Existem várias formas de assaltar um banco.
A melhor, é geri-lo.
Obrigada António!! Não resisti a publicar isto! ;-))
Existem várias formas de assaltar um banco.
A melhor, é geri-lo.
Obrigada António!! Não resisti a publicar isto! ;-))

O que mais me repugna numa sociedade que se diz democrática é a existência de empresas de trabalho temporário. Sempre considerei indispensáveis empresas que forneçam serviços especializados a outras empresas, usando a economia de escala para a especialização dos seus funcionários efectivos. Entendo que as empresas devem recorrer a serviços de outsourcing sempre que precisem de técnicos especializados para tarefas específicas para as quais não tenham colaboradores habilitados. Contudo não aceito as empresas que promovem os novos escravos e que se assumem como empresas de trabalho temporário. Este termo só esconde uma forma de exploração medieval permitida pelos governos ditos democráticos e a fórmula é simples: os patrões, não os empresários, contratam estes esclavagistas, para arranjarem pessoas dispostas a ganhar uma pequena parte do valor contratado para a tarefa. O resto fica para a empresa angariadora da mão-de-obra.
Em Portugal o trabalho temporário tem um provedor que afirma:” trabalho temporário deveria ser fiscalizado pela ASAE”.
É o público de 7 de Abril que dá a notícia e acrescenta: “ A maioria das empresas torce o nariz à ideia mas Vitalino Canas, provedor do Trabalho Temporário (PTT), considera que seria necessário haver mais fiscalização no sector e que a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) seria o veículo ideal para isso.
Em declarações ao PÚBLICO, à margem da apresentação do primeiro relatório de actividade do PTT, que completa 18 meses de actividade, Vitalino Canas defendeu que é preciso começar a discutir já o regime jurídico de licenciamento das empresas de trabalho temporário.Actualmente, segundo informações disponíveis no site PTT, há cerca de 240 empresas do sector a operar em Portugal. Contudo, adianta Vitalino Canas, “ninguém sabe quantas empresas não legalizadas há”.De acordo com o PTT, “a legislação do licenciamento terá de ser revista e, embora a maior parte das empresas de trabalho sustente que o licenciamento deveria passar para a alçada do Ministério da Economia [em vez de estar a cargo do Instituto de Emprego e Formação Profissional], isso só faria sentido se fosse acompanhado por mais fiscalização, através da ASAE”.Vitalino Canas confessa que as empresas de trabalho temporário “não gostam desta solução”, embora queiram uma maior fiscalização do sector, até para se protegerem da “concorrência desleal das empresas ilegais”
·Paralelamente, o PTT defende que a actual lei de licenciamento não impede grandes empresas – sobretudo da banca e dos serviços públicos – de criarem as suas próprias empresas de trabalho temporário para “diminuir custos de pessoal e satisfazer necessidades geralmente permanentes de recursos humanos”.
O dia do trabalhador aproxima-se e é urgente pensar nestas questões que degradam a nossa sociedade e nos levam, fatalmente para o abismo. A fome das pessoas é a ignição da revolta. Por tudo isto devemos estar atentos aos movimentos que surgem na sociedade. MayDay é um movimento em que é manifesta alguma confusão misturada com ingenuidade e generosidade…
Acção MayDay Lisboa 2009 :: Encerramento de ETTs
“O MayDay é uma parada de precári@s, que vem marcando o 1º de Maio em várias cidades por esse mundo fora, desde da estreia em 2001, em Milão. No ano passado, a iniciativa MayDay chegou a Lisboa, juntando algumas centenas de pessoas contra a precariedade no trabalho e na vida. Este ano, o MayDay Lisboa já começou: uma organização aberta a tod@s, que vai fazendo assembleias, acções públicas, festas, etc. Na parada MayDay cabemos tod@s: mais nov@s e mais velh@s, operadores de call-center, "caixas" de supermercado, cientistas a bolsa, intermitentes, desempregad@s, estagiári@s, contratad@s a prazo, estudantes que vivem ou pressentem a precariedade,…
A 1 de Maio juntamo-nos contra a exploração, contra o emagrecimento dos apoios sociais e à habitação, desafiando o cinzentismo e continuando o percurso de mobilização e visibilidade. Contamos contigo?
No dia 1 de Maio vamos para a rua. Porque esta não foi apenas feita para albergar sedes de empresas, escritórios, restaurantes de comida rápida e outros locais onde decorre todo um estado de excepção laboral, onde a exploração, o abuso, a instabilidade e a ilegalidade se tornaram lei.
No dia 1 de Maio queremos transformar a rua num espaço em que desfila a alegria da recusa de uma vida aos bocados.”
Do manifesto no blogue http://maydaylisboa.blogspot.com/
...de forma bem disposta....
... ou talvez mais séria...
... e explicada pelos protagonistas.

O Dia da Terra foi criada pelo então senador dos Estados Unidos Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril.
Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientas para proteger a Terra.
A primeira manifestação teve lugar em 22 de abril de 1970. Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, activista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental. Para esta manifestação participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Agência de Protecção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à protecção do meio ambiente.
Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra se converteu em um importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas o utilizam como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das actividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufacturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a protecção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra.
Este dia não é reconhecido pela ONU.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_da_Terra
O casal da artistas, Maria e António, irradiam charme e simpatia

22 April - 6 June 2009
Opening: Tuesday, 21 April 2009, 7pm
Armin Müller-Stahl 2004, 1646 © werner pawlok
Havana Stadium 2004, 1528 © werner pawlok
Girardi Baum 1991, 0043 © werner pawlok
"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."
Albert Einstein
Santana - Soul Sacrifice
Joe Cocker - With a Little Help from My Friends

A propaganda ao sol não conseguia esconder o bucolismo de uma sociedade atrasada social e politicamente. Fomos todos a Aldeia da Roupa Branca, retrato fiel e involuntário de um país que desejava mudar contra a vontade do ditador e da sua oligarquia.
A mensagem da primeira quadra - "Ó rio não te queixes, Ai o sabão não mata, Ai até lava os peixes, Ai põe-nos cor de prata." - faz-nos lembrar um país lavadinho e ignorante. Os rios eram imensos tanques para a função mais nobre do paradigma, imposto na altura, da mulher portuguesa fada/escrava do lar, a de lavadeira que levava a vida a cantar.
Aldeia da Roupa Branca
Beatriz Costa
Composição: Raul Portela, G. Chianca, A. Curto
Ó rio não te queixes,
Ai o sabão não mata,
Ai até lava os peixes,
Ai põe-nos cor de prata.
Três corpetes, um avental,
Sete fronhas, um lençol,
Três camisas do enxoval,
Que a freguesa deu ao rol.
Água fria, da ribeira,
Água fria que o sol aqueceu,
Velha aldeia, traga a ideia,
Roupa branca que a gente estendeu.
Um lençol de pano cru,
Vê lá bem tão lavadinho,
Dormindo nele, eu e tu,
Vê lá bem, está cor de linho.
in http://community.oceana.org/Oceana has compiled a list of suggestions for green – dare we say blue? – lifestyle choices that can help preserve the oceans for future generations.
World Ocean Day is June 8 and June 2008 is National Oceans Month, as recently declared by the President. Help celebrate the oceans by following these easy steps to S-A-V-E O-C-E-A-N-S.
START NOW. JOIN OCEANA.
More than 300,000 members and e-activists in over 150 countries have already joined Oceana - the largest international organization focused 100 percent on ocean conservation. Become a WaveMaker here.
ASK YOUR GROCER TO POST WARNING SIGNS.
Oceana is working to get the FDA mercury advice posted at grocery store seafood counters and tuna aisles so that consumers will have the information they need to make informed decisions. Tell your grocer to get onboard.
VOTE RESPONSIBLY.
Electing the right public officials is essential to good ocean policy. Do your research and make an informed decision. Exercise your right to vote and stay involved after Election Day. If you have concerns or questions, contact your representative. Take action here.
EAT SUSTAINABLE SEAFOOD.
Global fisheries are on the verge of collapse. According to the U.N. Food and Agriculture Organization (FAO), three quarters of the world’s fisheries are now overexploited, fully exploited, significantly depleted or recovering from overexploitation. Ask your favorite seafood restaurant or fish market to buy from sustainable fisheries and only eat sustainably caught seafood. Download our pocket seafood guide here.
OPT OUT OF SHARK FIN SOUP.
Estimates of the total number of sharks killed each year for their fins range from 26 to 73 million per year. Increasing demand for shark fin soup is now placing even greater pressure on shark fisheries. Just say no to this so-called delicacy.
CONSERVE ENERGY AND REDUCE YOUR CARBON FOOTPRINT.
Carbon dioxide from burning fossil fuels is making our oceans more acidic. One consequence could be the loss of corals on a global scale, as their calcium skeletons are weakened by the increasing acidity of the water. There are many simple ways you can reduce your energy use. Ride a bike, walk or use public transportation. Use high efficiency appliances in your home. Turn off appliances when they aren’t in use. Turn up your thermostat a few degrees in the summer and down a few degrees in the winter. Use compact fluorescent light bulbs in your house. For more information, see here.
ELIMINATE PLASTIC WASTE.
Plastic debris in the ocean degrades marine habitats and contributes to the deaths of many marine animals. Because floating plastic often resembles food to many marine birds, sea turtles and marine mammals, they can choke or starve because their digestive systems get blocked when they eat it. Help prevent these unnecessary deaths—use cloth grocery bags and reusable water bottles.
AVOID PRODUCTS THAT HARM THE OCEANS.
Avoid products produced through unsustainable or environmentally harmful methods. For example, avoid cosmetics containing shark squalene and jewelry made of coral. These products are directly linked to unsustainable fishing methods and the destruction of entire ecosystems.
NIX LITTER ON BEACHES.
Much of the plastic and debris found in the ocean has its beginnings in beach litter. As beach crowds increase, so does the amount of trash left behind. Don’t let your day at the beach contribute to the destruction of our oceans. Bring a trash bag with you for your garbage and volunteer for beach clean-ups.
SPREAD THE WORD.
Tell people what’s going on with the world’s oceans and what they can do to make a difference.