O pior filme de sempre

Plan 9 from Outer Space (1959)

IMDb: http://www.imdb.com/title/tt0052077/


Realização: Edward D. Wood Jr. - P/B - USA - 1959
Interpretação:
Gregory Walcott ... Jeff Trent
Mona McKinnon ... Paula Trent
Duke Moore ... Lt. John Harper
Tom Keene ... Col. Tom Edwards
Carl Anthony ... Patrolman Larry
Paul Marco ... Patrolman Kelton
Tor Johnson ... Insp. Dan Clay

Ponto de partida: "Pode o seu coração descansar com os factos chocantes de Graverobbers from Outer Space?" é a pergunta do narrador deste conto sobre discos voadores, zombis e lapides de sepulturas. Extraterrestres, irritados pelas "estúpidas mentes" do planeta Terra, instalam-se num cemitério da Califórnia com o plano de armar um exército de mortos para marchar sobre as capitais do mundo. Apenas conseguem ressuscitar três zombis, mas isso não os desencoraja...

Considerado o pior filme da história do cinema, é já um classico e um filme de culto.

Contos Exemplares - Sophia de Mello Breyner Andersen

"Um homem e uma mulher fazem uma viagem, que poderia ser a viagem da vida.
Percorrem uma estrada e ao chegarem a uma encruzilhada escolhem um caminho, mas a meio desse caminho notam que se enganaram e tentam regressar à encruzilhada, mas já não a encontram e decidem continuar em frente... Chegam outra vez a uma parte da estrada em que têm de optar por uma colina com árvores ou uma planície e resolvem subir a colina para poderem avistar todos os caminhos e encontrarem o certo para chegarem ao seu destino.
Ao chegar lá avistam um homem e perguntam-lhe pela encruzilhada. O homem diz para esperarem um pouco que logo lhes indicava o caminho. Enquanto esperavam pediram ao homem que lhes indicasse onde podiam beber água. Quando voltaram da fonte, já o homem não estava lá. Decidiram voltar para o carro e ir na direcção que o homem lhes tinha indicado, mas quando chegaram ao lugar onde estava o carro já este havia desaparecido. Resolveram voltar ao lugar da água mas a fonte também já não existia.
Seguiram a estrada e passado algum tempo encontraram uma casa, bateram á porta três vezes porque embora ninguém abrisse eles ouviam vozes dentro da casa. Acabaram por arrombar a porta mas não estava lá ninguém muito embora estivesse o lume acesso e a roupa estendida no arame.
Decidiram voltar à estrada, mas a estrada já não existia, regressaram à casa mas esta tinha desaparecido. A mulher já estava desesperada e cansada, mas o homem insistiu para continuarem.
Várias coisas encontraram pelo caminho mas quando voltavam atrás para ir buscá-las já estas haviam desaparecido.
Chegaram à floresta, encontraram um lenhador que lhes indicou um caminho que mais uma vez não encontraram e quando voltaram para trás e também o lenhador já não se encontrava.
Tentaram de novo encontrar a estrada, e mesmo perdidos um sentimento de felicidade tomou conta deles.
Encontraram um rio onde nadaram muito, repousaram naquela terra que se parecia tanto com a terra para onde iam...
Resolveram retomar a longa caminhada e começaram a ouvir vozes mas estas distanciavam-se à medida que eles se aproximavam até deixarem de ouvi-las.
Chegaram ao fim da floresta, já era noite e não havia luz nenhuma a não ser a das estrelas, e aperceberam-se de que estavam perto de um abismo, tentaram seguir um carreiro que havia rente ao abismo mas o homem escorregou e deixou de responder à mulher. Esta tentou seguir o carreiro para procurar o homem, quando já não havia passagem tentou descer o abismo mas não havia como descer e apercebeu-se assim que já não tinha como sair dali e que acabaria por cair..."

in Contos Exemplares
Sophia de Mello Breyner Andersen

Great Chinese State Circus - Swan Lake (Lago dos Cisnes)

Alexandre O'Neill - "Há palavras que nos beijam"


"Há palavras que nos beijam"

Há palavras que nos beijam

Como se tivessem boca.

Palavras de amor, de esperança.

De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas

Quando a noite perde o rosto;

Palavras que se recusam

Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas

Entre palavras sem cor,

Esperadas inesperadas

Como a poesia ou o amor.

( O nome de quem se ama

Letra a letra revelado

No mármore distraído

No papel abandonado )

Palavras que nos transportam

Aonde a noite é mais forte.

Ao silêncio dos amantes

Abraçados contra a morte.

Alexandre O'Neill

"I'm Singing in the rain", Gene Kelly



Nada mais a propósito.....para disfrutar do que é uma das mais espectaculares cenas de cinema de sempre!!! Um clássico!!!! Absolutamente fantástico!

Sophia de Mello Breyner

“Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar”


Sophia de Mello Breyner
, 1962

Um sinal rebelde...

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Casa-Museu José Anastácio Gonçalves


Objectos da Rainha D. Amélia expostos pela primeira vez


Os anos de exílio da Rainha D. Amélia

Colecção Rémi Fénérol

20.Nov.08 a 30.Abr.09



Objectos que pertenceram à Rainha D. Amélia, mulher de D. Carlos, vão ser expostos pela primeira vez ao público, em Lisboa, a partir de quinta-feira, na Casa-Museu José Anastácio Gonçalves. LUSA

"Cerca de 90% dos objectos são expostos pela primeira vez, apenas dois vestidos já estiveram numa exposição em Versalhes, localidade onde a Rainha era muito querida pelo seu apoio à população e obras de caridade", disse à Lusa o director da Casa-Museu, José Alberto Ribeiro.

Além de vestidos, na exposição, que estará patente até Abril, poderão ver-se jóias, papéis diversos como anotações das suas visitas, esculturas, pinturas, objectos de culto, cardápios e dois diários.

"Os diários referem-se ao tempo em que D. Amélia foi voluntária da Cruz Vermelha, durante a I Grande Guerra (1914-1918)", indicou José Alberto Ribeiro.

Uma outra curiosidade é o último menu da Família Real em Portugal, relativo ao almoço de 5 de Outubro de 1910, além de muitas outras ementas pintadas por Enrique Casanova.

Esta exposição, explicou o director da Casa-Museu, "insere-se no conceito de uma colecção na casa de um coleccionador, na medida em que os objectos expostos são parte da colecção de Rémi Fénérol sobre objectos da realeza".

O médico José Anastácio Gonçalves, falecido em 1965 em Leninegrado (actual São Petersburgo), foi um coleccionador de arte portuguesa, tendo sido amigo, entre outros, de José Malhoa.*)

Referindo-se a Fénérol, José Alberto Gonçalves esclareceu que o coleccionador seguiu os passos dos herdeiros dos antigos empregados da Rainha a quem esta, ao longo da vida, ofereceu jóias e objectos pessoais, e que "só se desfizeram desses bens na década de 1980".
Última francesa coroada

Para os franceses, D Amélia "tem um destaque especial, na medida em que foi a última francesa coroada Rainha", assinalou.

Bisneta do rei Luís Filipe de Orléans, D. Amélia casou-se com D. Carlos na Igreja de S. Domingos, em Lisboa, em 1886.

A exposição mostra, não só objectos que saíram de Portugal há cerca de um século, como outros que a Rainha foi adquirindo durante as suas estadas em Inglaterra e em França, onde faleceu, em Chesnay, em 1951.

Fazem parte da mostra, entre outros, quadros pintados por D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe e aguarelas pintadas pela própria Rainha, bem como objectos de culto como crucifixos e jóias pessoais que a república restituiu em 1911 a D. Manuel II e a D. Amélia.

José Alberto Ribeiro, a este propósito, citou uma frase de D. Amélia, que, referindo-se á jóias devolvidas, escreveu: "Nem um alfinete faltou".

Esta exposição visa atrair mais público à Casa-Museu, que este ano recebeu já 10.000 visitantes.

O historiador Pedro Tavares, em declarações à Lusa, louvou a iniciativa, afirmando que "é através destes eventos que se dinamiza um espaço museológico como a Casa-Museu Anastácio Gonçalves, que tem óptimas características".

Localizada na zona de Picoas, a Casa-Museu reúne essencialmente objectos de uso quotidiano de finais do século XIX e da primeira metade do seguinte e uma colecção de arte portuguesa.

"O facto de Anastácio Gonçalves ser um convicto republicano não choca de forma alguma com a sua casa receber agora objectos da Rainha", observou o historiador.

_________
* (Este, foi o primeiro dono da casa, tendo feito de um salão envidraçado de alto-abaixo, no primeiro piso, o seu atelier- Maria Celeste Monteiro)

Semana da Ciência e da Tecnologia - Semana C&T 2008


Que ciência se faz em Portugal? Quem são os nossos cientistas? Como trabalham? O que investigam? Que resultados obtêm?

Todos os anos, em Novembro, durante a Semana da Ciência e da Tecnologia, instituições científicas, universidades, escolas, associações e museus abrem as portas para que estas e outras perguntas possam ser respondidas, dando a conhecer as actividades que desenvolvem, através de um contacto directo com o público.


Eventos

Número total de eventos: 268

Programa em actualização

Sentido da Vida

Como a simplicidade de umas papoilas devia ser a vida. Para quê complicá-la quando existem coisas cheias de cor e de luz e que nem se costuma reparar?....
MCM 11/2008

Fred Astaire, o génio!



Fred Astaire num dos números mais geniais de dança de sempre no Cinema. No filme Royal Wedding (1951).

Dançando "Cheek to cheek"



Fred Astaire e Ginger Rogers dançando "Cheek to cheek"; quanto a mim, uma das melhores canções alguma vez feitas. No que se refere ao par dançante, não é preciso dizer nada, foi o ou, um dos, pares de dança mais famosos de Hollywood, nos bons velhos tempos do glamour no cinema. Aqui no filme "Chapéu Alto".

Arquitectos e Urbanistas debatem o papel das cidades no século XXI

14.11.2008

Organizadas pela Parque EXPO, aqueles que foram os primeiros debates sobre o papel das cidades no século XXI, abordaram temas tão importantes como as ecocidades e as crescentes necessidades em reabilitar não só a vertente urbanísticas mas também a vertentes humana das cidades.

O futuro está nas ecocidades, diz urbanista britânico
Para o urbanista Peter Hall, responsável pela primeira conferência do ciclo “A Cidade no Século XXI: Reflexões, Desafios e Estratégias”, a cidade de Lisboa é uma “cidade maravilhosa”, pela forma como combina o velho e o novo, e aposta nas ecocidades como as metrópoles do futuro. Na sua opinião, o Parque das Nações, resultou de “uma das maiores intervenções do género na Europa”.

Para este urbanista e geógrafo, que entre 1991 e 94 foi conselheiro do governo britânico para a área do planeamento estratégico, a intervenção urbana no Parque das Nações deve ser elogiada, sobretudo porque “foi muito bem programada”.

Sobre as cidades do futuro, Peter Hall referiu que “as ecocidades são as cidades do futuro, mas nós ainda não sabemos bem o que é uma ecocidade”. A propósito do plano do Governo britânico para construir ecocidades no Reino Unido, Hall lembrou as principais dificuldades apontadas no último relatório que analisou o processo: os locais para instalar estas cidades. “É melhor construi-las como satélites, quase como subúrbios/extensões das cidades existentes, do que enquanto lugares isolados, no campo, longe de tudo, sobretudo das oportunidades de emprego e do comércio, o que obrigaria ao uso do transporte individual”.

Reabilitação urbana... e humana
Luís Vassalo Rosa esteve responsável pela segunda conferência do ciclo de conferências e, o arquitecto, expôs o que a sua reflexão sobre um percurso europeu desde os primórdios da humanidade para perspectivar o que deverá ser feito no futuro.

Para este arquitecto, as cidades ocidentais do século XXI são influenciadas por diversos factores que estão a causar o seu declínio. Luís Vassalo Rosa sustentou que as metrópoles são marcadas por ciclos de dois mil anos, que proporcionam o seu crescimento ou declínio. Actualmente, a evolução das cidades está a ser condicionada por situações como o decréscimo da população, o desemprego, problemas ambientais ou pobreza.tem vindo a acontecer é o “mau”. É a “cidade genérica” a “cidade difusa”», são as “megalópoles”; em suma, “é a cidade de hoje”. Cidades onde a ocupação do espaço é ignorada, onde o espaço público é deixado em função de blocos que se enchem de pessoas nas periferias do centro.

Apesar de defender que o Programa Polis transformou o panorama urbano português para melhor, o arquitecto considera que ainda há falta de cultura no ordenamento do território.

Na opinião de Luís Vassalo Rosa o “bom” deverá ser a “idoneidade urbana”, o «”construir integrado com a natureza, com a sustentabilidade no horizonte tendo consciência do recurso escasso que é a cidade”. Vassalo Rosa indica o caminho de “contrariar a periferia com cidades compactas e polarizadas levando o homem para o centro da cidade”, uma “cidade composta, inclusiva, sustentável e criativa”.



Calendário das próximas conferências do ciclo “A Cidade no século XXI”, sempre às 18h00, no Pavilhão de Portugal:
O ciclo de conferências, organizado pela Parque EXPO, prolonga-se pelo mês de Novembro e integra-se nas celebrações do 10.º aniversário da EXPO'98. Os debates incidem sobre a requalificação urbana e ambiental, o planeamento e ordenamento do território e a qualidade de vida urbana.

Manuel Graça Dias: “Da Cidade que deixará de ser viária”, dia 18

Christian Wichmann Matthiessen: “The European Metropolitan Competition Perspective: Challenges and

Strategies in a cross-border region: Copenhagen – Malmö”, dia 20

António Mega Ferreira: “A Condição Urbana”, dia 25

Outras notícias sobre o tema:
Ciclo de Conferências " A Cidade no Século XXI"

in http://www.forumdourbanismo.info

Umberto D - Vittorio de Sica




Umberto D de Vittorio de Sica - Itália 1952

com Carlo Battisti, Maria-Pia Casilio, Lina Gennari, Ileana Simova, Elena Rea

Uma obra prima do neo-realismo italiano e os dramas dos anos 50, numa economia a tentar renascer, onde os idosos sofrem com as miseráveis pensões Em Roma, Umberto Domenico Ferrari, funcionário público reformado, é despejado por não conseguir pagar o aluguer do quarto onde vive. Na companhia do seu único amigo, o cão Flike, Umberto vagueia pelas ruas, tentando viver com dignidade.

GoogleNight - A Força do Google com Inteligência

G. Night (www.googlenight.com) é o site de buscas que apresenta os mesmos resultados do Google (por usar seu motor de buscas) porém com design diferenciado predominando a cor preta.

E por que usar? Como fazer a minha parte?
Além do visual elegante e ao mesmo tempo despojado, o ecrã preto com letras contrastantes provoca muito menor cansaço visual, e ainda mais importante: a exibição de um ecrã preto consome cerca de 20% menos energia eléctrica se comparada ao ecrã branco o que, além de resultar em economia de energia, economiza também no bolso e na bateria. Calcula-se que se as pesquisas feitas hoje em fundo branco fossem feitas numa página preta seria preservado anualmente 750 megawatt/hora!

Lembre-se: economizar energia é também uma atitude ecologicamente correcta pois a geração de energia provoca alagamento de grandes áreas (hidrolétricas), poluição do ar com queima de combustíveis (termoelétricas), produção de lixo atómico (centrais nucleares), além de outras agressões à natureza.

in Gotcha IT Blog

Ode ao Flamenco

A derradeira síntese da tradição com a modernidade é o Museo del Baile Flamenco (o primeiro do género no mundo), no coração de Santa Cruz (Sevilha), fruto da perseverança da decana bailarina e coreógrafa Cristina Hoyos em devolver o Flamenco à cidade.

A técnica nunca fez os bailarinos de Flamenco, assim como não há escolas para formar poetas, contudo, este é o lugar mais próximo da sua alma. Se a origem territorial do Flamenco é impossível de apurar (da Andaluzia ao Rajastão, do Cairo ao Peloponeso, tudo é possível), no museu de Hoyos há todas as noites uma reencarnação genuína do seu canto e dança orquestrados por ciganos veros num tablao criado a rigor. Nos bastidores, dominados pela imagem e pela tecnologia, houve mão do cineasta Carlos Saura – autor da trilogia Tango, Flamenco e Fado.

Salas amplas e largos corredores de painéis recebem visionamentos (muitos deles filmes raros e inéditos) com os jogos de ancas dos mestres do ofício e testemunhos das diferentes escolas de Flamenco: madrilena, sevilhana, de Jerez e Granada.

Das academias aos cafés, da Cuenca de Paris à Macarrona de Berlim, da Majerona de Cádis às memórias de Fanny Essler em Havana (entre 1840-1900). Seguem-se as bifurcações entre o Flamenco e o Bolero, os estilos distintos de Antónia Mercê “La Argentina” e Encarnación Lopez “La Argentinita”, ou Pastora Império (de 1901 a 1940).

O jogo repete-se de 1941 a 1975. Os nomes dos bailarinos então em voga, António Ruiz Soler António”, Rosario, Carmen Ayala, Pilar López, Matilde Coral… rivalizam na fama mundial com os de outros tablados como Nureyev ou Nijinsky.

A consagração da estética do Flamenco dá-se a partir de 1976 e os seus autores são a própria Cristina Hoyos, Guito, Antonio Gades e Farruco. No tablao, diante de plateia estarrecida, um homem e uma mulher dançam Seguirillas e Soleás com o compasso de uma mera guitarra, o eco de palmas e o canto pungente do romanceiro cigano.

Museo del Baile Flamenco – C/ Manuel Rojas Marcos, 3, Sevilha, tel. 0034 954 340311,

www.museoflamenco.com

Património da Humanidade - Tomar, Batalha, Alcobaça e Lisboa com candidatura comum

Público, 05 Nov 2008 07:57 AM CST

Os municípios de Tomar, Batalha, Alcobaça e Lisboa entregaram uma candidatura a fundos comunitários com o objectivo de levar mais visitantes aos seus monumentos Património da Humanidade, disse o autarca tomarense.

O objectivo é criar uma rota pelo património classificado pela UNESCO que envolva os mosteiros dos Jerónimos, Batalha, Alcobaça e o Convento de Cristo.

O presidente da Câmara Municipal de Tomar, Côrvelo de Sousa, disse que a candidatura, no valor de dez milhões de euros, visa melhorar o espaço em volta dos monumentos e promover uma gestão em rede que permita levar a que quem visita um dos mosteiros seja cativado a visitar os outros, bem como a que os operadores turísticos incluam os quatro municípios nas suas rotas.

Para o autarca, os monumentos de Tomar, Batalha e Alcobaça, geograficamente próximos, podem beneficiar do grande afluxo de turistas que visitam os Jerónimos, em Lisboa, bem como dos milhares de peregrinos que se deslocam a Fátima, pelo que também aí haverá divulgação.

A candidatura à medida “Redes Urbanas para a Competitividade e Inovação”, do QREN, “está para análise”, afirmou Côrvelo de Sousa, salientando a importância da conclusão do Itinerário Complementar 9 (IC9) na ligação entre as três cidades, “próximas mas afastadas em termos de tempo” devido aos actuais acessos, e entre estas e Lisboa, através da A1.

Além do arranjo exterior dos monumentos, os municípios envolvidos propõem-se realizar actividades conjuntas e acções de promoção e divulgação, disse, sublinhando que “é um Mundo grande a desbravar”.

Público, 05.11.2008

Duke Ellington - Take The "A" Train

Uma versão de Dave Brubeck (1966):




Uma versão de Oscar Peterson:





O próprio Duke Ellington em "Take the "A" Train":


Quixeramobim



Como é possível utilizar a língua portuguesa tão mal......

Casablanca



O filme Casablanca, claro, quem se vai esquecer.....
Com os grandes Ingrid Bergman e Humphrey Bogart, um clássico de Michael Curtiz, Oscar de Melhor Filme, em 1943; considerado por alguns, uma das 3 melhores películas já produzidas.

"Confiança" de Miguel Torga

Confiança

O que é bonito neste mundo, e anima,
É ver que na vindima
De cada sonho
Fica a cepa a sonhar outra aventura…
E que a doçura
Que se não prova
Se transfigura
Numa doçura
Muito mais pura
E muito mais nova…

Miguel Torga

Sammy Davis Junior, "The Lady is A Tramp"



Só mais uma, "The Lady is A Tramp" e um Medley..... ;-))

Sammy Davis Junior, genial!



Continuando a "dar-vos música" não posso deixar de fazer aqui uma simples homenagem a um grande cantor e, também imitador, da Música Popular Americana, a chamada "Easy Listening", Sammy Davis Junior.
Aqui, ele faz soberbas imitações de Fred Astaire, Nat 'King' Cole, Billy Eckstine, Vaughn Monroe, Tony Bennett, Mel Tormé, Louis Armstrong, Dean Martin e Jerry Lewis em "One for my Baby (One More for the Road)".
Divirtam-se!!!

ANDREI RUBLIOV

Andrei Rubliov - Ícone d' "A Trindade do Velho Testamento"

"Devo lembrar-vos com firmeza que de todas as artes, a arte cinematográfica é, para nós, a mais importante"

Lenine em 1919


O mote estava dado, 2 anos após a Revolução, para a mobilização dos jovens dispostos a transformar as câmaras e arte em armas revolucionárias. No entanto esta aventura colectiva sofreu imensos percalços desde o bloqueio ocidental, que a privou de a matéria prima para fazer filmes, ao pragmatismo do partido a determinar campanhas para "elevar o nível ideológico das massas", isto é: mostrar a "realidade" e nunca interpretá-la.


No panorama do cinema soviético dois grandes mestres se destacam em gerações diversas: Sergei Eisenstein, vitima do autoritarismo de Staline, que prejudicou gravemente a renovação do cinema soviético e Andréi Tarkovski que, quase no fim da vida, fugiu ao regime autoritário que o sufocava. Morre longe da pátria ao 54 anos.

É uma das obra primas do cinema realizada por um dos grandes mestres cineastas sobre a vida de um dos maiores pintores russos. Pouco mais é possível de acrescentar de relevante que não seja aconselhar a rever muitas vezes este filme realizado em 1966 e distribuído na Europa 7 anos depois. Tarkovski é um cineasta que exige os nossos sentidos atentos.



Andréi Tarkovski - Making of de Andrei Rubliov



Andréi Tarkovski - Excerto de Andrei Rubliov