagens. O futuro irá ser mais negro e o petróleo irá descer e subir ao sabor da especulação. Dirão depois que não falharam, a culpa é da maldita globalização e das bolsas das nossas desgraças. As suas teorias são, portanto infalíveis!
Todas as manhãs a gazela sabe que deverá correr mais que os mais rápido predador, para garantir a sobrevivência. O leão sabe que terá de correr mais rápido que a mais lenta presa para garantir a sua substancia. Vidas de presas e predadores é apenas aquilo que nos garante este admirável mundo novo deste século XXI.

Jean Nouvel

La Torre Agbar en Barcelona, una de las últimas obras de Nouvel.
Edificio Gasometer en Viena, de Nouvel.
Hotel Puerta América en Madrid. Obra arquitectónica de Nouvel hecha entre 2003-2005.
Jean Nouvel



Pritzker es el nombre que recibe el premio de concesión anual considerado como el “Nobel de la Arquitectura” por su importancia y relevancia internacional. Y este año la mención ha ido a parar a un representante galo de la mejor arquitectura contemporánea: Jean Nouvel, un nombre que arrastra tras de sí una fuerte polémica desde el nacimiento de la Torre Agbar en Barcelona ( España ), pero que posee una clara conciencia de la responsabilidad social de la arquitectura.

Un premio con valores
Capacidad como arquitecto, un aporte a la Humanidad, y creatividad son los tres parámetros que se valoran a la hora de otorgar el Premio Pritzker. Este galardón, dotado con cien mil dólares, que concede la Fundación Hyatt ( Estados Unidos ) desde 1979 a un arquitecto en vida, busca promover valores de efectividad, talento y filantropía, o lo que vendrían a ser las traducciones contemporáneas de los dictados vitrubianos del buen hacer constructivo: “firmeza, comodidad y belleza”. Tanto su concesión, que suele levantar curiosidad por el nomadismo de las ceremonias de entrega, como su repercusión alcanzan un nivel mundial, multiplicando el prestigio del ganador y, por lo general, levantando alguna que otra ampolla, como sucede siempre con los grandes certámenes.

Y el ganador es…
“Un edificio, una idea” parece ser el mantra ideológico de Jean Nouvel, acérrimo defensor de los juegos lumínicos y los espacios integrados y de líneas puras, y último galardonado con el Premio Pritzker de Arquitectura 2008. Nouvel concibe cada proyecto de una manera diferente, sin patrones previos, radicando lo novedoso de su estilo precisamente en dicha característica: la ausencia de una “marca de la casa”.

Una torre “modelo”
Jean Nouvel es un arquitecto que arrastra polémicas y detractores, pero integrante a pesar de todo del top ten de los más reconocidos creadores del mundo. Uno de sus últimos escándalos tiene relación directa con un edificio de Norman Foster, curiosamente otro ganador del Pritzker: el 30 St Mary Axe ( 2001-04 ). La edificación de una torre de características similares en la ciudad de Barcelona ( la Torre Agbar ) en el 2005 desató fuertes comentarios en oposición a Nouvel, con la consiguiente sorpresa al ser conocida su mención como premiado.
in http://www.artelista.com/

Generación Y

Um blog de uma cubana, Yoany Sánchez que reside em Havana e combina a sua paixão pela informática e o seu trabalho na Revista Digital Consenso.
Num país em que "internet" é uma palavra e um bem a que o cidadão comum não pode chegar, esta é, sem dúvida, uma voz de dentro desta ilha para o mundo.

Libros con arte

Érase una vez…

Desde los tiempos de Durero, pintor mater de la técnica xilográfica, la ilustración ha estado muy asociada al nombre de grandes artistas famosos, en algunos casos vinculada a sus comienzos, retomada ésta, en otras, una vez alcanzada la fama. La primera idea viaja hacia el archiconocido Gustave Doré, ilustrador por excelencia de los últimos tres siglos ( El cuervo, Orlando furioso, Las Aventuras del Barón Münchausen… ), sin embargo, en época moderna, un buen número de pintores dedicados y reconocidos como artistas plásticos han contado su propia versión de los grandes clásicos a través de un medio considerado menor: el grabado ( véase “impresión fotomecánica” en el s.XXI ). En España, Goya nos dejará algunos de sus mejores trabajos en estampas y, ya con las vanguardias históricas, habrá de eclosionar la litografía en los talleres de los maestros del s.XX. Artistas como Picaso, Chagall, Braque, Nolde, Grosz, Rouault o Henry Moore van a encontrar un medio para experimentar, para elaborar un nuevo formalismo, pero con la aplicación práctica de una difusión relativamente masiva ( con una consideración, ahora sí, de arte mayor gracias a la limitación y firma seriada ).

La historia más grande jamás contada

La representación de las grandes narraciones ha supuesto desde siempre un desafío para los artistas por lo que de mitos icónicos conllevan una vez superada por el tiempo su cualidad de simples historias. Hay que contar, además, que ciertos libros poseen un peso literario tal que pueden convertirse en enemigos de la creatividad del autor, en vez de incentivos, pero aquí radica precisamente uno de los mayores acicates de la creación artística: las limitaciones. Y, por lo general, suele ser un binomio en el que ambos ganan, el arte al nutrirse del rico imaginario presente en estas historias y la literatura al aumentar su valor con el acompañamiento de una narración paralela visual que la enriquece ( en ocasiones con la visión que otorgan unos cuantos siglos de diferencia ). Tan sólo hace falta volver la mirada a las ilustraciones que grandes artistas han realizado para el más famoso de los libros, La Biblia, para darse cuenta de ello: las 200 imágenes para la llamada “Biblia del oso” de Eduardo Arroyo en el s.XXI, los aguafuertes realizados por Chagall para la biblia encargada por Ambroise Vollard en 1930 o el trabajo que Doré realizará en 1866 para su famosa Biblia Ilustrada. Pero no es el único libro mítico que ha recibido la atención de famosos pintores: La Divina Comedia ( Botticelli, Dalí, Miquel Barceló ), El Quijote ( Dalí, Picaso, Antonio Saura, Mingote, William Hogarth ), Fausto o Robinson Crusoe engrosan las listas de múltiples obras ( un buen número poéticas ) ilustradas con mucho arte.
in http://www.artelista.com/